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03 março 2011

Formação: A casa sobre a rocha


Muitas pessoas estão em busca de alternativas mais sadias
Descobrir os caminhos para a maravilhosa aventura cristã no meio do mundo é contínua provocação positiva que desejamos acolher juntos. O Cristianismo é e será sempre resposta às mais profundas inquietações do coração humano, a ser oferecida a todas as gerações através da palavra e do testemunho dos cristãos. Numa quadra da vida do mundo marcada por tantas mudanças, vale a pena ir ao encontro das perguntas feitas pelas gerações atuais, especialmente dos jovens, cujas atitudes e comportamento nos deixam desconcertados.
Há no ar um desejo de respostas objetivas às interrogações das pessoas. Com gente altamente questionadora, os raciocínios detalhados e detalhistas não conseguem ir ao cerne das questões e ao coração. Ao lado e dentro da necessária objetividade, a verdade, especialmente quando incomoda, corresponde ao desejo mais profundo do coração humano. Nas lides pastorais, ouvi recentemente um jovem reagindo à exposição dos ensinamentos da Igreja a respeito da castidade: "Ainda que nem sempre consigamos praticar o que ouvimos, dentro de nós sabemos ser este o caminho da felicidade". Mais cedo ou mais tarde, ressoa clara a voz da consciência, grito do Espírito Santo de Deus dentro de cada ser humano.

02 março 2011

Formação: Camisinha: uma "roleta russa" no combate à Aids


O uso da camisinha não é absolutamente seguro

A verdade cientificamente verificada é que o uso da "camisinha" não é absolutamente seguro. Inúmeras pesquisas têm sido feitas a esse respeito nos meios científicos, como estudos de microscopia eletrônica e testes de passagem de micropartículas. 
Pesquisa realizada com Richard Smith, um especialista norte-americano sobre a transmissão da Aids, apresenta seis grandes falhas do preservativo, dentre as mencionadas por ele, por exemplo, há a deterioração do látex, ocasionada pelas condições de transporte e armazenagem. 
Tomadas, porém, todas as precauções e conseguindo-se que os preservativos cheguem em perfeitas condições aos usuários, seriam ainda seguros para prevenir a Aids, pergunta-se o autor? Sua resposta é esta: "Absolutamente não. O tamanho do vírus HIV é 450 vezes menor que o espermatozoide. Esses pequenos vírus podem passar entre os poros do látex tão facilmente em um bom preservativo como em um defeituoso".
Levando-se em conta o resultado dessas investigações, poderíamos dizer que, servir-se de um preservativo para proteger-se contra o vírus HIV, significa, tanto como, apostar nos resultados de uma "roleta russa". Com mais de uma bala no tambor, no caso em que a prática sexual se torna mais frequente e promíscua ao sentirem-se os usuários, persuadidos pela propaganda, com absoluta segurança no uso da "camisinha". Deste modo, tanto mais aumentará a probabilidade de um contágio quanto mais aumentarem a promiscuidade e o falso convencimento de proteção oferecida pelo método. 
Por essa razão, o risco de infecção, ainda que reduza a percentagem de perigo a uns 10% - em realidade pode ser maior – e, evidentemente excessivo. 
Que educador, pai, amigo consentiria que um filho ou uma pessoa amada embarcasse num avião que tem 10% de probabilidade de espatifar-se no chão?
A propaganda para difundir o uso do preservativo é, por isso mesmo, totalmente inadequada porque, por um lado, favorece a proliferação da promiscuidade e, por outro, não evita devidamente a contaminação. Dessa forma, em vez de se tornar um método inibidor da doença, torna-se, de fato, um método propagador dela. 
Pedagogicamente, corre-se o risco de que a campanha venha a ser entendida assim: "Tenha relações sexuais, basta tomar as devidas precauções". Não seria essa uma forma de incentivar a prática do sexo prematuro?
Se as adolescentes e os adolescentes viessem a ser induzidos a pensar que é normal a prática do sexo precoce, prestar-se-ia um péssimo serviço a uma educação sadia e enriquecedora. 
Não se pode mudar a ordem natural em função de uma solução imediatista e inadequada que, além de não solucionar o problema da proliferação da Aids, propicia e incentiva a prática desregrada do sexo. 
Trecho do livro Sexualidade, o que os jovens sabem e pensam de padre Mário Marcelo Coelho*
*Padre Mário Coelho, sacerdote do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos), mestre em Teologia, autor e assessorna área de Bioética e Teologia Moral. Professor da Faculdade Dehoniana.

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