O
tema deste ano é a “transmissão e educação da fé na família cristã”
considerando, especialmente, a responsabilidade dos pais. A reflexão também
leva em conta o “Ano da Fé”, instituído pelo Papa emérito, Bento XVI, a Campanha
da Fraternidade e a Jornada Mundial da Juventude a ser realizada no final do
mês de julho, no Rio de Janeiro.
30 abril 2013
HORA DA FAMÍLIA 2013
20 abril 2013
JÓIAS RARAS
Boa tarde Amigos!!
Nossas jóias raras são aquelas
pessoas que fazem de pequenos instantes grandes lembranças, mesmo que não falem
nada, somente pelo fato de poder contar sempre, ficam no local mais seguro, em
nossos corações eternamente!
Reflitam...
Narra antiga lenda que um rabi,
religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois
filhos queridos.
Certa vez, por imperativos da
religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.
No período em que estava ausente,
um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.
A mãezinha sentiu o coração
dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e
pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.
Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?
Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.
Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar.
Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?
Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.
Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar.
Abraçou longamente a esposa e
perguntou pelos filhos...
Ela pediu para que não se
preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.
Alguns minutos depois estavam
ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou
novamente pelos filhos.
A esposa, numa atitude um tanto
embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a
resolver um problema que considero grave.
O marido, já um pouco preocupado
perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com
a ajuda de Deus.
- Enquanto você esteve ausente,
um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que
as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!
- O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?
- O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?
- Ora mulher! Não estou
entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!...
Por que isso agora?
- É que nunca havia visto jóias
assim! São maravilhosas!
- Podem até ser, mas não lhe
pertencem! Terá que devolvê-las.
- Mas eu não consigo aceitar a
ideia de perdê-las!
E o rabi respondeu com firmeza:
ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!
- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.
- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.
- Pois bem, meu querido, seja
feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito.
- As jóias preciosas eram nossos
filhos.
- Deus os confiou à nossa guarda,
e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram.
O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.
O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.
Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as
ajudemos a burilar-se.
Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas.
Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas.
Fonte: www.velhosabio.com
29 março 2013
Família, escola do perdão e da vida
Precisamos amar e valorizar a família que temos
Sabe qual é a maior família que existe? É a que nós possuímos, por mais frágil e complicada que ela seja.
Sabe qual é a maior família que existe? É a que nós possuímos, por mais frágil e complicada que ela seja.
Sabe
qual é o pior inimigo do real? Pensou? O pior inimigo do real – da família
real, daquela que temos – é o ideal. É aquela “ideia” que carregamos acerca de
um modelo, cuja realidade toda é “obrigada” a se adequar, mas que –
definitivamente – não corresponde à nossa realidade.
Nem
sempre o real corresponderá aos nossos ideais, e quase perenemente
precisaremos, com leveza e maturidade, nos reconciliar com o real para
podermos, a partir dele, construir uma encarnada felicidade. A felicidade só
será possível a partir da verdade e da realidade que, verdadeiramente, nos
compõem.
Como
dizia o poeta: “Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será, mas isso não
impede que eu repita: é bonita, é bonita e é bonita (Gonzaguinha). E por mais
que a vida nos apresente problemas e deformidades, ela sempre será um palco de
belezas no qual precisaremos protagonizar nossa história.
Nossos
familiares são mesmo, inúmeras vezes, imperfeitos e muito difíceis de conviver.
Todavia, é no solo dessa verdade (de nossa verdade) que precisamos nos assumir
e, com bravura e heroísmo, nos lançar na construção da felicidade e de suas
específicas exigências.
Precisamos
amar e valorizar a família que temos: o pai, a mãe, os irmãos
que Deus nos deu, independentemente de como são. Sem dúvida, isso não é fácil e
se revela como realidade muito desafiadora. Entretanto, ninguém poderá
construir uma vida verdadeiramente feliz sem ter a consciência tranquila pelo
fato de ter lutado pelos seus e de não os ter abandonado em virtude de suas
fraquezas.
