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03 novembro 2011

Vaticano: Conferência lembrará o Beato João Paulo II e a doutora Zilda Arns



Realiza-se no Vaticano, de 26 a 28 deste mês, a 26ª Conferência Internacional organizada pelo Pontifício Conselho da Pastoral para os Agentes de Saúde. Esta edição terá como título: "A pastoral de saúde a serviço da vida à luz do magistério do beato João Paulo II". Participarão da Conferência especialistas e representantes dessa Pastoral provenientes de todo o mundo.
Representando o Brasil estará o arcebispo emérito de salvador, cardeal Geraldo Majella Agnelo. Ele participará de uma mesa-redonda sobre figuras ilustres e heróicos agentes da saúde, e falará sobre a fundadora da Pastoral da Criança, doutora Zilda Arns Neumann, que morreu no terremoto no Haiti, em janeiro de 2009.
Do Brasil participará também o doutor André Luiz Oliveira, da Pastoral da Saúde Nacional, representando a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Em preparação à Conferência, se realizará no dia 25 um Concerto centralizado na figura de João Paulo II, na Sala Paulo VI, com a orquestra filarmônica de Roma e o coral e a orquestra de Penza (Rússia).
"A Cruz, a Misericórdia, a Glória" é título do Concerto. O dinheiro arrecadado com a venda dos ingressos irá para a Fundação "O Bom Samaritano", que cuida de viúvas e crianças doentes de malária, tuberculose e HIV-AIDS na África e em outros continentes.
Por CNBB

29 abril 2011

Abrem a tumba de João Paulo II e extraem seu féretro para cerimônia de beatificação


Vaticano, 29 Abr. 11 / 01:31 pm (ACI)
O Diretor do Escritório de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, comunicou que os restos do Papa João Paulo II foram exumados esta manhã em função da sua cerimônia de beatificação no domingo 1º de maio na Praça de São Pedro em Roma.
Como se recorda, o Papa Wojtyla foi enterrado em três caixões: o primeiro de madeira, foi o que esteve exposto durante o funeral; o segundo, de chumbo está lacrado; o terceiro, exterior, também de madeira, foi retirado esta manhã no momento da extração da tumba e se encontra em bom estado de conservação embora mostre alguns sinais do tempo.
Depois das operações de abertura da sepultura, que começaram na primeira hora da manhã, o féretro se expôs em um soalho, no lugar da tumba, até as 9:00h, quando depois de uma breve oração, o Cardeal Angelo Comastri entoou o canto das ladainhas.
Além do Cardeal Angelo Comastri, o arcebispo Giuseppe D'Andrea e o bispo Vittorio Lanzani, que representavam a Basílica e o Capítulo de São Pedro, estavam presentes os cardeais Tarcisio Bertone, Secretário de estado, Giovanni Lajolo, presidente da Governadoria do Estado da Cidade do Vaticano e Stanislaw Dziwisz, Arcebispo de Cracóvia (Polônia) e secretário particular de João Paulo II, entre outros.
Em total participaram várias dezenas de pessoas, incluídos os trabalhadores da Fábrica de São Pedro, que realizaram sua tarefa com grande devoção e participação espiritual profunda.
Enquanto se cantavam as ladainhas durante o breve percurso, o féretro se transladou ante a tumba de São Pedro, nas grutas vaticanas, coberto por um amplo tecido bordado em ouro. O Cardeal Bertone rezou uma breve oração final.
O féretro, como já foi anunciado, permanecerá nas grutas até a manhã do domingo 1º de maio, quando será transladado à Basílica, ante o altar central, para a homenagem do Santo Padre e dos fiéis depois da beatificação. Enquanto isso, as grutas estão fechadas ao público.
A colocação estável do corpo do Beato sob o altar da capela de São Sebastião terá lugar com toda probabilidade na tarde da segunda-feira, 2 de maio, depois do fechamento da Basílica.
Fonte: acidigital

27 abril 2011

O que vem a ser uma Beatificação?


