28 outubro 2010

Halloween! Que motivos temos para celebrar?

A cada ano torna-se mais popular as comemorações do Halloween no Brasil. Mas que motivos teríamos para celebrar tal data, sendo que a pouco tempo atrás, o dia 31 de Outubro não tinha nenhuma importância para o nosso calendário?
Sabemos que a palavra Halloween tem sua expressão da contração errada da palavra em inglês “All Hallow Eve” que significaria na versão para o português em “Dia de Todos os Santos”.
Este tipo de celebração surgiu na Irlanda no século 5º A.C. onde se acreditavam no retorno dos espíritos em busca de corpos para poder “viver” por mais um ano. A pessoa do Jack – o lanterna, seria de um homem que teria enganado o demônio, após ter feito um pacto com ele…
Sendo assim, conta a crença que as pessoas temendo serem possuídas por esses espíritos se descaracterizavam na tentativa de, assemelhar-se a eles, promovendo barulhos e destruição. Quanto maior fosse a algazarra, maior seriam as chances de enganar os espíritos que estariam vagando.
Percebemos que em pouco tempo, houve uma intervenção cultural e, sem restrições, foi absorvida por parte da população. Aquilo que fazia parte somente de um folclore estrangeiro, lentamente foi inserido junto às escolas de idiomas, que justificando mostrar o comportamento e costumes de uma região foram fixando em seus calendários.
Hoje já não é diferente em outras escolas e até mesmo os clubes sociais, bailes que se esmeram na decoração com cenário, por vezes macabra, os quais exigem como figurino máscaras, fantasias e maquilagem pálidas.
O que estaríamos verdadeiramente comemorando? Quais os motivos que teríamos para exaltar?
De norte a sul do país, o folclore brasileiro enriquece a nossa cultura com as histórias de mula sem cabeça, saci pererê, lobisomem, curupira, boto, mãe d´água, bumba meu boi, entre outros. Se a moda de celebrar os motivos folclóricos se tornar um costume, boa parte do nosso calendário será recheado de muita festa sem motivos de celebração.
Um abraço. Até mais

Formação: Família, lugar dos valores do reino de Deus

Somos cooperadores desta graça
Quando um casal forma uma família, nasce um novo espaço sagrado no mundo, um lugar reservado por Deus para que os valores do Reino sejam implantados e vividos. Nesta perspectiva, o lar cristão precisa se tornar o próprio Reino de Deus, local de Sua santa morada. Mas isto só é possível com a colaboração dos próprios cônjuges, que têm a missão de implantar este reino de amor, paz e justiça.
O reino do amor começa com o próprio relacionamento do casal, que deve ser construído a cada dia através de gestos de acolhida, carinho, proteção, afeto mútuo, compreensão. Também uma dose de emoção e sentimentos que terão que se renovar no dia a dia, recheado de palavras que elevam a outra pessoa e revelam o que ela tem de mais precioso. Infelizmente, em alguns lares não vemos casais apaixonados e se apaixonando pela aventura de viver juntos, acabam esfriando a paixão do namoro, deixando de lado o prazer sexual como fonte de alegria, relegando isto a busca de prazer às custas do outro. O sexo sem amor é alienante, pois "leva" a pessoa à categoria de “animal”, que quer prazer a todo custo. O componente do amor, enquanto vivência de carinho e de afeto demonstrados, faz a diferença na vida conjugal. O Reino de Deus é repleto de amor, deste amor que se dá mais do que se recebe. Que é mais doação de vida, sacrifício pelo outro do que busca de se preencher pessoalmente. O Reino de Deus acontece quando promovemos o amor e fazemos dele o centro de nossas vidas.
O Reino também é de paz, e esta paz só acontece a partir da presença do Príncipe da Paz, que é Jesus Cristo. Toda família precisa ter como fonte de paz, a pessoa de Jesus. E isto acontece a partir da participação dos membros da família na Igreja: a vivência sacramental. Se fizéssemos uma enquete sobre o assunto, certamente iríamos descobrir que famílias que participam da Santa Missa todo domingo, por exemplo, conseguem conservar a paz e banir a discórdia, as divisões internas, brigas, no interior de seus lares. Não há paz longe de Jesus Cristo, Ele é o Shalom de Deus, paz completa, paz duradoura. Este valor do Reino não se consegue implantar com as próprias forças, mas é fruto da presença de Jesus. Somos cooperadores desta graça, nos expondo e nos colocando na presença de Cristo através da Igreja.
Outro valor do Reino a ser implantado na família é a justiça. Não a justiça de quem pensa em fazer o que é correto perante a lei tão somente. Isto é até fácil, mas a justiça do Reino de Deus é tirar de si e dar ao outro. Tudo que temos e que não estamos utilizando não nos pertence, portanto não é nosso, mas de outro que está precisando. Não podemos reter para nós o que não necessitamos para ter uma vida digna, sabendo que outra pessoa não tem esta mesma vida digna porque não partilhamos com ele o que nos sobra. O Reino de Justiça é o Reino da solidariedade, da partilha, da caridade expressa em ajuda mútua. É bem fácil achar-se justo dentro da nossa individualidade e a partir do egocentrismo que é tão presente na atual sociedade. Na família cristã deve-se viver a fraternidade, para que o mundo seja melhor  a partir de cada um de nós.
Tudo isto começa na família, a partir dos conceitos cristãos que precisamos absorver , ensinar os nossos filhos a viverem: o amor, a participação sacramental em busca da paz e a justiça. É esta a  nossa missão: implantar o Reino de Deus a partir da formação moral de homens e mulheres, para se tornarem novos para um mundo novo, o que só é possível no ambiente familiar.
Deus abençoe você e sua família.
Fonte: canção nova