Percebo
como muito sábio e real o ditado que diz: “Quer conhecer alguém? É só observar
como ele trata seus pais”, pois uma consciente e constante atitude de desamor
com relação aos próprios pais revela uma séria e profunda deficiência no
caráter e na forma de se relacionar.
Nossos
familiares (os pais e os demais) manifestam nossas raízes e nossa identidade, e
negá-los seria negarmos a nós mesmos.
Nossa
família sempre oferecerá possibilidades, seja por meio de alegrias ou de dores,
para nos tornarmos pessoas melhores. Nela, poderemos viver a relação e a
abertura aos demais (não sem conflitos, é claro), assim compreendendo que não
somos o centro “absoluto” do mundo.
Na
família aprendemos – por bem ou por mal - a repartir o que temos e o que somos,
com a possibilidade de, constantemente, frequentar a escola do perdão. Assim
aprenderemos a oferecer, aos outros e a nós mesmos, uma nova chance diante de
cada circunstância ou erro cometido.
Pela
família aprendemos a compreender a imensa fragilidade humana que envolve a
todos, percebendo-nos também como seres fracos e constantemente necessitados de
ajuda e atenção.
Enfim,
a família é uma escola de vida e de construção da felicidade; nela, o ser tem
espaço para, de fato, “ser” e acontecer.
(Trecho
extraído do livro "Construindo a felicidade")
Padre
Adriano Zandoná
Fonte:
canção nova
23 março 2013
Como viver a Semana Santa?
A Semana Santa deve ser um tempo de reflexão e reconstrução.
Num clima de alegria e esperança, provocado pela
ascensão ao pontificado petrino do Papa
Francisco, iniciaremos - no Domingo de Ramos - mais uma Semana Santa com a entrada
triunfal de Jesus na cidade de Jerusalém.
Aí começa uma nova fase na história do povo de Israel,
quando todos se voltam para a cena da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus
Cristo.
A Semana Santa deve ser um tempo de recolhimento, de
interiorização e de abertura do coração e da mente para o Deus da vida. Significa
fazer uma parada para reflexão e reconstrução da espiritualidade, essencial
para o equilíbrio emocional e segurança no caminho natural da história de vida
com mais objetividade e firmeza.
As dificuldades encontradas não são fracasso nem
caminho sem saída. Elas nos levam a firmar a esperança na luta por uma vida sem
obstáculos intransponíveis. Foi o que aconteceu com Cristo, no trajeto da
Paixão, culminando com Sua morte na cruz. Em todo esse caminho, Ele passou por
diversos atos de humilhação.
A estrada da cruz foi uma perfeita reveladora da
identidade de Jesus. Ele teve de enfrentar os atos de infidelidade e rebeldia
do povo que estava sendo infiel ao projeto de Deus, inclusive sendo crucificado
entre malfeitores. Jesus partilha da mesma sorte e dos mesmos sofrimentos dos
assassinos e ladrões de sua época.
Na Semana
Santa devemos associar ao sofrimento de Cristo o mesmo que acontece
com tantas famílias e pessoas violentadas em nosso tempo. Podemos dizer da
violência armada, dos trágicos acidentes de trânsito, das doenças que causam
morte, do surto da dengue, dos vícios que ceifam muita gente, etc.
Jesus foi açoitado, esbofeteado, teve a barba
arrancada, foi insultado e cuspido. O detalhe principal é que nenhum sofrimento
O fez desistir de Sua missão nem ter atitude de vingança. Ele deixou claro que
o perdão é mais forte do que a vingança.
Devemos aprender com Ele e olhar a vida de forma
positiva, sabendo que seu destino é projetado para a eternidade em Deus.
Dom Paulo M. Peixoto - Arcebispo de Uberaba (MG
Fonte: Comunidade canção nova
04 março 2013
Agradecidos, Bento XVI
UMA LIÇÃO SIMPLES E PROFUNDA
Com reverência e grande apreço, somos
agradecidos pelo pontificado de Bento XVI que, como sucessor do apóstolo Pedro,
ajudou a Igreja, em tempos de aceleradas mudanças e enormes desafios
humanitários, a cumprir sua tarefa missionária: anunciar o Evangelho da vida,
para fazer de todos discípulos e discípulas de Jesus Cristo.
