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10 março 2012

FORMAÇÃO: O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO E PASSOS PARA OS QUE O QUEREM DE VERDADE

Por Pe. Rômulo Azevedo da Silva
As palavras testemunho, serviço e casais têm um forte sentido e um profundo histórico na nossa Igreja e, especialmente, em toda a caminhada cristã. Em um mundo onde muitas pessoas não acreditam mais no verdadeiro amor e em tudo que dele deve brotar, como afeto, fidelidade, união, nós, discípulos de Jesus de Nazaré, devemos estar prontos para carregar nossa bandeira de anúncio, levantar nossas vozes de quem acredita ainda em um sonho que começou há mais de 2000 anos quando os discípulos do Mestre de Nazaré deram continuidade à sua missão. Este sonho e esta caminhada chegou até nós e também nos chamou, nos encantou. A vida e a esperança que o Senhor suscitou em todos e continua suscitando hoje nós chamamos de Igreja, ainda mais, somos esta Igreja.
Para nós, Católicos, Apostólicos, Romanos, o sentido do Sacramento do Matrimônio é o amor ágape, a caridade, a doação. Se todos os Sacramentos são lugares de encontro com o Cristo Vivo, se são sinais sensíveis e eficazes que além de nos mostrar onde Jesus está, também nos alimentam dele, cada casal tem e é um tesouro que só com  a nossa capacidade intelectual jamais iremos entender por completo. Contudo este tesouro também se torna missão, pois ninguém que ama consegue não ter uma atitude de comunicador do amor que experimenta dentro de si.

26 dezembro 2010

Amor do pai e da mãe é essencial para a criança, diz Papa

Da Redação, Leonardo Meira 
No dia em que a Igreja celebra a festa da Sagrada Família, o Papa reuniu-se com os fiéis na Praça de São Pedro para a tradicional oração mariana do Angelus, neste domingo, 26.

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Disso necessitam as crianças: do amor do pai e da mãe. É isso que lhes dá segurança e que, no crescimento, permite a descoberta do sentido da vida", ressaltou.
O encontro com os peregrinos aconteceu a partir da janela de seu escritório particular no Palácio Apostólico Vaticano, às 9h (no horário de Brasília - 12h em Roma).

Acesse
.: Angelus de Bento XVI na Festa da Sagrada Família
.: Oração do Angelus na voz de Bento XVI

O Pontífice destacou que a narração do Evangelho segundo Lucas 
(2, 16) - sobre como os pastores de Belém, após receberem o anúncio do anjo, encontraram Maria e José, com Jesus deitado na manjedoura - indica que as primeiras testemunhas oculares do nascimento do Senhor se depararam exatamente com a cena de uma família: mãe, pai e filho recém-nascido.

O Papa recordou ainda que o nascimento de toda a criança traz consigo algo deste mistério:

"Com efeito, os seres humanos vivem a procriação não como mero ato reprodutivo, mas ali percebem a riqueza, intuem que toda a criatura humana que surge na terra é 'sinal' por excelência do Criador e Pai que está nos céus. Quanto é importante, então, que toda a criança, vindo ao mundo, seja acolhida pelo calor de uma família! Não importam as comodidades exteriores". 


Por fim, Bento XVI disse que a Sagrada Família é singular, irrepetível, "mas, ao mesmo tempo, é 'modelo de vida' para toda a família".
A liturgia prevê a celebração desta festa no primeiro domingo após o Natal, o que, neste ano, aconteceu exatamente um dia depois, prevalecendo sobre a festa do protomártir Santo Estevão, também marcada para esta data.

 

