03 novembro 2011

Mensagem para reflexão


É TEMPO DE VIDA NOVA!
“Senhor, eu vos louvarei entre os povos, anunciarei o vosso nome aos meus irmãos. Aleluia!” (Sl 17,50; 21,23)
O encontro com Jesus Cristo é decisivo! Somente Ele tem a chave da vida. Só n’Ele o homem encontra a revelação do Amor que tanto busca: ”Deus o mundo tanto amou, que lhe deu seu próprio Filho, para que todo o que nele crer encontre vida eterna. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigênito” (João 3,16.18).
Deus está intervindo no mundo e o Cristo Ressuscitado, Misericordioso, sofre as demoras na espera da conversão de cada pessoa em particular.
Será que já chegou a nossa vez? Como estamos em nossa abertura para a luz de Cristo? Nossas ações têm testemunhado a obra de Deus em nós?
É tempo de vida nova! É tempo de não ter medo de abraçar o bem. É hora de nos aproximarmos da luz de Cristo e abandonarmos de vez as obras das trevas. Este é o dia que o Senhor fez para nós. Temos graças suficientes para que consigamos vencer o mal.
Oremos uns pelos outros! Amando-nos e respeitando-nos como irmãos!
Jesus, eu confio em Vós!

Lançado concurso para letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2013


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está lançando o concurso para a letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2013. O hino será escolhido em duas etapas: na primeira, será feita a escolha da letra, com prazo de entrega das composições até dia 11 de dezembro de 2011; na segunda etapa, será feito o concurso para a música, até março de 2012.
A Campanha da Fraternidade de 2013 tem como tema: “Fraternidade e juventude”, e o lema: “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8).
“A CNBB solicita a colaboração de todos os poetas para a criação de um texto belo e profundo, que reflita a realidade da juventude, sua espiritualidade, seus anseios, suas lutas e esperanças”, salientou o assessor da CNBB para a Música Litúrgica, padre José Carlos Sala.
O Objetivo Geral da CF 2013 diz que “refletir sobre a realidade das juventudes no contexto da atual cultura midiática, para compreender seu impacto na vida dos jovens à luz do evangelho, acolhendo-os como sujeitos e, com eles, construir relações e estruturas que promovam a Vida”.
Segundo o padre José Carlos Sala, é importante estudar o documento da CNBB "Evangelização da Juevntude".
Por CNBB 

Vaticano: Conferência lembrará o Beato João Paulo II e a doutora Zilda Arns



Realiza-se no Vaticano, de 26 a 28 deste mês, a 26ª Conferência Internacional organizada pelo Pontifício Conselho da Pastoral para os Agentes de Saúde. Esta edição terá como título: "A pastoral de saúde a serviço da vida à luz do magistério do beato João Paulo II". Participarão da Conferência especialistas e representantes dessa Pastoral provenientes de todo o mundo.
Representando o Brasil estará o arcebispo emérito de salvador, cardeal Geraldo Majella Agnelo. Ele participará de uma mesa-redonda sobre figuras ilustres e heróicos agentes da saúde, e falará sobre a fundadora da Pastoral da Criança, doutora Zilda Arns Neumann, que morreu no terremoto no Haiti, em janeiro de 2009.
Do Brasil participará também o doutor André Luiz Oliveira, da Pastoral da Saúde Nacional, representando a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Em preparação à Conferência, se realizará no dia 25 um Concerto centralizado na figura de João Paulo II, na Sala Paulo VI, com a orquestra filarmônica de Roma e o coral e a orquestra de Penza (Rússia).
"A Cruz, a Misericórdia, a Glória" é título do Concerto. O dinheiro arrecadado com a venda dos ingressos irá para a Fundação "O Bom Samaritano", que cuida de viúvas e crianças doentes de malária, tuberculose e HIV-AIDS na África e em outros continentes.
Por CNBB

02 novembro 2011

Fotos do RETIRO PARA CASAIS realizado nos dias 29 e 30 de outubro de 2011 em São José do Seridó-RN












  


  





  























Mensagem do Papa para o dia de Finados


Na oração do Angelus, do domingo passado, 30 de outubro, o papa Bento XVI fez uma referência direta à celebração dos fiéis defuntos, que a Igreja realiza nesta quarta-feira, 2 de novembro. O papa convidou os católicos a rezarem por quem já morreu, falando numa "certeza" de vida para lá da morte. "Desde os primeiros tempos da fé cristã, a Igreja terrena - reconhecendo a comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo - cultivou com grande piedade a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios por eles", disse.
O papa considera que a oração pelos mortos é "não só útil, mas necessária", deixando votos de que "o pranto, devido ao afastamento terreno, não prevaleça sobre a certeza da ressurreição". "Também a visita aos cemitérios, ao mesmo tempo que guarda os laços de afeto com aqueles que nos amaram nesta vida, recorda-nos que todos tendemos para uma outra vida, para lá da morte", observou. "A comemoração dos fiéis defuntos, à qual é dedicada o dia 2 de novembro, ajuda-nos a recordar os nossos entes queridos que nos deixaram e todas as almas a caminho da plenitude da vida, precisamente no horizonte da Igreja celestial, à qual a Solenidade de hoje nos elevou", prosseguiu Bento XVI, perante milhares de pessoas congregadas na Praça de São Pedro.
Aos fiéis de língua espanhola, o papa disse: "Na solenidade de Todos os Santos, a Liturgia nos convida a contemplar o amor infinito de Deus, que se reflete na vitória daqueles que já gozam de sua glória no céu. É o amor do Pai que nos chama a sermos seus filhos, nos entrega sue próprio Filho para redimir-nos com seu sangue purificador. Por isso nos proclama felizes também quando sofremos alguma tribulação, porque nEle depositamos nossa esperança. Respondamos com generosidade e coerência a este dom, que foi derramado em nossos corações, sendo Santos como Deus é Santo, para que também em nós se manifeste sua glória".
Por CNBB



