Mostrando postagens com marcador Sacerdote. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sacerdote. Mostrar todas as postagens

06 setembro 2010

A SANTA MISSA: Recomendações úteis aos fiéis

As duas partes que constituem, de algum modo, a Missa, isto é, a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística, estão tão intimamente ligadas entre si, formando um só ato de culto. Ninguém deve aproximar-se da mesa do Pão do Senhor, senão depois de ter estado presente à mesa da Sua Palavra. É da máxima importância, pois, a Sagrada Escritura na celebração da Santa Missa.
A leitura da perícope evangélica é reservada ao ministro ordenado, ou seja, ao diácono ou ao sacerdote. As outras leituras, quando for possível, sejam confiadas a quem tenha recebido o ministério de leitor ou a outros leigos, preparados espiritual e tecnicamente. À primeira leitura segue-se um Salmo responsorial, que faz parte integrante da Liturgia da Palavra.


A homilia tem por fim explicar aos fiéis a Palavra de Deus, proclamada nas leituras, e atualizar a mensagem dela. Compete, portanto, ao sacerdote ou ao diácono fazê-la [homilia].
A proclamação da Oração Eucarística que, por sua natureza, é como que o ponto culminante de toda a celebração, é reservada ao sacerdote, em virtude de sua ordenação. É um abuso, portanto, deixar que algumas partes da referida oração sejam ditas pelo diácono ou por um ministro inferior ou pelos simples fiéis. No entanto, a assembleia não fica passiva e inerte: une-se ao sacerdote na fé e no silêncio e manifesta a sua adesão com as várias intervenções previstas no desenrolar da
Oração Eucarística: as respostas ao diálogo do prefácio, o Sanctus, a aclamação depois da consagração e o Amém final, depois do “Por Cristo”, que também é reservado ao sacerdote. Este Amém final, em particular, deveria ser valorizado com o canto, porque é o Amém mais importante de toda a Missa.

23 julho 2010

Supostos sacerdotes de vida homossexual devem deixar estado clerical, disse Vicariato de Roma.


Em enérgica resposta a uma reportagem da revista socialista italiana Panorama, que apresenta as atividades homossexuais de três supostos sacerdotes –um deles não italiano–, o Vicariato de Roma (Itália) assinalou esta sexta-feira que os sacerdotes que são homossexuais deveriam sair à luz e pensar seriamente em deixar o sacerdócio.

O comunicado publicado no jornal Avvenire assinala que “quem realizou esta reportagem afirma ter freqüentado alguns sacerdotes homossexuais e ter documentado seu comportamento com uma câmara escondida”.
“A finalidade do artigo é evidente, criar o escândalo, difamar a todos os sacerdotes ,  desacreditar a Igreja–e deste modo– fazer pressão contra aquela porção da Igreja definida por eles como ‘intransigente, que se esforça por não ver a realidade’ dos sacerdotes homossexuais”.

O Vicariato de Roma assinala logo que “os fatos relatados não podem deixar de suscitar dor e desconcerto na comunidade eclesiástica de Roma, que conhece de perto os seus sacerdotes não pela ‘dupla vida, mas com uma ‘vida só’, feliz e alegre, coerente com a vocação, entregue a Deus e ao serviço das pessoas, esforçada em viver e testemunhar o Evangelho e modelo de moralidade para todos”.

Estes esforçados e coerentes homens “são os mais de 1 300 sacerdotes de nossas 336 paróquias, oratórios, das múltiplas obras de caridade, dos institutos de vida consagrada e das outras realidades eclesiásticas operantes nas universidades, no mundo da cultura, nos hospitais e nas fronteiras da pobreza e da degradação humana, não só em nossa cidade mas também em terras longínquas e em condições muito pobres”.

Seguidamente assinala que “quem conhece a Igreja de Roma –onde vivem também centenas de outros sacerdotes provenientes de todo o mundo para estudar na universidade, mas que não são do clero romano nem estão envolvidos na pastoral– não se encontra nem mesmo minimamente ante a realidade do comportamento daqueles de ‘dupla vida’, que não entenderam o que é o ‘sacerdócio católico e não deveriam chegar a converter-se em sacerdotes”.

“Saibam que ninguém os obriga a seguir sendo sacerdotes, desfrutando apenas dos benefícios. O coerente seria que saiam ao descoberto. Não queremos seu mal mas não podemos aceitar que por seus comportamentos se enlode a venerabilidade de todos os outros”, precisa o texto.

Ante fatos similares, continua, “aderimos com convicção ao que o Santo Padre Bento XVI  repetiu muitas vezes nos últimos meses: ‘os pecados dos sacerdotes’ reclamam a todos a conversão do coração e da vida assim como ser vigilantes e não ‘minar a fé e a vida cristã, atacando a integridade da Igreja, debilitando sua capacidade de profecia e testemunho, manchando a beleza de seu rosto’”.
“Este Vicariato –conclui– está empenhado em perseguir com rigor, segundo as normas da Igreja, todo comportamento indigno da vida sacerdotal”
Fonte: comshalon

Related Posts with Thumbnails