30 outubro 2013

Papa pede ao Conselho Mundial de Igrejas que apoie missão da família

O papa Francisco enviou mensagem ao presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cardeal Kurt Koch, por ocasião da Assembleia Geral do Conselho Ecumênico Mundial das Igrejas (CMI), que tem início hoje, 30, e prossegue até 8 de novembro, em Busan, Coréia do Sul.
Na mensagem, o papa Francisco manifesta o desejo de que a Assembleia ajude a consolidar o compromisso de todos os seguidores de Cristo na intensificação da oração e colaboração a serviço do Evangelho e do bem integral da família. “Que se apoie a missão da família como um pilar fundamental da sociedade, que se assegure educação integral aos jovens e que seja garantido a todos o livre exercício da liberdade religiosa”, disse.
A Assembleia, que este ano aborda o tema “Deus da vida, conduze-os à justiça e à paz”, é considerada o órgão de gestão mais importante do Conselho Ecumênico e acontece a cada sete anos. Embora a Igreja Católica não seja membro deste organismo, uma delegação a representará e participará do evento como observadora.
A Igreja Católica tem colaborado com o CMI, por meio da Comissão Fé e Constituição,  na busca teológica sobre as principais questões que ainda dividem os cristãos no campo da eclesiologia. Além disso, participa do Grupo Misto de trabalho, responsável pelas diferentes atividades e iniciativas comuns.
O Conselho Mundial de Igrejas foi fundado em 1948, em Amsterdã. A Assembléia do CMI reúne cerca de três mil líderes eclesiásticos, membros das igrejas e associados ecumênicos de quase todas as tradições cristãs do mundo. Esta é a décima edição do evento. A última Assembléia aconteceu em Porto Alegre (RS), em 2006.

Por Blog da CNBB

23 outubro 2013

Mensagem de reflexão

Contemos sempre com a graça de Deus
Contemos sempre com a graça de Deus Tudo na nossa vida é por graça de Deus. Quando temos idéias brilhantes e ficamos maravilhados, não é só pela nossa capacidade, é por graça de Deus que isso acontece. Da mesma forma, quando fazemos o bem a alguém, na verdade, somos movidos pela graça do Senhor. Assim é a nossa vida.
“A graça é o favor, o socorro gratuito que Deus nos dá para responder a seu convite” (Catecismo da Igreja Católica, n. 1996).
Quão maravilhosa é a bondade do Senhor, que, em tudo, nos dá a Sua graça! Com muita simplicidade de coração, antes de fazer qualquer coisa, rezemos assim: “Ó Deus, sempre me preceda e me acompanhe a vossa graça, para que eu esteja sempre atento ao bem que devo fazer. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!”
Fonte: canção nova


26 setembro 2013

Mensagem de reflexão

Devemos fixar o nosso olhar em Deus
O nosso olhar passeia por muitos lugares à procura de respostas, de confirmações, de apoio, de cumplicidade, justificação e tantas outras coisas, mas a Palavra do Senhor aponta-nos onde, de fato, devemos fixar o nosso olhar:
“Levanto os olhos para vós, que habitais nos altos céus. Como os olhos dos servos estão fixos nas mãos de seus senhores, como os olhos das servas estão fixos nas mãos de suas senhoras, assim nossos olhos estão voltados para o Senhor, nosso Deus, esperando que Ele tenha piedade de nós” (Sl 122, 1-2).
Tiremos, hoje, os olhos das pessoas, dos problemas e das dificuldades; mantenhamos o nosso olhar fixo em Jesus, porque “é d’Ele que vem o que esperamos” (Sl 61,6).
Jesus, eu confio em vós!
Luzia Santiago – Comunidade Canção Nova


10 setembro 2013

CUIDAR DA VIDA É TRANSMITIR A FÉ

É com grande satisfação que apresento o terceiro volume do Hora da Vida que tem como finalidade oferecer subsídios para a reflexão e para a celebração da Semana da Vida, no início de outubro e para o dia do nascituro, no dia 08 de outubro.
Esperamos que, de maneira semelhante ao subsídio Hora da Família já amplamente usado em quase todas as paróquias do Brasil, o Hora da Vida tenha uma grande difusão para ajudar a despertar um verdadeiro amor à vida humana, de modo que cada ser chamado à existência seja acolhido, respeitado em sua dignidade, valorizado e amado desde a concepção até a sua morte natural. 
A vida humana é a realidade mais preciosa no nosso Planeta. O grande filósofo Pascal dizia que o valor de um ser humano é infinitamente superior ao valor de uma montanha de pedras preciosas e até mesmo de uma estrela feita inteiramente de metais preciosos porque ele tem a capacidade de perguntar-se: “quem sou eu?” “qual é a minha origem e qual o meu destino?” “qual é o significado desta minha existência?”. O Bem aventurado Papa João Paulo II afirmava: “O ser humano é objetivamente ‘alguém’ e nisto consiste o que o distingue dos outros seres do mundo visível que, por sua vez, objetivamente são sempre e somente ‘alguma coisa’.”
O eu humano é relação com o Mistério Infinito e descobre-se ‘pessoa’ pela relação com o Criador. Por isso, a pessoa é sagrada, portadora de uma dignidade inviolável. O beato Papa João Paulo II afirma: “Ninguém tem o direito de servir-se de uma pessoa, de usá-la como um meio, nem mesmo Deus seu criador”. 
No entanto, sabemos que, nestes últimos tempos, a vida humana é desvalorizada, agredida e maltratada e, muitas vezes, a morte é apresentada como solução de problemas, como escolha legítima e sinal de progresso. Pelo contrário, nossa civilização foi construída apostando na vitória sobre a morte. Por isso a Igreja criou hospitais, leprosários, casas para acolher deficientes físicos e psíquicos e milhares de pessoas quotidianamente se dedicam a defender e promover a vida humana e sua dignidade. A família é o santuário da vida, afirmava João Paulo II. 
A Hora da Vida constitui uma preciosa ajuda para que você e seu grupo difundam, nos seus ambientes atitudes positivas de acolhimento, valorização e defesa da vida fortaleçam (ou criem) as Comissões que têm essa mesma finalidade.