Santo do Dia - São Simão e São Judas Tadeu

Celebramos na alegria da fé os apóstolos São Simão e São Judas Tadeu. Os apóstolos foram colunas e fundamento da verdade do Reino. 

São Simão:

Simão tinha o cognome de Cananeu, palavra hebraica que significa "zeloso". 

Nicéforo Calisto diz que Simão pregou na África e na Grã-Bretanha. São Fortunato, Bispo de Poitiers no fim do século VI, indica estarem Simão e Judas enterrados na Pérsia. 

Isto vem das histórias apócrifas dos apóstolos; segundo elas, foram martirizados em Suanir, na Pérsia, a mando de sacerdotes pagãos que instigaram as autoridades locais e o povo, tendo sido ambos decapitados. É o que rege o martirológio jeronimita. 

Outros dizem que Simão foi sepultado perto do Mar Negro; na Caucásia foi elevada em sua honra uma igreja entre o VI e o VIII séculos. Beda, pelo ano de 735, colocou os dois santos no martirológio a 28 de outubro; assim ainda hoje os celebramos. 

Na antiga basílica de São Pedro do Vaticano havia uma capela dos dois santos, Simão e Judas, e nela se conservava o Santíssimo Sacramento.

São Judas Tadeu:

Judas, um dos doze, era chamado também Tadeu ou Lebeu, que São Jerônimo interpreta como homem de senso prudente. Judas Tadeu foi quem, na Última Ceia, perguntou ao Senhor: "Senhor, como é possível que tenhas de te manifestar a nós e não ao mundo?" (Jo 14,22). 

Temos uma epístola de Judas "irmão de Tiago", que foi classificada como uma das epístolas católicas. Parece ter em vista convertidos, e combate seitas corrompidas na doutrina e nos costumes. Começa com estas palavras: "Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados e amados por Deus Pai, e conservados para Jesus Cristo: misericórdia, paz e amor vos sejam concedidos abundantemente". Orígenes achava esta epístola "cheia de força e de graça do céu". 

Segundo São Jerônimo, Judas terá pregado em Osroene (região de Edessa), sendo rei Abgar. Terá evangelizado a Mesopotâmia, segundo Nicéforo Calisto. São Paulino de Nola tinha-o como apóstolo da Líbia.

Conta-se que Nosso Senhor, em revelações particulares, teria declarado que atenderá os pedidos daqueles que, nas suas maiores aflições, recorrerem a São Judas Tadeu. 