O agradecimento reverente projeta luzes
sobre um ministério exercido com extrema lealdade, humildade edificante,
cultivado a partir de uma sabedoria temperada, admirável envergadura intelectual
aliada a uma espiritualidade reveladora de uma profunda intimidade com Deus.
Essas qualidades de Bento XVI, para além das vicissitudes humanas enfrentadas
nas instituições todas, produzindo desafios relacionais e existenciais, traçou
para a Igreja horizontes que a capacitaram ainda mais no enfrentamento das
questões fundamentais da fé no seu diálogo imprescindível com a razão.
Um caminho exigente, na contramão de uma
religiosidade entendida e vivida como mágica milagreira ou como lugar da
conquista e de exercícios inadequados do poder que seduz, desfigura e
distancia-se da condição de todos como servos da vinha do Senhor. Há de se
recordar que Bento XVI, em 2005, dirigindo-se pela primeira vez à multidão
presente na Praça de São Pedro, delineia a consciência clara de seu
entendimento sobre sua pessoa e sobre seu ministério iniciante como sucessor de
Pedro. Ele se apresenta - como não pode deixar de ser a apresentação dos
discípulos de Jesus, sejam quais forem as circunstâncias, cargos, ofícios e responsabilidades
- como simples servo da vinha do Senhor, chamado naquele momento ao exigente
serviço como Papa.
24 fevereiro 2013
“Para ajudar as famílias, vos exorto a propor-lhes, com convicção, as virtudes da Sagrada Família: a oração e o silêncio” (Bento XVI)
O zelo apostólico com a família cristã é uma das marcas do pontificado
do Papa Bento XVI. Esta preocupação vem sendo demonstrada, por diversas vezes,
em suas homilias, pronunciamentos e catequeses. Em visita “Ad Limina
Apostolorum”, com os Bispos do Brasil, realizada no período de setembro de 2009
a novembro de 2010, o Papa exortou sobre a necessidade do cuidado com as
famílias brasileiras que passam por momentos de seduções relativistas.
Durante a visita dos Bispos brasileiros do Regional 1 (CE) e Nordeste 4
(PI), em 25 de setembro de 2009, o Papa Bento XVI fez um pronunciamento no
Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, onde falou da importância da “família
assentada no matrimônio”.“Os vossos relatórios e nossos colóquios individuais
tocavam repetidamente esta situação de assédio à família, com a vida saindo
derrotada em numerosas batalhas; porém é alertador perceber que, apesar de
todas as influências negativas, o povo de vossos Regionais Nordeste 1 e 4,
sustentado por sua solidariedade fraterna, continua aberto ao Evangelho da
Vida”.
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Papa Bento XVI
13 fevereiro 2013
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013
Iniciou-se no dia 13 de fevereiro,
quarta-feira de Cinzas, mais uma edição da Campanha da Fraternidade (CF). Esse
ano o tema será “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me!”
(Is 6,8).
Após 21 anos da Campanha da Fraternidade
de 1992, que abordou como tema central a juventude, a CF 2013, na sua 50ª
edição, terá a mesma temática. A acolhida da temática “juventude” tem como
objetivo ter mais um elemento além da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para
fortalecer o desejo de evangelização dos jovens.
O presidente da Comissão Episcopal
Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB),
dom Eduardo Pinheiro, explicou que uma das metas principais da CF de 2013 é
olhar a realidade juvenil, compreender a riqueza de suas diversidades,
potencialidades e propostas, como também os desafios que provocam atitudes e
auxílios aos jovens e aos adultos.
O objetivo geral da CF é acolher os
jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu
protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na
construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da
justiça e da paz.