Por CNBB

17 agosto 2013

Formação: Não dá para ser casado e querer viver como solteiro

Não dá para ser casado e querer viver como solteiro. Não dá para ser casado e pensar em fazer as coisas do seu modo, da sua maneira. Se o casal tem uma atitude e decide se casar, precisa assumir o matrimônio.
“Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne. De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe” (Mt 19,5-6).
Que mistério maravilhoso o amor de Deus estar presente no coração do homem e da mulher! Quando os dois se unem para o sacramento e a união matrimonial, acontece a graça sublime do amor de Deus, o qual une duas naturezas representadas no feminino e no masculino. 
As tendências, os gostos, as aptidões, o modo de encarar o mundo, as histórias de vida são tão diferentes entre homens e mulheres. Mas, de repente, em uma graça sublime, um começa a gostar do outro; e desse gostar cresce um sentimento que se torna amor, de modo que decidem viver para sempre um para o outro.
Dar-se em matrimônio é uma graça que exige renúncia, sacrifício. O matrimônio é um desafio, um mistério; ao mesmo tempo, uma graça sublime de Deus.
O mistério do amor divino está ali escondido, presente, é um mistério insondável, impenetrável, mas possível de ser vivido pela união do homem e da mulher. É um desafio, pois a vida a dois não é fácil, ela exige muita doação, sacrifício e renúncia.
Não dá para ser casado e querer viver como solteiro. Não dá para ser casado e querer pensar só em si. Não dá para ser casado e pensar em fazer as coisas do seu modo, da sua maneira. Se o casal tem uma atitude e decide se casar, precisa assumir o matrimônio. Essa é a atitude da humildade, a decisão de renunciar toda a forma de egoísmo que existe no coração do homem.
O homem e a mulher se unem e vivem um novo desafio: ser uma só carne, formar uma única família.
Hoje, quero pedir a Deus a graça de abençoar os casamentos, abençoar os casais que vivem essa linda aventura, esse grande desafio de se casarem conforme a vontade do Senhor. Casar não é fácil, mas é um mistério sublime. Vale a pena o sacrifício, a doação, no entanto é preciso consciência e responsabilidade.
Que o Senhor conceda a cada homem e a cada mulher a graça de viverem na intensidade do amor d’Ele.
Deus abençoe você!


 Por Pe. Roger Araújo - canção nova

11 agosto 2013

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA EM JARDIM DO SERIDÓ

Clicar na imagem para ampliá-la.

13 julho 2013

Mensagem de reflexão



Qual desejo nos move hoje?
Temos muitos desejos em nosso coração, e muitos, aparentemente, são bons para nós; mas o que devemos aspirar é que o desejo do coração de Jesus se realize a nosso respeito.
Quando temos clareza do que Deus tem para nós, tornamo-nos homens e mulheres fortes, capazes de tomar grandes decisões por amor a Jesus e deixar para trás certos valores que tínhamos, mas que não possuíam valores autênticos.
O sonho de Deus a nosso respeito é que sejamos santos como Ele é santo. Este é um desejo nobre e faz-se necessário que o nutramos em nosso coração. Talvez achemos que isto é impossível para nós; e realmente o é, mas para o Senhor é possível fazer-nos santos.
“Sede santos, assim como o vosso Pai celeste é santo” (Mt 5,48).
Senhor, dá-nos a graça de vivermos a santidade deste dia.
Jesus, eu confio em vós!
Fonte Luzia Santiago – Comunidade Canção Nova

11 julho 2013

Santo do Dia: São Bento


Abade vem de “Abbá”, que significa pai, e isto o santo de hoje bem soube ser do monaquismo ocidental. São Bento nasceu em Núrcia, próximo de Roma, em 480, numa nobre família que o enviou para estudar na Cidade Eterna, no período de decadência do Império.
Diante da decadência – também moral e espiritual – o jovem Bento abandonou todos os projetos humanos para se retirar nas montanhas da Úmbria, onde dedicou-se à vida de oração, meditação e aos diversos exercícios para a santidade. Depois de três anos numa retirada gruta, passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou nas Regras de São Pacômio e de São Basílio uma maneira ocidental e romana de vida monástica. Foi assim que nasceu o famoso mosteiro de Monte Cassino.
A Regra Beneditina, devido a sua eficácia de inspiração que formava cristãos santos por meio do seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos, logo encantou e dominou a Europa, principalmente com a máxima “Ora et labora”. Para São Bento a vida comunitária facilitaria a vivência da Regra, pois dela depende o total equilíbrio psicológico; desta maneira os inúmeros mosteiros, que enriqueceram o Cristianismo no Ocidente, tornaram-se faróis de evangelização, ciência, escolas de agricultura, entre outras, isso até mesmo depois de São Bento ter entrado no céu com 67 anos.
Por cançãonova 

13 junho 2013

Mensagem de Reflexão

QUANDO DEUS DIZ NÃO

Bom Dia Amigos!!