Santa Brígida refere que Jesus lhe disse que recorresse a este apóstolo, pois ele lhe valeria nas suas necessidades. Tantos e tão extraordinários são os favores que São Judas Tadeu concede aos seus devotos, que se tornou conhecido em todo o mundo com o título de Patrono dos aflitos e Padroeiro das causas desesperadas. 

São Judas é representado segurando um machado, uma clava, uma espada ou uma alabarda, por sua morte ter ocorrido por uma dessas armas.

São Simão e São Judas Tadeu, rogai por nós!


27 outubro 2010

Formação: Não permita que o mal destrua seu casamento

Na carta aos Efésios fica muito claro que a confusão está nos ares: “Pois não é o homem que afrontamos, mas as Autoridades, os Poderes, os Dominadores deste mundo de trevas, os espíritos do mal que estão nos ares” (Ef 6,12).

Quem põe a confusão nos ares é o inimigo. Ele cultiva no coração do homem e da mulher ressentimentos e mágoas. Ele une uma ferida com outra, um acontecimento com outro, criando desentendimento entre os casais, de modo que, quando menos se espera, os dois já estão com a confusão pronta dentro de casa. Tanto que, no momento em que um “vomita” o que tem por dentro, sai coisa lá do tempo de namoro: “Quando você falou aquilo... Quando fez tal coisa...” Esses sentimentos são trabalhados no nosso inconsciente sem que percebamos. Criando barreiras entre um e outro. Uma guerra surda que, quando explode, destrói tudo.

O inimigo sabe como usar do marido decepcionado com a esposa, com o casamento. Ele sabe como destruir o casamento da mulher ressentida, magoada. É fácil colocar no caminho dela “o homem dos seus sonhos”: carinhoso, que escuta, dá atenção, sabe elogiar. Tão diferente do marido bruto, que só critica, que nunca entende, que não tem tempo e só a faz de empregada! É fácil colocar no caminho do marido decepcionado a menina bonita, atraente, sensual; a secretária atenciosa, a colega que escuta e dá atenção. Não faltam meninas e mulheres carentes.

Primeiro o inimigo trabalha cultivando as feridas, os ressentimentos, as decepções. Depois mostra a “isca” para mordermos e cairmos no anzol. E lá se foi o casamento!

Se uma mulher percebe um nódulo no seio, ela busca extirpá-lo imediatamente e não deixa o câncer crescer e tomar conta. Se você está sentindo esse pequenos sinais de alerta no seu casamento, extirpe logo de uma vez. Não permita que o mal destrua seu casamento e sua família.

Deus abençoe você!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" de monsenhor Jonas Abib)
Fonte: canção nova

Cardeais do Vaticano reconhecem milagre de Irmã Dulce

Irmã Dulce dedicou sua vida aos mais pobre e necessitados

Leonardo Meira e Nicole Melhado
Da Redação

Até o início do Tempo do Advento, o Brasil deve oferecer mais um exemplo de vida santa ao mundo. O processo de beatificação da Irmã Dulce passa agora para a análise doPapa Bento XVI

Nesta terça-feira, 26, o Arcebispo de São Salvador da Bahia, Dom Geraldo Majella Agnelo, foi informado pelo Vaticano que os cardeais foram unânimes em reconhecer o milagre atribuído a intercessão de Irmã Dulce. 

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Conhecida como o “anjo bom da Bahia”, Irmã Dulce era um exemplo de vida cristã.  Em abril de 2009, foram reconhecidas suas virtudes heróicas e ela foi declarada venerável pelo Vaticano. Em  junho de 2010, seu corpo foi exumado e transferido junto às suas relíquias, últimos atos antes da beatificação.

Reconhecimento do milagre para a beatificação 

Dom Geraldo explica que primeiramente a graça obtida pela intercessão da Irmã Dulce em 2003 foi examinada no Brasil, e reconhecida pelos peritos médicos com um caso que não pode ser explicado pelos meios da ciência. 

