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23 setembro 2012

Abraçar a humildade e deixar o orgulho, exorta Bento XVI no ângelus dominical



VATICANO, 23 Set. 12 / 10:26 am (ACI).- Neste domingo, 23 de setembro, diante dos milhares de fiéis que o acompanharam na audiência geral na residência Apostólica de Castel Gandolfo, o Papa afirmou que é necessário mudar o nosso modo de pensar e de viver para seguir o Senhor, e assim abraçar a humildade e deixar o orgulho que nos impedem ser como Cristo que não teme abaixar-se e fazer-se o último.
“Em nossa jornada através do Evangelho de Marcos, no domingo passado chegamos à sua segunda parte, isto é, a última viagem para Jerusalém rumo à cima da missão de Jesus. Depois de que Pedro, em nome dos discípulos, professou a fé nEle, reconhecendo-o como o Messias, Jesus começou a falar abertamente sobre o que iria sucerder com Ele no final”. 
O evangelista, explicou o Papa  mostra três predições sucessivas da morte e a ressurreição, nos capítulos 8, 9 e 10: nestas Jesus proclama  de forma cada vez mais clara o destino que o aguarda e sua intrínseca necessidade para a salvação do mundo.

02 setembro 2012

Ângelus: Papa alerta para o perigo da falsa religiosidade


O risco de se perder o autêntico sentido da religião, caindo numa falsa religiosidade, foi a reflexão do Papa Bento XVI antes do Angelus deste domingo, 2, na residência apostólica de Castel Gandolfo. 
O Santo Padre comentava as leituras da liturgia deste domingo, que se referem ao tema da Lei de Deus, “elemento essencial da religião hebraica e também da cristã, a qual encontra seu pleno cumprimento no amor".
“A Lei de Deus é a sua Palavra que guia o homem no caminho da vida. o faz sair da escravidão do egoísmo e o introduz na 'terra' da verdadeira liberdade e da vida”, destacou o Papa.
É por isso que “na Bíblia, a Lei não é vista como um peso, uma limitação que oprime, mas como um dom precioso do Senhor, o testemunho do seu amor paterno, de sua vontade de estar próximo ao seu povo, de ser o seu Aliado e escrever com ele uma história de amor”.
No limiar da Terra Prometida, após o longo caminho do deserto, Moisés adverte o povo para a necessidade de escutar e aplicar as palavras ditas da parte do Senhor. O problema que o povo estava para enfrentar, ao estabelecer-se, era o de pôr toda a sua segurança e alegria em algo que não era a Palavra de Deus, mas sim nos bens, no poder e em outras divindades que na realidade são vãs, são ídolos, explicou Bento XVI. 
“A Lei de Deus permanece, mas já não é a coisa mais importante, a regra de vida; torna-se mais um revestimento, uma cobertura, enquanto a vida segue outros caminhos, outras regras, interesses frequentemente egoístas individuais e do grupo. E assim, a religião perde o seu sentido mais autêntico, que é viver na escuta de Deus para fazer a sua vontade - que é a verdade do nosso ser - e assim viver bem na verdadeira liberdade, se reduz a prática de costumes secundários, que satisfaça o desejo humano de sentir-se bem com Deus”, enfatizou. 
Bento XVI alerta que tal atitude é um grave risco para qualquer religião, algo que Jesus encontrou no seu tempo e com que se confrontam os cristãos de todos os tempos. Por isso, no Evangelho deste domingo, Jesus critica a vivência de fé dos fariseus e dos escribas, que cumprem os preceitos, mas com o coração longe de Deus. 
Por fim, o Papa recorda as palavras de São Tiago, em sua Carta, sobre o perigo da falsa religiosidade. O apóstolo escreve aos cristãos, dizendo: "Sede cumpridores da Palavra e não apenas ouvintes; isto equivaleria a vos enganardes a vós mesmos" (Tg 1, 22). 
Após a recitação do Angelus, Bento XVI dirigiu-se em cinco línguas aos presentes reunidos no pátio interno da residência pontifícia de Castel Gandolfo. De fato, em francês dirigiu uma saudação especial aos libaneses presentes, assegurando-lhes "as suas orações" e a sua "alegria" em visitar daqui a alguns dias o País dos Cedros. Dentre as saudações particulares, o Papa felicitou os casais de esposos que festejam 25 anos de matrimônio.
O Santo Padre concedeu, a todos, a sua Bênção apostólica.
Fonte: canção nova