Quando receberes um Não, não fique triste, pois Deus sabe o que é melhor para nossa evolução... 

Reflitam!!

Eu pedi a Deus para retirar os meus vícios.
Deus disse: Não.
Eles não são para eu tirar, mas para você desistir deles.
Eu pedi a Deus para completar meu corpo.
Deus disse: Não
Seu espírito é completo, seu corpo é apenas temporário.
Eu pedi a Deus para me dar paciência.
Deus disse : Não.
Paciência é um subproduto das tribulações; Ela não é dada, é aprendida.
Eu pedi a Deus para me dar felicidade.
Deus disse: Não.
Eu dou bênçãos; Felicidade depende de você.
Eu pedi a Deus para me livrar da dor.
Deus disse: Não.
Sofrer te leva para longe do mundo e te traz para perto de mim.
Eu pedi a Deus para fazer meu espírito crescer.
Deus disse: Não.
Você deve crescer em si próprio!
Mas eu te podarei para que dês frutos.
Eu pedi a Deus todas as coisas que me fariam apreciar a vida.
Deus disse: Não.
Eu te darei a vida, para que você aprecie todas as coisas.
Eu pedi a Deus para me ajudar a AMAR os outros, como Ele me ama.
Deus disse: .... Ahhhh, finalmente você entendeu a ideia...
ESTE DIA É SEU, NÃO O LANCE FORA
Que Deus te abençoe,


Fonte: www.velhosabio.com,br

12 junho 2013

Encontro de Casais com Cristo, Equipes de Nossa Senhora e Pastoral Familiar, juntos em favor da família


Convocados pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família (CEPVF), no dia 09 de junho de 2013, os casais representantes nacionais do Encontro de Casais com Cristo (ECC), Equipes de Nossa Senhora (ENS) e Coordenação Nacional da Pastoral Familiar (PF), reuniram-se na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com a proposta de identificar e compartilhar ações evangelizadoras em favor da família.
Estavam presentes no encontro: o presidente da CEPVF e bispo de Camaçari, dom João Carlos Petrini; o bispo de Presidente Prudente (SP) e Assistente Eclesiástico Nacional do ECC, dom Benedito Gonçalves dos Santos, os assessores da CEPVF, padre Rafael Fornasier e padre  Wladimir Porreca; os casais da secretaria nacional do ECC, Aparecida e Joaquim Madalena, Marisa e Ésio Henrique Cardoso; e casal nacional das Equipes de Nossa de Senhora, Aparecida e Raimundo Araújo; e, por fim, o casal coordenador da Comissão Nacional Pastoral Familiar, Raimundo e Vera Leal.



Segundo dom Petrini, “o encontro proporcionou a abertura de um trabalho conjunto entre movimentos, serviços, pastorais e associações, que atuam na valorização da família”.
Na reunião, foi discutida a proposta de valorizar a atuação da família na Igreja e na sociedade, em especial na Semana Nacional da Família (SNF). De acordo o assessor da CEPVF, padre Wladimir Porreca, a proposta foi acolhida pelos participantes com o desejo de que a elaboração, a organização e a participação na SNF, possa acontecer com maior integração do ECC, das ENS e da PF, em todas as comunidades paroquiais.
Outro tema discutido, e acolhido entre os presentes, foi a proposta de elaborar, em conjunto, ações e eventos que se propõem a contribuir com a visibilidade da família no espaço público, bem como, incentivar e promover as comemorações do dia dos pais, das mães, dos avós e as datas festivas e civis.

Esta reunião constituiu o primeiro passo de um caminho de cooperação, aberto a outros movimentos, serviços e grupos de família.

Por CNBB

22 maio 2013

CNBB promove coleta nacional em prol da JMJ Rio2013 no próximo final de semana


Nos dias 25 e 26 de maio, a coleta de todas as missas e celebrações realizadas nas comunidades católicas de todo o país terá uma destinação especial. Por decisão da última Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, será realizada uma coleta especial para ajudar nos custos da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013.
A seguir, leia a íntegra da carta enviada pela Presidência da CNBB ao episcopado brasileiro:
Brasília, 03 de maio de 2013
P – C. Nº 0228/13

COLETA PARA A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE
25 e 26 de maio de 2013
“Ide e fazei discípulos entre todas as nações!” (cf. Mt 28,19)
Caros irmãos no Episcopado,
Graça e Paz!

A 51ª Assembleia Geral da nossa Conferência Episcopal, em Aparecida – SP, de 10 a 19 de abril de 2013 contemplou, com especial atenção, o tema da Jornada Mundial da Juventude que acontecerá nos dias 23 a 28 de julho no Rio de Janeiro, com a presença do Papa Francisco e de milhares de Jovens do Brasil e de todo o mundo.

