A decisão de se casar ou não, nos dias de hoje, é dos jovens e não mais dos pais.
Entre povos civilizados já não há a oferta de bens compensatórios, que antes era uma espécie de compra e venda da filha, que deixava a sua família para o casamento. Para serem validos os casamentos, tanto perante a autoridade civil quanto à religiosa, supõem a plena liberdade dos nubentes.O consentimento dos pais é pressuposto, porém, não impositivo, como entre os primitivos. A opção pelo casamento é daqueles que se casam, e os casamentos acabam se realizando não na puberdade, quando a menina se torna mulher, e sim bem mais tarde, depois dos 20 anos para as moças e dos 25 para os rapazes.
As etapas, que em nossos dias precedem o casamento, são do namoro e do noivado.
O casamento tardio deveria ser mais responsável. Há namoros sérios em que existe respeito entre os adolescentes e jovens, com as normais demonstrações de uma amizade mais profunda, de um amor que não chega às intimidades próprias da vida conjugal. Há, lamentavelmente, a cada dia, mais exceções, com uma entrega de corpos que freqüentemente leva a uma gravidez prematura, estando a jovem adolescente psicologicamente despreparada para se tornar mãe.