Canonizar é incluir, colocar o nome de alguém na lista oficial (Cânone) daqueles que a Igreja considera como santos.
Há santos que estão no Céu e já foram canonizados e há santos que estão no Céu, mas que sobre eles não houve ainda um pronunciamento oficial da Igreja. Seus nomes ainda não foram postos oficialmente na lista dos santos da Igreja.
Portanto, canonizar não é criar um santo, fazer alguém "virar" santo. E isto, simplesmente, porque esse alguém já era santo desde que morreu. Apenas não foi considerado pela Igreja como tal. Após a canonização, o Santo pode receber, de toda a Igreja, uma veneração pública e universal.
E a beatificação. O que vem a ser uma Beatificação?
É o reconhecimento oficial que a Igreja faz de que uma pessoa encontra-se no Paraíso, em estado de beatitude, podendo interceder por aqueles que, em oração, recorrem a ela. Ela passa a ser considerada um Beato. (Beato vem do latim beatus e significa abençoado.)
A Beatificação é, pois, uma das etapas existentes no processo que deve culminar com a declaração da santidade de alguém, feita pelo Papa, para todos os fiéis.
Existe uma etapa anterior à Beatificação que também faz parte desse processo que é rigoroso e, na maioria das vezes, longo: Servo de Deus. Nessa primeira etapa deve ser provada pelas investigações que o candidato à beatificação praticou em grau heroico todas as virtudes cristãs.
O candidato ao ser canonização recebe automaticamente o título de Servo de Deus, assim que é a Santa Sé concede licença para a abertura do chamado Processo de Canonização.
Em outros tempos o procedimento de declaração de santidade de uma alma era diferente: havia aclamação dos fiéis. Este método durou até o século XII. A partir de então, foram criadas normas que regularizaram a declaração de santidade de alguém e o Papa tomou sobre si o controle das canonizações. Essas normas foram ficando cada vez mais rigorosas.
Quando o Papa João Paulo II for beatificado no próximo dia primeiro de maio, seu processo terá percorrido a etapa inicial e caminha para seu desfecho na canonização.
Para chegar à Beatificação é necessário que um milagre, alcançado através da intercessão do candidato à beatificação, seja reconhecido pela Igreja. Só valem milagres acontecidos após a morte do Beato.
Para os mártires não se exige nenhum milagre, o processo é mais simples. Basta provar que morreram pela Fé. O derramamento do seu sangue vale por muitos milagres.
João Paulo II já tem um milagre atribuído à intercessão dele. E, quem já fez um, pode fazer outros mais...
A melhor lição que recebemos dos santos, canonizados ou não, é o exemplo de vida e o amor a Deus que nos mostram quando seguem os conselhos do evangelho: "Sede santos como vosso Pai é santo!" (1 Ts 4.3) (JG)

Poloneses “invadirão” Roma por ocasião da beatificação do Papa João Paulo II


De avião, trem, carro e ônibus, mais de 50.000 poloneses se preparam para viajar a Roma para assistir, domingo, à cerimônia de beatificação de “seu” Papa João Paulo II.
Os funerais, em abril de 2005, de Karol Wojtyla, já venerado, então, como santo em seu país natal, atraíram a Roma meio milhão de poloneses.
Sua beatificação, num tempo recorde de seis anos e um mês, desperta uma grande alegria na Polônia.
“Estamos preparados para organizar a partida de cerca de 5.000 pessoas, numa centena de ônibus e dois aviões. Até agora, tivemos 3.000 inscrições”, informou à AFP Marcin Szklarski, presidente da companhia Orlando, especialista em peregrinações.
“Acho que haverá entre 50.000 e 60.000 poloneses em Roma por ocasião das cerimônias, entre eles 30.000 a 40.000 vão fazer reservas com as empresas de turismo”, estima.
Szklarski acusa a imprensa de tentar desencorajar os peregrinos, falando de grandes multidões e de preços exorbitantes em Roma.
“Isto é parcialmente justificado, porque os hotéis romanos aumentaram seus preços e desencorajaram muitas pessoas”, reconheceu.
No entanto, a oferta parece ser interessante: um deslocamento de cinco dias em Roma por cerca de 250 euros parece bem acessível a um polonês de classe média.
A crise econômica não está em causa, segundo Janusz Czapinski, professor de psicologia social da Universidade de Varsóvia. “Os poloneses têm, hoje, rendimento muito maior do que durante a morte de João Paulo II. A crise mundial apenas roçou a Polônia e nós, praticamente, não a sentimos”, destacou ele.
“O paradigma cultural estabelecido na Polônia requer nossa presença na cerimônia de adeus, de morte, mas a tradição não diz o mesmo em relação a uma cerimônia de beatificação ou de canonização”, explicou.
“Se não houver uma grande afluência, isto não significa uma diminuição da autoridade de João Paulo II. Ela está intacta. João Paulo II permanece um ponto de referência para todos, na Polônia”, acrescentou ele.
Para ir a Roma, o presidente Bronislaw Komorowski convidou para viajarem em seu avião seus dois predecessores: Aleksander Kwasniewski, um ex-comunista, e Lech Walesa, líder histórico do sindicato Solidariedade.
Milhares de sindicalistas vão se deslocar ao Vaticano por diferentes meios de transporte, entre eles um trem especial que levará 800 militantes das regiões de Varsóvia e de Katowice (sul).
“Quando o papa veio à Polônia pela primeira vez, em 1979, pudemos ver como éramos numerosos. As pessoas passaram a não mais ter medo do regime. O Solidariedade deve em grande parte sua existência à coragem tirada do pontificado de João Paulo II. Difícil imaginar que não estejamos lá, durante a beatificação”, declarou à AFP Ewa Zydorek, membro da direção do sindicato.
O parlamento polonês alugou um avião especial para transportar os deputados de diferentes formações políticas, desejosos de participar das cerimônias.
Já os eleitos do partido conservador Direito e Justiça (PiS), de Jaroslaw Kaczynski, que boicota as instituições do país, vão se manifestar à parte: eles alugaram um trem especial que transportará a Roma 250 membros e simpatizantes deste partido de oposição.
“Mas, em Roma, estaremos todos juntos, no mesmo setor” da praça São Pedro, assegurou à AFP o porta-voz do PiS, Adam Hofman.
Fonte: Blog Carmadélio - Comunidade Shalom 