12 maio 2013

Igreja inicia Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos


A Igreja celebra entre os dias 12 e 19 de maio, a edição 2013 da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC), no hemisfério sul. O tema da Semana será “O que Deus exige de nós?”.  Inspirado em Miquéias 6,6-8, o material foi todo preparado pelo Movimento de Estudantes Cristãos da Índia, com a consultoria da Federação de Universidade Católica de Toda a Índia e do Conselho Nacional de Igrejas na Índia.
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), por sua vez, se encarregou de produzir todo o material que será utilizado por igrejas e movimentos ecumênicos.
A Semana de Oração é promovida mundialmente pelo Conselho Pontifício para Unidade dos Cristãos (CPUC) e pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e acontece em períodos diferentes nos dois hemisférios. 
No hemisfério norte, o período tradicional para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC) é de 18 a 25 de janeiro. Essas datas foram propostas em 1908, por Paul Watson, pois cobriam o tempo entre as festas de São Pedro e São Paulo, e tinham, portanto, um significado simbólico.

Por sua vez, no hemisfério Sul, as Igrejas geralmente celebram a Semana de Oração no período de Pentecostes (como foi sugerido pelo movimento Fé e Ordem, em 1926), que também é um momento simbólico para a unidade da Igreja. No Brasil, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) lidera e coordena as iniciativas para a celebração da Semana em diversos estados.

O Subsídio para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2013 afirma que o querer de Deus é que os homens trilhem, hoje, um caminho feito de justiça, de compaixão e de humildade. "Esse caminho de discipulado envolve trilhar o caminho estreito do Reino de Deus e não as estradas dos impérios de hoje. Andar por esse caminho de retidão inclui as dificuldades da luta, o isolamento que acompanha protestos e o risco associado ao ato de resistir aos 'poderes e dominadores', explica o documento.
A unidade

06 maio 2013

O Papa exorta as famílias a rezarem o Terço

Papa Francisco: News.va

VATICANO, 06 Mai. 13 / 11:23 am (ACI/EWTN Noticias).- Em uma mensagem escrita pelo Papa Francisco na rede social Twitter, destacou a importância de rezar o Terço em família especialmente neste mês de maio dedicado à Santa Mãe de Deus.

No tweet se lê: "Seria maravilhoso, no mês de maio, rezar juntos em família o Terço. A oração faz com que a vida familiar torne-se ainda mais sólida".

Maio é o mês consagrado a Maria, por ser o mês no que não havia nenhuma festa particular, portanto a Igreja Católica alentou esta devoção à Santíssima Virgem, por duas bulas, uma de 21 de março de 1815 e a outra de 18 de junho de 1822, quando Pio VII concede as indulgências aplicáveis às almas do Purgatório.

Neste mês Mariano, lembramos no dia 13 a Festa de Nossa Senhora de Fátima, no dia 24 a festa de Maria Auxiliadora e no dia 31 festejamos aVisitação de Maria a Santa Isabel.
Na América Latina se celebra Nossa Senhora de Luján, padroeira da Argentina, terra do Santo Padre.

Fonte: acidigital

03 maio 2013

O Sentido do Casamento


O mesmo Deus que criou o homem e a mulher uniu-os em matrimônio. A Bíblia nos diz que, ao criar o homem, Deus sentiu-se insatisfeito, porque não encontrara em todos os seres criados nenhuma criatura que o completasse.
E Deus percebeu que “não é bom que o homem esteja só” (Gn 2,18a). Então, disse ao homem: “Eu vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada” (Gn 2,18b), alguém que seria como você e que o ajude a viver. E fez a mulher. Retirou “um pedaço” do homem para criar a mulher (cf. Gn 2,21-22).
Nessa linguagem figurada, a Palavra de Deus quer nos ensinar que a mulher foi feita da mesma essência e da mesma natureza do homem, isto é, “à imagem e semelhança de Deus” (cf. Gn 1,26). Santo Agostinho nos lembra que Deus, para fazer a mulher, não tirou um pedaço da cabeça do homem e nem um pedaço do seu calcanhar, por que a mulher não deveria ser chefe nem escrava do homem, mas companheira e auxiliar. Esse é o sentido da palavra que diz que Deus tirou “uma costela do homem” para fazer a mulher.

02 maio 2013

Papel da família na educação para a fé é tema de encontro na CN - Canção Nova

A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, realiza neste mês de maio o 3º Simpósio Nacional da Família e a 5ª Peregrinação Nacional da Família, com o tema: "A transmissão da fé na família, tarefa dos pais". 
O Simpósio será realizado no dia 25, na sede da Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP). O evento tem como objetivo refletir o papel da família na transmissão da fé e despertar nos pais a preciosa e insubstituível missão na transmissão e educação da fé aos filhos.
O Simpósio será transmitido ao vivo pela TV Canção Nova e contará com a presença do presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família e bispo de Camaçari (SP), Dom João Carlos Petrini; membros da Comissão; bispos responsáveis pela Pastoral Familiar nos 17 Regionais da CNBB; padres assessores Nacionais da Comissão Episcopal para a Vida e a Família; coordenadores nacional, regionais, diocesanos e paroquiais da Pastoral Familiar; assessores do Instituto João Paulo II e de famílias vindas de todas as dioceses do Brasil.
Ainda no dia 25 de maio haverá uma procissão luminosa pedindo a Deus pelas famílias, que sairá do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), às 19h30, e seguirá até a “Basílica Velha”.