O caso de um possível milagre foi encaminhado então para a Congregação para as Causas dos Santos. “Os peritos examinaram detidamente e reconheceram por unanimidade que se tratava de um caso extraordinário de cura”, esclarece o arcebispo. O resultado da perícia foi passado aos cardeais de Roma que também foram unânimes em reconhecer o caso como um verdadeiro milagre. “Agora o que falta é o decreto do Santo Padre para que ela seja beatificada”, elucida Dom Geraldo.

Logo após saber das novidades do processo de beatificação da religiosa, o Arcebispo de São Salvador da Bahia concedeu uma coletiva de imprensa e notificou os fiéis. “Não há duvida que toda Bahia conhece Irmã Dulce. Imediatamente ouve a reação do povo que correu para a igreja e seu túmulo”, conta o arcebispo.

Foram notificadas muitas graças obtidas às obras da Irmã e que agora estão sendo examinadas para serem encaminhadas para o processo de canonização. 

Uma vida dedicada à caridade

Irmã Dulce, que ao nascer recebeu o nome de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, era filha do dentista Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes. 

Em 8 de fevereiro de 1933, logo após se formar professora, Maria Rita entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. Em 15 de agosto de 1934, aos 20 anos de idade, foi ordenada freira, recebendo o nome de Irmã Dulce, em homenagem à sua mãe.

Por cerca de 10 anos, a religiosa andou pelas ruas da cidade com seus pobres sem encontrar morada fixa. Permaneceu com eles, até mesmo, nas escadas da Igreja do Bonfim e o lugar que deu origem às suas obras sociais foi um galinheiro. “Viveu de modo heróico as virtudes cristãs especialmente a caridade para com os semelhantes, principalmente para com os que mais sofrem – os doentes e os pobres – dando-lhes uma atenção e cuidado extraordinário durante toda a sua vida”, ressalta Dom Geraldo.

Irmã Dulce faleceu em 13 de março de 1992. Suas obras sociais alcançam hoje todo o estado. 

No memorial dedicado à religiosa podem ser vistas fotos, relíquias como o seu leito de morte e a cadeira em que dormiu por 30 anos, para cumprir uma promessa. Meses antes de sua morte o médico que a acompanhava deu ordens expressas para que voltasse a dormir na cama, devido a debilidade de sua doença. 

Mensagem para Reflexão

A Família em primeiro lugar
O administrador Stephen Kanitz, colunista da revista Veja, escreveu em edição de fevereiro de 2002 mais ou menos o seguinte: 
 Há vinte anos presenciei uma cena que modificou radicalmente minha vida. Foi num almoço com um empresário respeitado e bem mais velho que eu. 
O encontro foi na própria empresa. Ele não tinha tempo para almoçar com a família em casa, nem com os amigos num restaurante. Os amigos tinham de ir até ele. 
Seus olhos estavam estranhos. Achei até que vi uma lágrima no olho esquerdo. "Bobagem minha", pensei. Homens não choram, especialmente na frente dos outros. 
Mas, durante a sobremesa, ele começou a chorar copiosamente. Fiquei imaginando o que eu poderia ter dito de errado. Supus que ele tivesse se lembrado dos impostos pagos no dia. 
"Minha filha vai se casar amanhã", disse sem jeito, "e só agora a ficha caiu. Percebo que mal a conheci. 
Conheço tudo sobre meu negócio, mal conheço minha própria filha. Dediquei todo o tempo à minha empresa e me esqueci de me dedicar à família." 
Voltei para casa arrasado. Por meses, me lembrava dessa cena e sonhava com ela. Prometi a mim mesmo e a minha esposa que nunca aceitaria seguir uma carreira assim. 
Colocar a família em primeiro lugar não é uma proposição tão aceita por aí. Normalmente, a grande discussão é como conciliar família e trabalho. Será que dá? 
O cinema americano vive mostrando o clichê do executivo atarefado que não consegue chegar a tempo para a peça de teatro da filha ou ao campeonato mirim de seu filho. 
Ele se atrasou justamente porque tentou conciliar trabalho e família. Só que surgiu um imprevisto de última hora, e a cena termina com o pai contando uma mentira ou dando uma desculpa esfarrapada. 
Se tivesse colocado a família em primeiro lugar, esse executivo teria chegado a tempo. Teria levado pessoalmente a criança ao evento. 
Teria dado a ela o suporte psicológico necessário nos momentos de angústia que antecedem um teatro ou um jogo. 
A questão é justamente essa. Se você, como eu e a grande maioria das pessoas, tem de conciliar família com amigos, trabalho, carreira ou política, é imprescindível determinar quem você coloca em primeiro lugar. 
Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social. 
Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que você e um dia olhá-lo com desdém. Nessas horas, o consolo é lembrar um velho ditado que define bem por que priorizar a família vale a pena: 
"Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar."  
Qual o verdadeiro sucesso de ter um filho drogado por falta de atenção, carinho e tempo para ouvi-lo no dia-a-dia? 
De que adianta ser um executivo bem-sucedido e depois chorar durante a sobremesa porque não conheceu sequer a própria filha? 
* * * 
O lar constitui o cadinho redentor das almas. Merece nosso investimento em recursos de afeto, compreensão e boa vontade, a fim de dilatar os laços da estima. 
Os que compõem o lar são os marcos vivos das primeiras grandes responsabilidades do Espírito encarnado. 
Assim, acima de todas as contingências de cada dia, compete-nos ser o cônjuge generoso e o melhor pai, o filho dedicado e o companheiro benevolente. 
Afinal, na família consangüínea, temos o teste permanente de nossas relações com toda a Humanidade.