26 abril 2011

Imensa maioria nos EUA admira João Paulo II e aplaude a sua beatificação


NEW HAVEN, 26 Abr. 11 / 01:56 pm (ACI/EWTN Noticias)
A imensa maioria de americanos admira o Papa João Paulo II e aplaude sua próxima beatificação que será celebrada no próximo 1º de maio na Praça de São Pedro, segundo uma recente pesquisa encarregada pelos Cavaleiros de Colombo, a maior organização laical do mundo.
Os resultados da pesquisa realizada com a colaboração do Marist College Institute pelo Public Opinion, mostram que 78 por cento dos americanos –junto ao 95 por cento de católicos e 98 por cento de católicos que se consideram praticantes– admiram o Papa João Paulo II.
Do mesmo modo, 74 por cento consideram que o Papa Wojtyla é um bom candidato para ser beatificado. O mesmo ocorre em 9 de cada dez católicos.
Ao ser perguntados sobre se considerarem que Karol Wojtyla pode ser considerado o melhor Papa na história da Igreja, 6 de cada 10 pesquisados responderam afirmativamente.
Quase dois terços dos participantes na pesquisa disseram recordar as visitas do Papa Peregrino aos Estados Unidos, 46 por cento viu seu funeral, e 4 de cada 10 entrevistados afirmou que o Pontífice polonês efetivamente impactou sua vida espiritual.
Na opinião do Cavaleiro Supremo dos Cavaleiros de Colombo, Carl Anderson, quem trabalhou de perto com o Papa João Paulo II durante sua vida, "não surpreende que os americanos –a quem ele se dirigiu diretamente em diversas ocasiões – considerem que é correto torná-lo beato".
"João Paulo II foi verdadeiramente um Papa histórico. Visitou muitas vezes cidades nos Estados Unidos durante seu pontificado e claramente deixou uma marca significativa nas mentes e na espiritualidade dos americanos e especialmente nos católicos", acrescentou.
Mais informação: www.kofc.org/moralcompass  
Fonte: acidigital

12 abril 2011

Na Polônia e em Roma a memória de João Paulo II será celebrada no dia 22 de outubro


Vaticano, 12 Abr. 11 / 02:18 pm (ACI)

Um decreto assinado pelo Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos do Vaticano, Cardeal Antonio Cañizares Llovera, determinou que no dia 22 de outubro de cada ano as dioceses de Roma e da Polônia celebrem a memória do futuro beato João Paulo II.

Conforme informa o L'Osservatore Romano hoje, 12 de abril, a data escolhida coincide com o aniversário do início de seu pontificado em 1978.

"Se dispõe que, no Calendário próprio da Diocese de Roma e das dioceses da Polônia, a celebração do Beato João Paulo II, seja registrada no dia 22 de outubro e celebrada, a cada ano, como memória.", afirma o decreto e especifica que será possível acrescentar o beato aos calendários de outras Igrejas locais, assim como dedicar templos em todo mundo, com a prévia aprovação do Vaticano.