Peregrinação nacional da família

E no domingo, 26, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB realizará a 5ª Peregrinação Nacional da Família de Aparecida. São aguardadas para o evento cerca de 150 mil pessoas que em peregrinação torna visível toda a ação evangelizadora em favor da família. O tema escolhido para o evento está em sintonia com o ano da fé e com a Jornada Mundial da Juventude.
Os membros da Comissão organizadora estão preparando subsídios como: oração comunitária, reflexão teológica e pastoral sobre o tema, sugestões para que as comunidades organizem simpósios, palestras e momentos de fraternidade e de intercâmbio entre as famílias.  Os subsídios estarão disponíveis no site da Pastoral Familiar, regionais e Dioceses.

Oração do Peregrino

Deus nosso Pai, que nos criou a Vossa imagem e semelhança e nos presenteou com o dom precioso da família, concedei, a nós, peregrinos rumo ao céu, participar pela presença e oração do 3º. Simpósio e da 5ª. Peregrinação Nacionais da Família com o propósito de renovarmos nossa unidade e visibilidade na missão da transmissão da fé.
Jesus Cristo, o Peregrino do Pai, que tendo nascido e crescido numa família humana, a santificou, olhai com bondade para nossas famílias peregrinas, para que continuem com coragem cristã o anúncio e testemunho da beleza de sermos e termos família, como o lugar privilegiado e próprio para que os pais ensinem aos filhos as lições do Evangelho.
Espírito Santificador, companheiro de nossas caminhadas, guia nas incertezas e perigos da vida, alento no cansaço, luz na escuridão, fortalecei nossos pais autênticos e insubstituíveis guardiães da educação dos filhos segundo a medida do amor divino e conduzi os peregrinos são e salvos a Casa da Mãe Aparecida e no retorno aos seus lares.

Sagrada Família, abençoai nosso 3º. Simpósio e 5ª. Peregrinação Nacionais da Família.

Fonte: canção nova

30 abril 2013

HORA DA FAMÍLIA 2013

O tema deste ano é a “transmissão e educação da fé na família cristã” considerando, especialmente, a responsabilidade dos pais. A reflexão também leva em conta o “Ano da Fé”, instituído pelo Papa emérito, Bento XVI, a Campanha da Fraternidade e a Jornada Mundial da Juventude a ser realizada no final do mês de julho, no Rio de Janeiro.


20 abril 2013


JÓIAS RARAS

Boa tarde Amigos!!

Nossas jóias raras são aquelas pessoas que fazem de pequenos instantes grandes lembranças, mesmo que não falem nada, somente pelo fato de poder contar sempre, ficam no local mais seguro, em nossos corações eternamente! 

Reflitam...

Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.
Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.
No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.
A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.
Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?
Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.
Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar.
Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos...
Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.
Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.
A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.
O marido, já um pouco preocupado perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.
- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!
- O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?
- Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!...
Por que isso agora?
- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!
- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.
- Mas eu não consigo aceitar a ideia de perdê-las!
E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!
- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.
- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito.
- As jóias preciosas eram nossos filhos.
- Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram.
O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.

Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se.
Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas.
Fonte: www.velhosabio.com

29 março 2013

Família, escola do perdão e da vida

Precisamos amar e valorizar a família que temos

Sabe qual é a maior família que existe? É a que nós possuímos, por mais frágil e complicada que ela seja.
Sabe qual é o pior inimigo do real? Pensou? O pior inimigo do real – da família real, daquela que temos – é o ideal. É aquela “ideia” que carregamos acerca de um modelo, cuja realidade toda é “obrigada” a se adequar, mas que – definitivamente – não corresponde à nossa realidade.
Nem sempre o real corresponderá aos nossos ideais, e quase perenemente precisaremos, com leveza e maturidade, nos reconciliar com o real para podermos, a partir dele, construir uma encarnada felicidade. A felicidade só será possível a partir da verdade e da realidade que, verdadeiramente, nos compõem.
Como dizia o poeta: “Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será, mas isso não impede que eu repita: é bonita, é bonita e é bonita (Gonzaguinha). E por mais que a vida nos apresente problemas e deformidades, ela sempre será um palco de belezas no qual precisaremos protagonizar nossa história. 
Nossos familiares são mesmo, inúmeras vezes, imperfeitos e muito difíceis de conviver. Todavia, é no solo dessa verdade (de nossa verdade) que precisamos nos assumir e, com bravura e heroísmo, nos lançar na construção da felicidade e de suas específicas exigências.
Precisamos amar e valorizar a família que temos: o pai, a mãe, os irmãos que Deus nos deu, independentemente de como são. Sem dúvida, isso não é fácil e se revela como realidade muito desafiadora. Entretanto, ninguém poderá construir uma vida verdadeiramente feliz sem ter a consciência tranquila pelo fato de ter lutado pelos seus e de não os ter abandonado em virtude de suas fraquezas.
Percebo como muito sábio e real o ditado que diz: “Quer conhecer alguém? É só observar como ele trata seus pais”, pois uma consciente e constante atitude de desamor com relação aos próprios pais revela uma séria e profunda deficiência no caráter e na forma de se relacionar.
Nossos familiares (os pais e os demais) manifestam nossas raízes e nossa identidade, e negá-los seria negarmos a nós mesmos.
Nossa família sempre oferecerá possibilidades, seja por meio de alegrias ou de dores, para nos tornarmos pessoas melhores. Nela, poderemos viver a relação e a abertura aos demais (não sem conflitos, é claro), assim compreendendo que não somos o centro “absoluto” do mundo.
Na família aprendemos – por bem ou por mal - a repartir o que temos e o que somos, com a possibilidade de, constantemente, frequentar a escola do perdão. Assim aprenderemos a oferecer, aos outros e a nós mesmos, uma nova chance diante de cada circunstância ou erro cometido.
Pela família aprendemos a compreender a imensa fragilidade humana que envolve a todos, percebendo-nos também como seres fracos e constantemente necessitados de ajuda e atenção.
Enfim, a família é uma escola de vida e de construção da felicidade; nela, o ser tem espaço para, de fato, “ser” e acontecer.
(Trecho extraído do livro "Construindo a felicidade"
Padre Adriano Zandoná
Fonte: canção nova