“Dentro do sentido da palavra ‘acolher’
está o valorizar, o respeitar o jovem que vive nesta situação de mudança de
época e isso não pode ser esquecido”, destacou o presidente da Comissão da
CNBB.
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Missa marca lançamento da Campanha da Fraternidade no Santuário Nacional
Dom Damasceno: ‘Jesus nos convida a
praticar a caridade e a dedicar mais tempo à oração’
Nesta quarta-feira de Cinzas (13), o Santuário Nacional de Aparecida abriu
oficialmente, na missa das 9h, a Campanha da Fraternidade 2013, que tem como
tema: ‘Fraternidade e juventude’.
O Cardeal Arcebispo de Aparecida e
presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo
Damasceno Assis presidiu a celebração no Altar Central da Casa da Mãe
Aparecida. Concelebraram a missa, o bispo auxiliar de Aparecida, Dom Darci José
e o reitor do Santuário, Padre Domingos Sávio.
Jovens da Arquidiocese de Aparecida e
região participaram da celebração.
Em sua homilia, Dom Damasceno ressaltou
que a quaresma é tempo de conversão, isto é, de mudança de vida, tempo de
reconciliação com Deus e com o próximo para que possamos chegar à Páscoa,
renovados espiritualmente.
“Recebendo as cinzas em nossa cabeça,
expressamos nosso arrependimento e ao mesmo tempo o desejo de percorrer nesta
quaresma o caminho de conversão, de renovação espiritual que nos levará à
alegria da Páscoa, do Cristo ressuscitado que é luz e vida para nós”, afirmou.
Dom Damasceno que em sua carta pastoral
‘Porta Fidei’, o Papa Bento XVI nos recorda que o Ano da Fé é um convite a uma
autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. Esta
conversão consiste em crer e viver o Evangelho. A imposição das cinzas é um
sacramental, não é um sacramento, e seus efeitos espirituais dependem da
disposição interior das pessoas que os recebem, como a disposição à conversão,
a viver os compromissos batismais para celebrar, renovados espiritualmente, a
Páscoa de Cristo e a nossa páscoa.
O Cardeal citou ainda que é importante
que cada um faça o seu programa de vida nesta quaresma para melhor aproveitar
este tempo de graça.
“Cada
um deve examinar a sua vida cristã a luz do Evangelho e decidir em que aspectos
da vida cristã precisa crescer mais”.
Liturgia
Os textos das leituras de hoje (13) e os
textos litúrgicos nos chamam à conversão, ao arrependimento de nossos pecados,
e à prática de boas obras, sobretudo, de obras de caridade.
Dom Damasceno nos explicou que o profeta
Joel convida o povo a voltar para o Senhor com todo o coração, e São Paulo
insiste com os coríntios: ‘deixai-vos reconciliar com Deus e a não perder a
oportunidade que Deus nos dá’. É agora o momento favorável, diz São Paulo, é
agora o dia da salvação.
No evangelho de Mateus, Jesus nos
adverte que o importante é viver de maneira coerente a nossa fé e nos propõe
três práticas penitenciais, próprias da tradição do povo judeu que são
confirmadas por Jesus, mas que devem ser cumpridas com sinceridade e sem
hipocrisia: a esmola, a oração e o jejum.
“O que Jesus nos pede nesta quaresma é
um verdadeiro exame de consciência sobre nossas relações com os outros, a
esmola; nossas relações com Deus, a oração, e conosco mesmos, o jejum. Jesus
nos convida a praticar a caridade, a dedicar mais tempo à oração, tendo como
fonte a Palavra de Deus a exercitar-nos no domínio de nós mesmos, para vivermos
como discípulos de Jesus Cristo”, concluiu.
Campanha
da Fraternidade
No Brasil, realiza-se neste tempo
quaresmal, a Campanha da Fraternidade que neste ano tem como tema:
“Fraternidade e Juventude” e lema: “Eis-me aqui, envia-me!”, tirado do capítulo
6º., do profeta Isaías.
