Mostrando postagens com marcador A importância da família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A importância da família. Mostrar todas as postagens

27 outubro 2010

Mensagem para Reflexão

A Família em primeiro lugar
O administrador Stephen Kanitz, colunista da revista Veja, escreveu em edição de fevereiro de 2002 mais ou menos o seguinte: 
 Há vinte anos presenciei uma cena que modificou radicalmente minha vida. Foi num almoço com um empresário respeitado e bem mais velho que eu. 
O encontro foi na própria empresa. Ele não tinha tempo para almoçar com a família em casa, nem com os amigos num restaurante. Os amigos tinham de ir até ele. 
Seus olhos estavam estranhos. Achei até que vi uma lágrima no olho esquerdo. "Bobagem minha", pensei. Homens não choram, especialmente na frente dos outros. 
Mas, durante a sobremesa, ele começou a chorar copiosamente. Fiquei imaginando o que eu poderia ter dito de errado. Supus que ele tivesse se lembrado dos impostos pagos no dia. 
"Minha filha vai se casar amanhã", disse sem jeito, "e só agora a ficha caiu. Percebo que mal a conheci. 
Conheço tudo sobre meu negócio, mal conheço minha própria filha. Dediquei todo o tempo à minha empresa e me esqueci de me dedicar à família." 
Voltei para casa arrasado. Por meses, me lembrava dessa cena e sonhava com ela. Prometi a mim mesmo e a minha esposa que nunca aceitaria seguir uma carreira assim. 
Colocar a família em primeiro lugar não é uma proposição tão aceita por aí. Normalmente, a grande discussão é como conciliar família e trabalho. Será que dá? 
O cinema americano vive mostrando o clichê do executivo atarefado que não consegue chegar a tempo para a peça de teatro da filha ou ao campeonato mirim de seu filho. 
Ele se atrasou justamente porque tentou conciliar trabalho e família. Só que surgiu um imprevisto de última hora, e a cena termina com o pai contando uma mentira ou dando uma desculpa esfarrapada. 
Se tivesse colocado a família em primeiro lugar, esse executivo teria chegado a tempo. Teria levado pessoalmente a criança ao evento. 
Teria dado a ela o suporte psicológico necessário nos momentos de angústia que antecedem um teatro ou um jogo. 
A questão é justamente essa. Se você, como eu e a grande maioria das pessoas, tem de conciliar família com amigos, trabalho, carreira ou política, é imprescindível determinar quem você coloca em primeiro lugar. 
Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social. 
Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que você e um dia olhá-lo com desdém. Nessas horas, o consolo é lembrar um velho ditado que define bem por que priorizar a família vale a pena: 
"Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar."  
Qual o verdadeiro sucesso de ter um filho drogado por falta de atenção, carinho e tempo para ouvi-lo no dia-a-dia? 
De que adianta ser um executivo bem-sucedido e depois chorar durante a sobremesa porque não conheceu sequer a própria filha? 
* * * 
O lar constitui o cadinho redentor das almas. Merece nosso investimento em recursos de afeto, compreensão e boa vontade, a fim de dilatar os laços da estima. 
Os que compõem o lar são os marcos vivos das primeiras grandes responsabilidades do Espírito encarnado. 
Assim, acima de todas as contingências de cada dia, compete-nos ser o cônjuge generoso e o melhor pai, o filho dedicado e o companheiro benevolente. 
Afinal, na família consangüínea, temos o teste permanente de nossas relações com toda a Humanidade.

06 setembro 2010

Cardeal italiano: Sacramento do matrimônio é prova de esperança para a humanidade

.- O Arcebispo de Gênova e Presidente da Conferência Episcopal Italiana, Cardeal Angelo Bagnasco, assegurou que enquanto "um homem e uma mulher unem suas vidas para sempre no vínculo do matrimônio" haverá esperança no futuro para a humanidade. 

O Cardeal pediu aos italianos rebaterem através do sacramento do matrimônio, "uma verdadeira corrida rumo à morte" e recordou que "negar a família significa o desmoronamento da sociedade mesma".

Na missa que celebrou pela Solenidade da Virgem da Guarda, o Cardeal Bagnasco pediu um maior amparo da família na Itália porque um maior apoio às políticas pró-família assegura um "corpo social equilibrado."

O Arcebispo insistiu a desenvolver políticas que sejam "mais aderentes e eficazes" segundo a realidade das famílias na nação, e considerou "absurdo" não estar preocupado pelo problema e resolvê-lo.

Segundo as cifras oficiais do Instituto Nacional de Estatística da Itália, no ano 2009 houve uma média de 1,41 filhos por família.

O Cardeal Bagnasco sustentou que a necessidade de "reconhecer que o equilíbrio demográfico não só é necessário para a sobrevivência física de uma comunidade, pois sem filhos não há futuro, mas também é uma condição para a aliança entre gerações que é essencial para uma normal dialética democrática".

A falta de crianças antecipa um futuro "outonal" para o país, advertiu e indicou que os desequilíbrios geracionais, a pobreza educativa e a impossibilidade da sociedade de pensar em prever e organizar-se em torno às crianças já é real.

"A família fundada no matrimônio, e especialmente no sacramento, é uma prova de que Deus segue amando o mundo, que confia no homem, que o futuro existe, que o amor e a esperança são mais fortes que o mal", indicou.

Finalmente disse que embora o "sim" ao matrimônio possa ser intimidante para alguns, com o poder de Cristo "uma força divina e humana se insere na relação" e permite que "o amor até o ponto de sacrificar-nos a nós mesmos" una "as fronteiras entre o humano e o divino".
Fonte: acidigital
Notícias Relacionadas:
Related Posts with Thumbnails