A concessão inicial afeta à capital italiana porque como Pontífice, João Paulo II foi Bispo de Roma e se estende à Polônia, sua terranatal.

O decreto também dispõe que durante todo um ano, até o 1º de maio de 2012, estará permitido celebrar missas de ação de graças pela beatificação nos lugares e datas que disponham todos os bispos do mundo em suas respectivas dioceses. 

Junto ao decreto se apresentaram os textos litúrgicos do Compêndio e a segunda leitura do Ofício de Leituras para a celebração da memória, com uma breve biografia e um responsório sobre a homilia que pronunciou João Paulo II em 22 de outubro de 1978, durante a Missa celebrada na Praça de São Pedro do Vaticano ao início do seu Pontificado.

Fonte: acidigital

02 abril 2011

SEIS ANOS DA MORTE DE JOÃO PAULO II


Papa João Paulo II

Cidade do Vaticano, 02 abr (RV) - Em 2 de abril de 6 anos atrás, João Paulo II chegava à Casa do Pai. Um aniversário este ano iluminado pela expectativa alegre e emocionada, em todo o mundo, pela beatificação do Papa Wojtyla no próximo dia 1º de maio. Sobre esse extraordinário binômio entre a morte e a elevação aos altares de Karol Wojtyla, a Rádio Vaticano ouviou o Vigário do Papa para o Estado da Cidade do Vaticano, Cardeal Angelo Comastri,:
 Devemos reconhecer que o povo de Deus, no momento mesmo da morte de João Paulo II tinha já a certeza de que um Santo tinha entrado no céu. Além disso, o então Cardeal Joseph Ratzinger, no dia 8 de abril de 2005, durante os funerais na Praça São Pedro, invocou a bênção de João Paulo II da janela do céu, num certo sentido considerando-o já Santo. Todos nós recordamos aquelas tocantes palavras: “Padre Santo nos abençoe da janela do céu”. Com a beatificação, a percepção do povo de Deus é confirmada com um ato solene e oficial do Santo Padre.
Como é de conhecimento de todos, nos últimos momentos da sua vida terrena, João Paulo II disse: “Deixem-me ir”. Com este “ir”, neste “chegar” ao Pai, Karol Wojtyla, no entanto, ainda está vivo em nós, talvez em alguns aspectos, mais presente do que antes... 
 “Deixem-me ir” tem um preciso significado: João Paulo II sentia que estava já nos umbrais da Casa do Pai. Aquelas palavras, aquelas expressões eram a ânsia do coração, a alegria - quase - de acelerar o passo para ir ao encontro de Jesus, levado pela mão de Maria. Eu imaginei na minha fantasia de fé, naquele momento, estou certo de que na porta do céu se encontrava Maria. Maria, a quem João Paulo II sempre olhou e creio que Maria o abraçou como o abraçou no dia do atentado para salvá-lo.
 “Totus Tuus ego sum”: a vida, o Pontificado de João Paulo II foram - são! - em nome de Maria. Esta beatificação pode ser lida, em fundo, como um dom de Nossa Senhora à Igreja, a todos os fiéis? 
 Claro que sim! João Paulo II sentiu toda a sua vida ligada a Maria. O lema episcopal “Totus Tuus” - todo teu, ó Maria - é uma expressão da espiritualidade de toda a sua vida. Mas em particular, devemos dizer que seu pontificado se desenvolveu sob o olhar de Maria. Como podemos esquecer o dia 13 de maio de 1981? O dia em que Nossa Senhora aparece pela primeira vez em Fátima, uma bala atravessa o corpo de João Paulo II, mas não consegue matá-lo. Foi João Paulo mesmo que disse: “Uma mão assassina atirou para matar, mas uma mão materna me deteve nos umbrais da morte”. Não pode haver outra leitura. Mas como não recordar também o dia 25 de março de 1984? Naquele dia, na Praça São Pedro, diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima trazida especialmente de Fátima, o Papa - eu o vejo ainda - de joelhos, consagra a Rússia ao Imaculado Coração de Maria; e no ano seguinte - 1985 – chega ao poder Gorbachev e tem início a “perestroika”, a mudança, a revolução no Leste da Europa. 
João Paulo II, será elevado à honra dos altares pelo Papa Bento XVI. Dois papas, dois servidores da Igreja, dois amigos, duas figuras tão relacionadas entre si: também este é um aspecto particularmente significativo, se poderia dizer, providencial...
Eu creio que é a primeira vez na história da Igreja que um Papa tem a alegria de declarar Beato o seu predecessor. Certamente, será uma emoção extraordinária para Bento XVI, mas será também uma segurança espiritual! João Paulo II, agora, do céu, protege os passos de seu sucessor, e o conforta nos desafios que hoje a Igreja deve enfrentar. O Papa, em seus primeiros discursos, disse: “Parece que eu ainda ouço sua voz me dizendo: “Não tenha medo”, aquele convite, aquele imperativo o Papa dirigiu ao mundo inteiro, aos cristãos ao redor do mundo. “Não tenham medo!": agora, certamente, do céu, ele também diz a Bento XVI, neste momento dramático da história, neste momento em que o mar da história, parece verdadeiramente uma tempestade. Agarrados em Jesus, sob o olhar de Maria, podemos atravessar toda as tempestades da história, com a certeza de chegar ao porto de Deus. (SP)