23 março 2013

Como viver a Semana Santa?


A Semana Santa deve ser um tempo de reflexão e reconstrução.

Num clima de alegria e esperança, provocado pela ascensão ao pontificado petrino do Papa Francisco, iniciaremos - no Domingo de Ramos - mais uma Semana Santa com a entrada triunfal de Jesus na cidade de Jerusalém.
Aí começa uma nova fase na história do povo de Israel, quando todos se voltam para a cena da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.
A Semana Santa deve ser um tempo de recolhimento, de interiorização e de abertura do coração e da mente para o Deus da vida. Significa fazer uma parada para reflexão e reconstrução da espiritualidade, essencial para o equilíbrio emocional e segurança no caminho natural da história de vida com mais objetividade e firmeza.
As dificuldades encontradas não são fracasso nem caminho sem saída. Elas nos levam a firmar a esperança na luta por uma vida sem obstáculos intransponíveis. Foi o que aconteceu com Cristo, no trajeto da Paixão, culminando com Sua morte na cruz. Em todo esse caminho, Ele passou por diversos atos de humilhação.
A estrada da cruz foi uma perfeita reveladora da identidade de Jesus. Ele teve de enfrentar os atos de infidelidade e rebeldia do povo que estava sendo infiel ao projeto de Deus, inclusive sendo crucificado entre malfeitores. Jesus partilha da mesma sorte e dos mesmos sofrimentos dos assassinos e ladrões de sua época.
Na Semana Santa devemos associar ao sofrimento de Cristo o mesmo que acontece com tantas famílias e pessoas violentadas em nosso tempo. Podemos dizer da violência armada, dos trágicos acidentes de trânsito, das doenças que causam morte, do surto da dengue, dos vícios que ceifam muita gente, etc.
Jesus foi açoitado, esbofeteado, teve a barba arrancada, foi insultado e cuspido. O detalhe principal é que nenhum sofrimento O fez desistir de Sua missão nem ter atitude de vingança. Ele deixou claro que o perdão é mais forte do que a vingança.
Devemos aprender com Ele e olhar a vida de forma positiva, sabendo que seu destino é projetado para a eternidade em Deus.
Dom Paulo M. Peixoto - Arcebispo de Uberaba (MG
Fonte: Comunidade canção nova

04 março 2013

Agradecidos, Bento XVI


UMA LIÇÃO SIMPLES E PROFUNDA
Com reverência e grande apreço, somos agradecidos pelo pontificado de Bento XVI que, como sucessor do apóstolo Pedro, ajudou a Igreja, em tempos de aceleradas mudanças e enormes desafios humanitários, a cumprir sua tarefa missionária: anunciar o Evangelho da vida, para fazer de todos discípulos e discípulas de Jesus Cristo.
O agradecimento reverente projeta luzes sobre um ministério exercido com extrema lealdade, humildade edificante, cultivado a partir de uma sabedoria temperada, admirável envergadura intelectual aliada a uma espiritualidade reveladora de uma profunda intimidade com Deus. Essas qualidades de Bento XVI, para além das vicissitudes humanas enfrentadas nas instituições todas, produzindo desafios relacionais e existenciais, traçou para a Igreja horizontes que a capacitaram ainda mais no enfrentamento das questões fundamentais da fé no seu diálogo imprescindível com a razão.
Um caminho exigente, na contramão de uma religiosidade entendida e vivida como mágica milagreira ou como lugar da conquista e de exercícios inadequados do poder que seduz, desfigura e distancia-se da condição de todos como servos da vinha do Senhor. Há de se recordar que Bento XVI, em 2005, dirigindo-se pela primeira vez à multidão presente na Praça de São Pedro, delineia a consciência clara de seu entendimento sobre sua pessoa e sobre seu ministério iniciante como sucessor de Pedro. Ele se apresenta - como não pode deixar de ser a apresentação dos discípulos de Jesus, sejam quais forem as circunstâncias, cargos, ofícios e responsabilidades - como simples servo da vinha do Senhor, chamado naquele momento ao exigente serviço como Papa.