15 outubro 2010

Formação: Os discípulos de Cristo continuam a sua missão

Eles não devem ficar apenas nas orações
Nós cristãos agimos, hoje, como Jesus agiu no seu tempo: divulgamos a Boa Nova do Evangelho,, somos missionários, damos continuidade ao projeto de Cristo.
Há algum tempo, missionário era o cristão que pregava o Evangelho onde não existiam batizados: entre os índios, na África, na China, no Japão etc.
Hoje, o missionário precisa pregar nas cidades dos batizados e, assim, atrair para Cristo os cristãos que estão fora da Igreja e não frequentam a comunidade.
Por Cristo o mundo teve a oportunidade de conhecer o reino do Pai. Ele criou uma comunidade de discípulos e preparou-os para a missão de levar o Evangelho ao mundo.
Anos mais tarde, outros seguiram os passos desses discípulos, com Madre Tereza de Calcutá, Madre Paulina, Irmã Dulce, São Francisco de Assis, Joao Paulo II e Dom Bosco. Cada um, a seu modo, seguiu os ensinamentos de Jesus e atraiu outros cristãos para viver essa experiência.
O que leva as pessoas a seguirem Jesus é a Sua própria pessoa, Sua amizade, Seu anúncio de um encontro. O Mestre veio ao mundo com uma missão: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundancia” (Jo. 10,10)
Essa missão pertence a nós cristãos também, pois é uma missão de amor.
O amor salva e faz a pessoa se arriscar. Quem tem um amor empenha-se numa causa, num projeto e reúne outros a sua volta para ajudar a executá-lo.
É preciso ter preocupação humanitária como todos os santos da Igreja, homens e mulheres de grandes realizações em favor da humanidade. Nos momentos de dificuldades sempre sentiam a presença de Cristo e, como Ele, não ficaram apenas na oração, mas entraram em ação para glorificar o Pai.
Um belo exemplo para todo missionário é o apostolo São Paulo, de quem a Igreja celebrou dois mil anos de nascimento em 2008.
Paulo passou de perseguidor dos cristãos a apóstolo apaixonado por Cristo. Ele fez longas viagens durante toda a sua vida com a finalidade de propagar o Evangelho. Paulo registrou, em suas cartas destinadas às comunidades cristãs fundadas por ele, todos os sofrimentos pelos quais passou em sua trajetória.
Paulo foi ao mesmo tempo missionário, pastor e teólogo, apresentando os grandes mistérios de Deus, da Sua Igreja e da graça. Viveu a experiência amorosa com Deus, que o amava, e a Ele entregou sua vida. Dizia viver crucificado, sofrendo pelo Evangelho, mas feliz.
Padre Mario Bonatti

13 setembro 2010

O Papa pede aos bispos que evangelizem com testemunho de vida e verdade cristã

.- O Papa Bento XVI recordou aos bispos que “o testemunho da própria vida é condição essencial para a eficácia profunda da predicação” e pediu-lhes proclamar a verdade cristã convencidos de que esta “responde à necessidade profunda da existência humana”.

“A vida do Bispo deve ser uma oblação contínua a Deus pela salvação de sua Igreja e, em especial, pela salvação das almas que lhe foram confiadas. Esta oblação pastoral constitui também a verdadeira dignidade do Bispo: que deriva do ser servo de todos, ao ponto de dar a própria vida”, afirmou o Pontífice ao receber ontem pela manhã em Castelgandolfo a um grupo de bispos recém nomeados.

“O episcopado, em efeito – ao igual ao presbiterado – nunca se deve interpretar mal seguindo categorias mundanas. É serviço de amor. O Bispo está chamado a servir à Igreja com o estilo do Deus feito homem, sendo cada vez mais plenamente servo do Senhor e servo da humanidade. É sobre tudo servidor e ministro da Palavra de Deus”, acrescentou.

O Pontífice explicou que em especial nas comunidades que se vivem em situações de ‘fronteira’ religiosa, antropológica e social, sendo inclusive presencia minoritária, os pastores não devem “ceder ao pessimismo e desalento, porque é o Espírito Santo o que guia à Igreja e lhe dá – com seu sopro poderoso – a valentia de perseverar e de procurar novos métodos de evangelização, para alcançar âmbitos até agora inexplorados”.

“A verdade cristã é atraente e persuasiva precisamente porque responde à necessidade profunda da existência humana, anunciando de forma convincente que Cristo é o único Salvador de todo o homem e de todos os homens. Este anúncio segue sendo válido hoje assim como foi ao começo do cristianismo, quando se obrou a primeira grande expansão missionária do Evangelho. Queridos Irmãos no Episcopado, é na potência do Espírito Santo que têm a sabedoria e a fortaleza para obter que suas Igrejas testemunhem a salvação e a paz”, acrescentou.

O Papa fez estas reflexões na audiência que concedeu aos bispos participantes no curso de atualização organizado pela Congregação para a Evangelização dos Povos.

O Pontífice reiterou que a Igreja acompanha os novos bispos com grande esperança, com a oração e com afeto.

“Eu também quero assegurar-lhes minha proximidade espiritual em seu serviço cotidiano ao Evangelho. Conheço os desafios que devem enfrentar, especialmente nas comunidades cristãs que vivem sua própria fé em contextos nada fáceis, onde, além de várias formas de pobreza, verificam-se algumas vezes formas de perseguição por causa da própria fé cristã”, disse o Papa.

Conforme informa Rádio Vaticano, o Papa encomendou o ministério dos novos bispos à intercessão de Maria Santíssima, Rainha dos Apóstolos, e lhes repartiu uma afetuosa Bênção Apostólica, a cada um deles e aos fiéis de suas comunidades. 
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