22 março 2011

Página de JPII no Facebook tem mais de 2 milhões de acessos


Da Redação, com Rádio Vaticano

página sobre João Paulo II criada, pelo Vaticano, no Facebook já recebeu mais de dois milhões de visitas na primeira semana em que foi lançada.

Os números mostram que a página recebe uma média de mil visitas por hora. Mais de 30 mil usuários clicaram em "eu curto" - termo com o qual os fãs dão sua aprovação e, praticamente, todos os vídeos publicados foram vistos mais de 50 mil vezes, alguns chegaram a 113 mil.

O porta-voz do Vaticano e diretor geral da Rádio Vaticano (RV), padre Federico Lombardi, se diz "muito satisfeito" com o sucesso da página no Facebook e anunciou que outros materiais serão disponibilizados. "A partir desta semana, começarão a ser publicados vídeoclips do Papa em viagens e no Vaticano, com a sua voz em diversas línguas. São 40 vídeos com sonoras escolhidas pelas redações da RV e editados pelo Centro Televisivo Vaticano (CTV). Além destes, outros 25 expressarão momentos significativos e especiais das viagens e do Pontificado".

A página é resultado de uma colaboração entre a RV e o CTV, em sintonia com o Pontifício Conselho das Comunicações Sociais.

Leia mais
.: Vaticano lança páginas sobre João Paulo II no Facebook e Youtube


19 março 2011

São José e João Paulo II protagonistas no retiro do Papa


VATICANO, 19 Mar. 11 / 02:12 pm (ACI)

Os exercícios espirituais da cúria vaticana, nos quais participou o Papa Bento XVI e cujas meditações foram sobre João Paulo II e a teologia dos santos, chegaram ao fim neste 19 de março, quando toda a Igreja celebra a festa de São José, o Santo Custódio do Redentor.

Esta manhã na capela Redemptoris Mater no Palácio Apostólico Vaticano, o Santo Padre agradeceu ao Pe. François-Marie Léthel, carmelita descalço que se encarregou das reflexões do retiro que teve como tema "A luz de Cristo no coração da Igreja: João Paulo II e a teologia dos santos".

Bento XVI disse que o sacerdote "mostrou os santos como 'estrelas' no firmamento da história e, com seu entusiasmo e sua glória, inseriu-nos no percurso destes santos e mostrou os santos 'pequenos' como os 'grandes'".

"Mostrou-nos que a scientia fidei (ciência da fé) e a scientia amoris (ciência do amor) vão juntas e se complementam, que a razão grande e o grande amor vão juntos, para que assim o grande amor veja mais que a razão sozinha".

O Papa assinalou logo que "a Providência quis que estes exercícios concluíssem com a festa de São José, meu Patrono pessoal e Patrono da Santa Igreja: um humilde santo, um humilde trabalhador que foi feito digno de ser Custódio do Redentor".

"São Mateus caracteriza São José com uma palavra: 'era um justo', 'dikaios', que vem do (grego) 'dike'. Na perspectiva do Antigo Testamento, como a encontramos, por exemplo, no salmo 1, 'justo', é o homem que está imerso na Palavra de Deus, que vive na Palavra de Deus, que vive a Lei não como 'jugo' mas como 'alegria', vive, podemos dizer, a Lei como 'Evangelho'".