Santo do Dia: São Gonçalo de Lagos


Este santo português nasceu em Lagos, no Algarve, por volta do ano de 1370.

Tomou o hábito de Santo Agostinho no convento da Graça, em Lisboa, aos 20 anos. 

Dedicou-se à uma vida de jejuns e de penitências enquanto aplicava-se às letras, aos estudos. 

Homem zeloso na vivência da Regra Religiosa, virtuoso e cheio de pureza, Gonçalo dedicou-se também à pregação chegando a ser superior de alguns mosteiros da sua Ordem. 

O último mosteiro foi o de Torres Vedras, onde morreu em 1422, depois de exortar aos que viviam com ele no mosteiro à observância religiosa e à uma vida virtuosa. 

São Gonçalo de Lagos, rogai por nós!

Fonte: canção nova

26 outubro 2010

Polônia em fase final de conclusão da maior imagem de Cristo Redentor do Mundo

Foto: “Cristo de La Concordia”, oficialmente a mais alta imagem de Cristo do Mundo, na Bolívia.

Monumento polonês ainda em fase inicial de construção
O Cristo Redentor, símbolo do Rio de Janeiro e, em última instância, símbolo máximo do Brasil, terá a partir do próximo mês uma concorrência cinco metros mais alta.
Em Swiebodzin, pequena e desconhecida cidade no noroeste da Polônia, estão sendo concluídos os trabalhos na construção daquela que será a mais alta imagem de Cristo do mundo – visível inclusive da autoestrada que liga Varsóvia a Berlim.
A estátua terá altura de 33 metros – idade que viveu Jesus -, mais 3 metros de coroa decorada com ouro – que simboliza os três anos de sua atividade pública. Com esses 36 metros, passará em cinco o símbolo brasileiro. As costas terão 24 metros, um metro a mais que o Cristo do Rio. Com essas medidas, o Cristo da Polônia irá ultrapassar também o Cristo de La Concordia, oficialmente a mais alta imagem de Cristo do Mundo, localizada em Cochabamba, na Bolívia, e que tem 34 metros de altura (descontada a base, de 6,24m).
A imagem será colocada sobre um pedestal de 16 metros (o do Rio tem 8 metros) com cinco circunferências – simbolizando os cinco continentes. O Cristo de Swiebodzin é feito sobre construções de metal, sobre as quais são colocados os círculos de cimento.
A ideia nasceu em 2001, no Santuário da Divina Misericórdia, pelo pároco local Dom Sylwester Zawadzki. Os trabalhos começaram há três anos e estão previstos para terminar em novembro próximo. Todo o custo da construção é coberto pelas doações dos fiéis.
Fonte: Gaudium Press

Formação: Deus torna justo quem o busca com fé

A parábola do fariseu e do publicano somente se encontra em Lucas e contrapõe duas atitudes: a do fariseu, que pensa ganhar a salvação com seu próprio esforço, e a do publicano, que reconhece a sua condição de pecador e pede a Deus a conversão.