02 julho 2012

Bento XVI: Devemos pedir a Deus uma fé cada vez mais firme


VATICANO, 02 Jul. 12 / 04:01 pm (ACI).- O Papa Bento XVI pediu neste domingo na praça de São  Pedro que os fiéis superem a visão horizontal e materialista da vida, e peçam com insistência uma fé firme, “para que o Senhor renove nossa vida”.
Em suas palavras prévias à oração do Ângelus, diante dos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o Santo Padre assinalou que “a Deus nós pedimos tantas curas de problemas, de necessidades concretas, e isto é justo, mas o que devemos pedir-lhe com insistência é uma fé cada vez mais firme”.
Bento XVI se referiu às duas curas apresentadas pelo evangelista Marcos da liturgia dominical que em Roma correspondiam às leituras do 13º domingo do Tempo Ordinário, e indicou que nos dois episódios estão presentes dois níveis de leitura; “o puramente físico: Jesus se inclina sobre o sofrimento humano e cura o corpo; e o espiritual: Jesus veio curar o coração do homem, a dar a salvação e pede a fé nele”.

07 fevereiro 2011

Ser luz do amor de Deus frente à indiferença e o egoísmo do mundo, alenta o Papa


VATICANO, 07 Fev. 11 / 03:47 pm (ACI)

Ao presidir a oração do Ângelus este domingo na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI alentou os cristãos a ser luz do amor de Deus em meio das trevas da indiferença e do egoísmo no mundo para dar sentido à vida dos homens.

Perante os milhares de fiéis reunidos, o Santo Padre se referiu ao Evangelho deste domingo no qual o Senhor Jesus recorda aos apóstolos que eles "são o sal da terra e a luz do mundo".

"Com estas imagens ricas de significado, Ele quer transmitir-lhes o sentido de sua missão e testemunho".

O sal, explicou o Papa, "na cultura do Meio Oriente, evoca diversos valores como a aliança, a solidariedade, a vida e a sabedoria. A luz é a primeira obra de Deus Criador e é fonte da vida, a mesma Palavra de Deus é comparada à luz, como diz o salmista 'Guia de meus passos é sua palavra, luz para meu caminho'".

"A sabedoria reassume em si os efeitos benéficos do sal e da luz. De fato, os discípulos do Senhor estão chamados a dar um novo sabor ao mundo, e a preservá-lo da corrupção, com a sabedoria de Deus, que resplandece plenamente no rosto do Filho, porque Ele é a 'luz verdadeira que ilumina a todo homem'".

"Unidos a Ele -prosseguiu- os cristãos podem difundir em meio das trevas da indiferença e o egoísmo, a luz do amor de Deus, verdadeira sabedoria que dá significado à existência e à ação dos homens".

Logo após, o Pontífice recordou que, em 11 de fevereiro, celebra-se o Dia Mundial do Doente - ocasião propícia para aumentar a sensibilidade de todos os setores pela situação dos irmãos enfermos, segundo ele. Da mesma forma, neste domingo, acontece na Itália a "Jornada pela vida", também lembrada pelo Papa.

"Desejo que todos se comprometam a fazer crescer a cultura da vida, para colocar no centro, em toda circunstância, o valor do ser humano. Segundo a fé e a razão, a dignidade da pessoa é irredutível às suas faculdades ou capacidade que pode manifestar e, portanto, não diminui quando a pessoa mesma está debilitada, inválida e necessitada de auxílio", concluiu o Pontífice.