O Santo Padre explicou também que "São José era justo, estava imerso na Palavra de Deus, escrita, transmitida na sabedoria de seu povo, e por isso estava preparado e foi chamado a proteger este Verbo encarnado que foi sua missão para sempre: custodiar a Santa Igreja e Nosso Senhor".

Finalmente disse que "confiamo-nos neste momento à sua custódia, rezamos para que nos ajude em nosso humilde serviço. Avancemos com coragem, sob este amparo. Estamos agradecidos pelos santos humildes, rezamos para que o Senhor nos faça também humildes em nosso serviço e assim santos na companhia dos santos".

Fonte: acidigital

06 março 2011

Formação: O desafio de se viver em família


Carta de João Paulo II às famílias
A família é realmente uma comunidade de pessoas, para quem o modo próprio de existirem e viverem juntas é a comunhão: comunhão de pessoas. Também aqui, sempre ressalvando a absoluta transcendência do Criador relativamente à criatura, emerge a referência exemplar ao «Nós» divino. Somente as pessoas são capazes de viver «em comunhão». A família tem início na comunhão conjugal, que o Concílio Vaticano II classifica como «aliança», na qual o homem e a mulher «mutuamente se dão e recebem um ao outro» (11).
(...)
Na família assim constituída, manifesta-se uma nova unidade, na qual encontra pleno cumprimento a relação «de comunhão» dos pais. A experiência ensina que esse cumprimento representa, no entanto, uma tarefa e um desafio. A tarefa empenha os cônjuges, na actuação da sua aliança originária.
Os filhos, por eles gerados, deveriam — está aqui o desafio — consolidar tal aliança, enriquecendo e arraigando a comunhão conjugal do pai e da mãe. Quando tal não sucede, há que perguntar-se se o egoísmo, que, por causa da inclinação humana para o mal, se esconde inclusive no amor do homem e da mulher, não seja mais forte do que este amor. É preciso que os esposos estejam bem cientes disso.
É necessário que, desde o princípio, eles tenham os corações e os pensamentos voltados para aquele Deus, «do Qual toda a paternidade toma o nome», a fim de que a sua paternidade e maternidade tirem daquela fonte a força de se renovarem continuamente no amor.
Paternidade e maternidade representam em si mesmas uma particularconfirmação do amor, cuja extensão e profundidade original permitem descobrir. Isso, porém, não acontece automaticamente. É, antes, um dever confiado a ambos: ao marido e à esposa. Nas suas vidas, a paternidade e a maternidade constituem uma «novidade» e uma riqueza tão sublime que apenas «de joelhos» é possível abeirar-se delas.
A experiência ensina que o amor humano, por sua natureza orientado para a paternidade e a maternidade, é às vezes afectado por uma profunda crise, que o deixa seriamente ameaçado. Há que tomar em consideração, nesses casos, o recurso aos serviços oferecidos pelos consultórios matrimoniais e familiares, mediante os quais é possível valer-se, entre outras coisas, da ajuda de psicólogos e psicoterapeutas especificamente preparados. Não se pode esquecer, todavia, que continuam sempre válidas as palavras do Apóstolo: «Dobro os joelhos diante do Pai, do Qual toda a paternidade, nos Céus como na Terra, toma o nome». O matrimónio, o matrimónio sacramento, é uma aliança de pessoas no amor.
E o amor pode ser aprofundado e guardado apenas pelo Amor, aquele Amor que é «derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, que nos foi concedido» (Rom 5, 5). A oração no Ano da Família não deveria concentrar-se sobre o ponto crucial e decisivo da passagem do amor conjugal à geração e, por isso, à paternidade e maternidade? Não é precisamente então que se torna indispensável a «efusão da graça do Espírito Santo», invocada na celebração litúrgica do sacramento do matrimónio?
O Apóstolo, dobrando os joelhos diante do Pai, implora-Lhe que «vos conceda (...) que sejais poderosamente fortalecidos pelo seu Espírito quanto ao crescimento do homem interior » (Ef 3, 16). Esta «força do homem interior» é necessária na vida familiar, especialmente nos seus momentos críticos, ou seja, quando o amor, que no rito litúrgico do consentimento conjugal foi expresso pelas palavras: «Prometo ser-te fiel, (...) por toda a nossa vida», é chamado a superar um difícil exame.
(Trecho da Carta de João Paulo II às famílias - 1994)
João Paulo II
Fonte: www.vatican.va

18 fevereiro 2011

Vaticano divulga programação da beatificação de João Paulo II


Bento XVI presidirá a Missa de beatificação de João Paulo II. Esta é a primeira vez, na história da Igreja, que um Papa beatifica o seu antecessor.