24 fevereiro 2013

“Para ajudar as famílias, vos exorto a propor-lhes, com convicção, as virtudes da Sagrada Família: a oração e o silêncio” (Bento XVI)



O zelo apostólico com a família cristã é uma das marcas do pontificado do Papa Bento XVI. Esta preocupação vem sendo demonstrada, por diversas vezes, em suas homilias, pronunciamentos e catequeses. Em visita “Ad Limina Apostolorum”, com os Bispos do Brasil, realizada no período de setembro de 2009 a novembro de 2010, o Papa exortou sobre a necessidade do cuidado com as famílias brasileiras que passam por momentos de seduções relativistas.
Durante a visita dos Bispos brasileiros do Regional 1 (CE) e Nordeste 4 (PI), em 25 de setembro de 2009, o Papa Bento XVI fez um pronunciamento no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, onde falou da importância da “família assentada no matrimônio”.“Os vossos relatórios e nossos colóquios individuais tocavam repetidamente esta situação de assédio à família, com a vida saindo derrotada em numerosas batalhas; porém é alertador perceber que, apesar de todas as influências negativas, o povo de vossos Regionais Nordeste 1 e 4, sustentado por sua solidariedade fraterna, continua aberto ao Evangelho da Vida”.

13 fevereiro 2013

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013


Iniciou-se no dia 13 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, mais uma edição da Campanha da Fraternidade (CF). Esse ano o tema será “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8).
Após 21 anos da Campanha da Fraternidade de 1992, que abordou como tema central a juventude, a CF 2013, na sua 50ª edição, terá a mesma temática. A acolhida da temática “juventude” tem como objetivo ter mais um elemento além da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para fortalecer o desejo de evangelização dos jovens.
O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Eduardo Pinheiro, explicou que uma das metas principais da CF de 2013 é olhar a realidade juvenil, compreender a riqueza de suas diversidades, potencialidades e propostas, como também os desafios que provocam atitudes e auxílios aos jovens e aos adultos.
O objetivo geral da CF é acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz.
“Dentro do sentido da palavra ‘acolher’ está o valorizar, o respeitar o jovem que vive nesta situação de mudança de época e isso não pode ser esquecido”, destacou o presidente da Comissão da CNBB.

Missa marca lançamento da Campanha da Fraternidade no Santuário Nacional


Dom Damasceno: ‘Jesus nos convida a praticar a caridade e a dedicar mais tempo à oração’
Nesta quarta-feira de Cinzas (13), o Santuário Nacional de Aparecida abriu oficialmente, na missa das 9h, a Campanha da Fraternidade 2013, que tem como tema: ‘Fraternidade e juventude’.
O Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno Assis presidiu a celebração no Altar Central da Casa da Mãe Aparecida. Concelebraram a missa, o bispo auxiliar de Aparecida, Dom Darci José e o reitor do Santuário, Padre Domingos Sávio.
Jovens da Arquidiocese de Aparecida e região participaram da celebração.
Em sua homilia, Dom Damasceno ressaltou que a quaresma é tempo de conversão, isto é, de mudança de vida, tempo de reconciliação com Deus e com o próximo para que possamos chegar à Páscoa, renovados espiritualmente.
“Recebendo as cinzas em nossa cabeça, expressamos nosso arrependimento e ao mesmo tempo o desejo de percorrer nesta quaresma o caminho de conversão, de renovação espiritual que nos levará à alegria da Páscoa, do Cristo ressuscitado que é luz e vida para nós”, afirmou.
Dom Damasceno que em sua carta pastoral ‘Porta Fidei’, o Papa Bento XVI nos recorda que o Ano da Fé é um convite a uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. Esta conversão consiste em crer e viver o Evangelho. A imposição das cinzas é um sacramental, não é um sacramento, e seus efeitos espirituais dependem da disposição interior das pessoas que os recebem, como a disposição à conversão, a viver os compromissos batismais para celebrar, renovados espiritualmente, a Páscoa de Cristo e a nossa páscoa.
O Cardeal citou ainda que é importante que cada um faça o seu programa de vida nesta quaresma para melhor aproveitar este tempo de graça.
“Cada um deve examinar a sua vida cristã a luz do Evangelho e decidir em que aspectos da vida cristã precisa crescer mais”.
Liturgia
Os textos das leituras de hoje (13) e os textos litúrgicos nos chamam à conversão, ao arrependimento de nossos pecados, e à prática de boas obras, sobretudo, de obras de caridade.
Dom Damasceno nos explicou que o profeta Joel convida o povo a voltar para o Senhor com todo o coração, e São Paulo insiste com os coríntios: ‘deixai-vos reconciliar com Deus e a não perder a oportunidade que Deus nos dá’. É agora o momento favorável, diz São Paulo, é agora o dia da salvação.
No evangelho de Mateus, Jesus nos adverte que o importante é viver de maneira coerente a nossa fé e nos propõe três práticas penitenciais, próprias da tradição do povo judeu que são confirmadas por Jesus, mas que devem ser cumpridas com sinceridade e sem hipocrisia: a esmola, a oração e o jejum.
“O que Jesus nos pede nesta quaresma é um verdadeiro exame de consciência sobre nossas relações com os outros, a esmola; nossas relações com Deus, a oração, e conosco mesmos, o jejum. Jesus nos convida a praticar a caridade, a dedicar mais tempo à oração, tendo como fonte a Palavra de Deus a exercitar-nos no domínio de nós mesmos, para vivermos como discípulos de Jesus Cristo”, concluiu.
Campanha da Fraternidade 
No Brasil, realiza-se neste tempo quaresmal, a Campanha da Fraternidade que neste ano tem como tema: “Fraternidade e Juventude” e lema: “Eis-me aqui, envia-me!”, tirado do capítulo 6º., do profeta Isaías.
De acordo com Dom Damasceno, o objetivo geral desta Campanha é: “Acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz”. Para que isso aconteça, a Campanha propõe como passos os seguintes objetivos específicos: propiciar aos jovens um encontro pessoal com Jesus Cristo a fim de contribuir para sua vocação de discípulo missionário e para a elaboração de seu projeto pessoal de vida; possibilitar aos jovens uma participação ativa na comunidade eclesial, que lhes seja apoio e sustento em sua caminhada, para que eles possam contribuir com seus dons e talentos e sensibilizar os jovens para serem agentes transformadores da sociedade, protagonistas da civilização do amor e do bem comum.
Dom Raymundo Damasceno pediu que possamos fazer com que a Companha da Fraternidade seja um importante instrumento de evangelização e contribua para que os nossos jovens possam tornar-se protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna inspirada no Evangelho. 
Polyana Gonzaga
Redação Portal A12