Como o fariseu, ignoramos muitas vezes, que a oração consiste em reconhecer a grandeza de Deus e o nosso mínimo valor diante d’Ele. Imaginamos que, se o mundo vai mal, a culpa é sempre dos outros e nunca nossa. 

Sempre nos julgamos suficientemente justos, bons, puros, gente de bem. E o mundo continua cheio de desonestos. Outro erro que cometemos é querer resolver nossas relações com Deus sob um aspecto quantitativo.

O publicano sente-se pequeno e, por isso, sai do templo justificado. Enfim, o tema da oração nos incomoda, exigindo que saiamos de nosso comodismo farisaico. Deus torna justo aquele que o busca com fé.

Portanto, podemos encontrar na parábola duas mensagens que nos façam refletir e agir: uma sobre a oração. Oração não é uma máscara sob a qual se continua a levar uma vida banal, comum, qualquer. O essencial em nossa vida é sabermos nos apresentar como pobres.

Na outra mensagem, o texto deixa bem claro que devemos não buscar a “justiça” por nossas próprias obras mas mudar de atitude e nos convertermos ao Evangelho da graça.

Por: Padre Wagner Augusto Portugal
Fonte: www.catequisar.com.br


Formação: Dizer não é também amar

Limites são necessários para qualquer ser humano.
Amar não é e nunca será tarefa fácil, exige de nós empenho e decisão. O amor sincero comporta o sofrimento e a doação em favor do outro. Pelo bem do outro, inúmeras vezes, enfrentamos dificuldades que nos causam dor e pesar.
Existem situações nas quais temos de desagradar a quem amamos em virtude de seu próprio bem. Tais decisões são difíceis e doem mais em nós do que naqueles que são objetos de nossa repreensão. Porém, é importante salientar que corresponder sempre e irrefletidamente aos desejos de quem se ama pode se tornar algo negativo, que tende a deformar e não formar. Dentro dessa perspectiva, afirmo que: “Dizer ‘não’ também é uma forma de amar”.
Limites são necessários para qualquer ser humano, pois, por meio deles, alcançamos equilíbrio e maturidade. Pais que não impõem limites aos filhos acabam criando pequenos reis e rainhas e, conseqüentemente, tornando-se seus súditos.
Somente quem já recebeu um “não” na vida consegue compreender a especificidade da palavra humildade. Somente aqueles que não foram correspondidos no que queriam, em algum momento de sua história, sabem compreender que sua vontade não é absoluta e que nem sempre estão certos.
É no “não” e no “sim”, no equilíbrio das possibilidades, que se forma uma pessoa, é assim que o orgulho se ausenta e o ser humano consegue entender que os outros também são bons.
Nem tudo o que queremos é o melhor para nós, porém, nem sempre conseguimos enxergar assim. É aí que descobrimos quem nos ama, pois os que sinceramente se interessam por nós não têm medo de nos dizer a verdade e de nos corrigir quando necessário.
Não é fácil corrigir e dizer 'não'; seria mais fácil e conveniente dizer sempre 'sim' e estar sempre sorrindo, pois quem diz 'não' se expõe e, muitas vezes, atrai sobre si a ira do outro. Quem corrige, mesmo querendo o bem do outro, corre o risco de ser mal interpretado, contudo, demonstra um grande amor e cuidado com o outro.
Só quem nos ama nos diz 'não'. Só quem se interessa por nós tem a sensibilidade de cuidar de nós, através da poda.
Precisamos ter sensibilidade para detectar e aceitar o amor que se manifesta em uma multiplicidade de formas e que nos encontra também naquilo que tanto nos desagrada.
Se enxergarmos assim, sentiremo-nos mais amados e cuidados, evitaremos muitas contrariedades, além de descobrirmos belezas antes não contempladas. Faça essa experiência!
Adriano Zandoná
verso.zandona@gmail.com
Fonte: canção nova

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