Mensagem para reflexão


A CADEIRA
Um sacerdote foi chamado pela filha de um homem que se encontrava muito enfermo,
e que necessitava de orações.
Quando o sacerdote entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas. Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.
-Suponho que estava me esperando?-, perguntou-lhe.
-Não, quem é você?-, respondeu o homem enfermo.
-Sou o sacerdote que a sua filha chamou para que rezasse com você;
quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo.
-Ah sim, a cadeira... você não se importaria de fechar a porta?
O sacerdote fechou a porta.
O homem enfermo lhe disse:
-Nunca contei isto para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter aprendido a rezar.
Quando eu ia para a igreja e ouvia algo a respeito da oração, como se deve orar e os benefícios que recebemos através dela...
...mesmo assim, não queria saber de orações!
Entrava-me por um ouvido e saía por outro.
Assim sendo, não tenho idéia de como rezar.
Então...há muito tempo abandonei por completo a devoção.
Assim eu vivia até alguns anos atrás, quando conversando com meu melhor amigo ele me disse:
- José, orar é simplesmente ter uma conversa com Jesus, e isto eu sugiro que você não deixe de fazer...
Você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente.
Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado nela,
bem diante de você. Isto não se trata de insanidade, pois ele próprio certa vez nos disse:
-"Eu estarei sempre com vocês".
-Portanto, você deve falar com ele e escutá-lo, da mesma forma como está fazendo comigo agora.
-Pois assim eu procedi e me adaptei à idéia.
Desde então, tenho conversado com Jesus durante umas duas horas diárias.
Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja, pois me internaria num manicômio imediatamente.
O sacerdote sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que vinha fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo.
Em seguida rezou com ele.
Deu-lhe uma bênção e foi para a sua paróquia.
Dois dias mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdote que seu pai havia falecido.
O sacerdote perguntou:
- Ele faleceu em paz?
- Sim, quando eu estava me preparando para sair, ele me chamou ao seu quarto.
Disse-me que me queria muito e me deu um beijo.
Quando eu regressei das compras, uma hora mais tarde, já o encontrei morto.
Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente,
antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama
e recostou sua cabeça nela. Foi assim que eu o encontrei.
O que será que isto poderia significar?
O sacerdote, profundamente estremecido, enxugou as lágrimas e lhe respondeu:
- Ele partiu nos braços do seu melhor amigo...Jesus.
Autor desconhecido

Formação: Tu és pó e ao pó deves voltar


A MORTE CRIA SITUAÇÕES IRREVOGÁVEIS
Dia de Finados, momento em que a Igreja Católica Apostólica Romana reza por todos os seus fiéis defuntos. A morte nos garante a oportunidade de refletir sobre o valor da vida, mas sabemos que há pessoas que não gostam de fazer essa reflexão.
Na vida cristã, precisamos entender que, para aqueles que crêem, a vida não lhes é tirada, mas transformada. Isso é importante, porque cremos na vida eterna, que a morte não vai acontecer dentro do nosso contexto terreno; por isso temos a morte como o meio que transforma a nossa vida.
Essa reflexão faz com que a pessoa se distinga de outras no mundo. Somos finitos e, a partir do momento que nascemos, já começamos nossa caminhada ao encontro da morte. E nessa dimensão a vida recebe um caráter de urgência de seriedade no seu sentido. Quando contemplamos a dimensão da morte na nossa vida, levamos mais a sério a nossa realidade atual, nossos relacionamentos.
No Antigo Testamento, a morte é tratada naquilo que ela é na vida do indivíduo, pois, o antigo Israel sabia que a morte era universal e, assim, cria situações irrevogáveis. (Conf. II Sm 14,14).
No dia de finados, precisamos nos perguntar se realmente temos um coração que anseia pela eternidade, pela vinda do Senhor. Qual o meu desejo? Qual a minha esperança?



Padre Eliano - Fraternidade Jesus Salvador
Fonte: canção nova 

01 novembro 2011

Santo do Dia: Dia de todos os Santos


Hoje, a Igreja não celebra a santidade de um cristão que se encontra no Céu, mas sim, de todos. Isto, para mostrar concretamente, a vocação universal de todos para a felicidade eterna. 
"Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: 'Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito' "(Mt 5,48) (CIC 2013).
Sendo assim, nós passamos a compreender o início do sermão do Abade São Bernardo: "Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que, enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas? A eles que, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste glorifica? Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles".
Sabemos que desde os primeiros séculos os cristãos praticam o culto dos santos, a começar pelos mártires, por isto hoje vivemos esta Tradição, na qual nossa Mãe Igreja convida-nos a contemplarmos os nossos "heróis" da fé, esperança e caridade. Na verdade é um convite a olharmos para o Alto, pois neste mundo escurecido pelo pecado, brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma "constelação", já que São João viu: "Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas" (Ap 7,9). 
Todos estes combatentes de Deus, merecem nossa imitação, pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, operários, empregados, patrões, sacerdotes, pobres mendigos, profissionais, militares ou religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que se decide a viver o Evangelho que atua na Igreja e na sociedade. Portanto, a vida destes acabaram virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças; tudo isto, e mais o que constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perderem o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois "não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos santos, sois da Família de Deus" (Ef 2,19). 
Neste dia a Mãe Igreja faz este apelo a todos nós, seus filhos: "O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos." "A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada" (CIC 2028).
Todos os santos de Deus, rogai por nós!
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