Gracielle Reis
Da Redação, com Boletim da Santa Sé (tradução equipe CN Notícias)


A beatificação do Papa Papa João Paulo II será um grande evento eclesial. Para tal, o Vaticano organiza uma programação especial para o evento do dia 1º de maio, que foi divulgado nesta sexta-feira, 18, através do Boletim da Santa Sé.
O roteiro será divido em cinco etapas, incluindo vigília de preparação, Missa da beatificação e veneração dos restos mortais do futuro beato. 
Confira o cronograma:
Dia 30/04
- 20h às 22h30 (1h às 3h30 de 1° de maio, horário de Brasília):Vigília de preparação, no Circo Máximo de Roma, organizada pela Diocese de Roma. A vigília será conduzida pelo Vigário Geral para a Diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini. Na ocasião,o Papa  Bento XVI participará através de uma videoconferência. 
Dia 01/05
- 10h (15h, horário de Brasília): Missa da beatificação, na Praça de São Pedro, presidida pelo Santo Padre. Não há a necessidade de bilhetes para o ingresso, mas o acesso à Praça e áreas adjacentes estará sob a protecção da segurança pública. 
- Após a Missa: Veneração dos restos mortais do novo beato será. Todos os fiéis poderão fazer sua veneração, que se estenderá até finalizar o fluxo de pessoas. Os restos mortais serão expostos na Basílica de São Pedro, em frente ao Altar da Confissão. 
Dia 02/05
- 10h30 (15h30, horário de Brasília): Missa de Ação de Graças, na Praça de São Pedro. que será presidida peloSecretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone. No mesmo dia, acontecerá o enterro dos restos mortais de João Paulo II, na Capela de São Sebastião, numa cerimônia privada. 

12 fevereiro 2011

Fiéis poderão participar da Beatificação de João Paulo II


Redação A12

Fiéis e peregrinos que quiserem participar da cerimônia de beatificação do Papa João Paulo II, no dia 1º de maio, terão acesso livre, sem a necessidade de convite ou bilhete de ingresso.

As entradas serão controladas para evitar problemas, mas não serão pedidos convites.

Para o evento, o Vaticano espera receber cerca de dois milhões de peregrinos.

Geralmente, as cerimônias presididas por Bento XVI requerem um ingresso, com o objetivo de controlar as entradas, evitando assim problemas decorrentes da afluência de multidões em espaços circunscritos.

Para esta ocasião especial, a Santa Sé optou por tornar a entrada franca na Praça São Pedro para todos os fieis e peregrinos que quiserem participar da cerimônia de beatificação do falecido pontífice.

Segundo a Santa Sé, haverá sim controle na entrada, com o objetivo de evitar confusões e para garantir a segurança de todos os presentes. Mas não será exigido qualquer bilhete ou convite.

  
Com informações da Rádio Vaticano

Foto:Vaticano

16 janeiro 2011

Bento XVI: Nós que amamos João Paulo II estamos felizes por sua beatificação


VATICANO, 16 Jan. 11 / 02:43 pm (ACI).- O Papa Bento XVI assegurou hoje que aqueles que como ele conheceram, respeitaram e amaram a seu predecessor o venerável Papa João Paulo II só podem estar felizes pela beatificação deste "guia na fé, na verdade e na liberdade".
Depois da oração do Ângelus dominical ante uma multidão de peregrinos reunida na Praça de São Pedro, o Pontífice explicou por que escolheu o 1º de maio para a cerimônia de beatificação.
"Será o segundo domingo de Páscoa, que ele mesmo dedicou à Divina Misericórdia, e em cuja vigília terminou sua vida terrena. Quantos o conheceram, quantos o respeitaram e amaram não poderão menos que gozar com a Igreja por este acontecimento. Estamos felizes!", afirmou em sua saudação aos peregrinos italianos.
Dirigindo-se aos "irmãos e irmãs poloneses", explicou que a notícia da beatificação "era muito esperada por todos e em particular por vós, para quem meu venerável predecessor foi guia na fé, na verdade e na liberdade. Desejo-lhes uma profunda preparação espiritual a este acontecimento e de coração os abençôo a todos".
Inundações e cristãos perseguidos
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