Fonte: acidigital

26 dezembro 2010

Amor do pai e da mãe é essencial para a criança, diz Papa

Da Redação, Leonardo Meira 
No dia em que a Igreja celebra a festa da Sagrada Família, o Papa reuniu-se com os fiéis na Praça de São Pedro para a tradicional oração mariana do Angelus, neste domingo, 26.

"
Disso necessitam as crianças: do amor do pai e da mãe. É isso que lhes dá segurança e que, no crescimento, permite a descoberta do sentido da vida", ressaltou.
O encontro com os peregrinos aconteceu a partir da janela de seu escritório particular no Palácio Apostólico Vaticano, às 9h (no horário de Brasília - 12h em Roma).

Acesse
.: Angelus de Bento XVI na Festa da Sagrada Família
.: Oração do Angelus na voz de Bento XVI

O Pontífice destacou que a narração do Evangelho segundo Lucas 
(2, 16) - sobre como os pastores de Belém, após receberem o anúncio do anjo, encontraram Maria e José, com Jesus deitado na manjedoura - indica que as primeiras testemunhas oculares do nascimento do Senhor se depararam exatamente com a cena de uma família: mãe, pai e filho recém-nascido.

O Papa recordou ainda que o nascimento de toda a criança traz consigo algo deste mistério:

"Com efeito, os seres humanos vivem a procriação não como mero ato reprodutivo, mas ali percebem a riqueza, intuem que toda a criatura humana que surge na terra é 'sinal' por excelência do Criador e Pai que está nos céus. Quanto é importante, então, que toda a criança, vindo ao mundo, seja acolhida pelo calor de uma família! Não importam as comodidades exteriores". 


Por fim, Bento XVI disse que a Sagrada Família é singular, irrepetível, "mas, ao mesmo tempo, é 'modelo de vida' para toda a família".
A liturgia prevê a celebração desta festa no primeiro domingo após o Natal, o que, neste ano, aconteceu exatamente um dia depois, prevalecendo sobre a festa do protomártir Santo Estevão, também marcada para esta data.

 

10 outubro 2010

Papa recomenda oração do Santo Rosário a fiéis

"O Rosário é oração bíblica, toda tecida de Sagrada Escritura. É oração do coração, em que a repetição da Ave Maria orienta o pensamento e o afeto para Cristo, tornando-se súplica confiante na sua e nossa Mãe", explicou o Papa Bento XVI na mensagem antes da oração do Ângelus, no Vaticano. 

O Santo Padre recordou que Outubro é chamado “o mês do Rosário”, e que somos convidados a deixar-nos “guiar por Maria nesta oração antiga e sempre nova”, que “nos conduz diretamente a Jesus, contemplado os seus mistérios de salvação”.

O Papa destacou também a presença dos Líderes das Igrejas Orientais, em Roma, para participarem na assembleia sinodal. "Uma realidade diferente, onde a única Igreja de Cristo se exprime em toda a riqueza das suas antigas tradições", destacou.

“Nestes países, infelizmente marcados por profundas divisões e dilacerados por conflitos que duram há muito tempo, a Igreja é chamada a ser sinal e instrumento de unidade e de reconciliação, segundo o modelo da primeira comunidade de Jerusalém, na qual a multidão dos que se tinham tornado crentes tinha um só coração e uma só alma”, disse Bento XVI.

E concluiu confiando à intercessão de Maria o Sínodo para o Oriente Médio. Dentre as saudações em diversos idiomas, não faltou uma em português:

“A minha saudação estende-se a todos os peregrinos de língua portuguesa, em particular aos fiéis cristãos da cidade de Jundiaí, no Brasil, invocando abundantes graças divinas sobre os seus passos para construírem a vida sobre aquela rocha firme que é Cristo vivo na sua Igreja. Deus a todos guarde e abençoe!”

Da Redação, com Rádio Vaticano


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