De acordo com Dom Damasceno, o objetivo
geral desta Campanha é: “Acolher os jovens no contexto de mudança de época,
propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na
vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna fundamentada na
cultura da vida, da justiça e da paz”. Para que isso aconteça, a Campanha
propõe como passos os seguintes objetivos específicos: propiciar aos jovens um
encontro pessoal com Jesus Cristo a fim de contribuir para sua vocação de
discípulo missionário e para a elaboração de seu projeto pessoal de vida;
possibilitar aos jovens uma participação ativa na comunidade eclesial, que lhes
seja apoio e sustento em sua caminhada, para que eles possam contribuir com
seus dons e talentos e sensibilizar os jovens para serem agentes
transformadores da sociedade, protagonistas da civilização do amor e do bem
comum.
Dom Raymundo Damasceno pediu que
possamos fazer com que a Companha da Fraternidade seja um importante
instrumento de evangelização e contribua para que os nossos jovens possam
tornar-se protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna inspirada
no Evangelho.
Polyana Gonzaga
Redação Portal A12
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O que significa a quarta-feira de cinzas?
É na quarta-feira de cinzas que
começa a quaresma. Passam-se quarenta dias antes da Sexta-feira Santa. O nome
“oficial” da quarta feira de cinzas é “ O Dia das cinzas”. O motivo pelo qual
este dia ficou conhecido como quarta-feira de cinzas é que são 40 dias antes da
Sexta-feira Santa, e o primeiro dia é sempre uma quarta-feira. A Bíblia não
menciona a quarta-feira de cinzas.
O período da quaresma tem como objetivo
ser um tempo no qual as atividades e hábitos pecaminosos são abandonados. A
quarta-feira de cinzas é o início deste período de arrependimento. A Bíblia
contém inúmeras narrativas de pessoas usando “poeira e cinzas” como símbolo de
arrependimento e/ou sofrimento (Gênesis 18:27; II Samuel 13:19; Ester 4:1; Jó
2:8; Daniel 9:3; Mateus 11:21). A tradição é que se desenhe, com cinzas, o
sinal da cruz na testa da pessoa, como símbolo de sua identificação com Jesus
Cristo. Um conceito parecido é mencionado em Apocalipse 7:3; 9:4; 14:1 e 22:4.
Deve o cristão observar a quarta-feira
de cinzas? A quarta-feira de cinzas, junto com a quaresma, é observada pela
maioria dos católicos, pela maioria das denominações ortodoxas e algumas
denominações protestantes. Como a Bíblia, em nenhum lugar, ordena ou condena
tal prática, os cristãos estão livres para, em oração, decidirem se vão ou não
observar a quarta-feira de cinzas. Se um cristão se sente movido pelo Senhor a
observar a quarta-feira de cinzas ou quaresma, o importante é que o faça sob a
ótica bíblica. É boa coisa se arrepender de atividades pecaminosas. É boa coisa
claramente se identificar como um cristão. Mas não é bíblico crer que Deus vai,
automaticamente, abençoar você em resposta a observação de um ritual. Deus está
interessado em nossos corações, não em que observemos rituais. Veja Mateus
capítulo 6, versos 1-8.
Por http://www.gotquestions.org/Portugues/quarta-feira-cinzas.html
11 fevereiro 2013
Bento XVI anuncia renúncia
A Rádio Vaticano divulgou a informação
de que o papa Bento XVI anunciou nesta segunda-feira que renunciará ao cargo no
dia 28 de fevereiro. Eis o texto integral do anúncio:
“Caríssimos Irmãos, convoquei-vos para
este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos
comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de
ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à
certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas
para exercer adequadamente o ministério petrino.
Estou bem consciente de que este
ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras
e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no
mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande
relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o
Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer de ânimo; vigor este,
que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de
reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi
confiado.
Por isso, bem consciente da gravidade
deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de
Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de
Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a
sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por
aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.
Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de
coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o
peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora
confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus
Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade
materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz
respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida
consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus".
Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.
BENEDICTUS PP XVI
Por CNBB/Rádio Vaticana
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