O que significa a quarta-feira de cinzas?


É na quarta-feira de cinzas que começa a quaresma. Passam-se quarenta dias antes da Sexta-feira Santa. O nome “oficial” da quarta feira de cinzas é “ O Dia das cinzas”. O motivo pelo qual este dia ficou conhecido como quarta-feira de cinzas é que são 40 dias antes da Sexta-feira Santa, e o primeiro dia é sempre uma quarta-feira. A Bíblia não menciona a quarta-feira de cinzas. 
O período da quaresma tem como objetivo ser um tempo no qual as atividades e hábitos pecaminosos são abandonados. A quarta-feira de cinzas é o início deste período de arrependimento. A Bíblia contém inúmeras narrativas de pessoas usando “poeira e cinzas” como símbolo de arrependimento e/ou sofrimento (Gênesis 18:27; II Samuel 13:19; Ester 4:1; Jó 2:8; Daniel 9:3; Mateus 11:21). A tradição é que se desenhe, com cinzas, o sinal da cruz na testa da pessoa, como símbolo de sua identificação com Jesus Cristo. Um conceito parecido é mencionado em Apocalipse 7:3; 9:4; 14:1 e 22:4.
Deve o cristão observar a quarta-feira de cinzas? A quarta-feira de cinzas, junto com a quaresma, é observada pela maioria dos católicos, pela maioria das denominações ortodoxas e algumas denominações protestantes. Como a Bíblia, em nenhum lugar, ordena ou condena tal prática, os cristãos estão livres para, em oração, decidirem se vão ou não observar a quarta-feira de cinzas. Se um cristão se sente movido pelo Senhor a observar a quarta-feira de cinzas ou quaresma, o importante é que o faça sob a ótica bíblica. É boa coisa se arrepender de atividades pecaminosas. É boa coisa claramente se identificar como um cristão. Mas não é bíblico crer que Deus vai, automaticamente, abençoar você em resposta a observação de um ritual. Deus está interessado em nossos corações, não em que observemos rituais. Veja Mateus capítulo 6, versos 1-8.
Por http://www.gotquestions.org/Portugues/quarta-feira-cinzas.html

11 fevereiro 2013

Bento XVI anuncia renúncia



A Rádio Vaticano divulgou a informação de que o papa Bento XVI anunciou nesta segunda-feira que renunciará ao cargo no dia 28 de fevereiro. Eis o texto integral do anúncio:
“Caríssimos Irmãos, convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino.
Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer de ânimo; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado.
Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.
Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus".
Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.
BENEDICTUS PP XVI
Por CNBB/Rádio Vaticana 

09 fevereiro 2013

Formação: O sentido cristão do sexo

O AMOR CONJUGAL TEM UM SENTIDO ÚNICO

Antes de tudo, o casal cristão precisa conhecer bem o sentido do sexo no plano de Deus. Ele o quis. De todas as alternativas possíveis que o Senhor poderia ter empregado para gerar e manter a espécie humana, Ele escolheu a relação física e espiritual do amor conjugal. Deus quis que o casal humano fosse o arquétipo da humanidade e que sua geração fosse por meio da via sexual.
Além disso, por meio deste ato, Ele quis aprofundar o amor do casal. Então, a conclusão a que se chega é que Deus não só inventou o sexo, mas o dotou de profunda dignidade e sentido, por isso colocou normas para ser vivido de maneira correta, para que não causasse desajustamento e sofrimento. O Senhor quis que o ser humano fosse material e espiritual, algo como uma síntese bela do animal que apenas tem corpo com o anjo que apenas é espírito. E, dotando-o de corpo, quis que o homem fosse sexuado como os animais; porém, a sua vida sexual deveria ser guiada não pelo instinto, mas pela alma, e iluminada pela inteligência, embelezada pela liberdade, conduzida pela vontade e vivida no amor.
Related Posts with Thumbnails