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23 julho 2012

Comissão para a Vida e Família lança 2ª edição do subsídio “Hora da Vida”


Com objetivo de colaborar na preparação e na realização da Semana Nacional da Vida e no Dia do Nascituro, a Comissão para a Vida e Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou a segunda edição do subsídio “Hora da Família”. A publicação continua sendo solicitado por todo o Brasil, e já foram adquiridos mais de 200.000 exemplares em todo o território brasileiro.
Tendo sido elaborado pela primeira vez no ano passado, o subsídio “Hora da Família”, traz o tema “Vida, saúde e dignidade: direito e responsabilidade de todos” dividido em sete encontros e uma celebração da vida. Os encontros vão desde a acolhida da vida, passando por uma conscientização de comportamentos de risco que ameaçam a vida, até chegar ao cuidado com as pessoas na fase final da vida.
Os encontros são: ‘1º-Qual o meu papel?’; ‘2º-Acolhida à vida nascente’; ‘3º-Transmissão da vida: qual a missão do casal?’; ‘4º-Hábitos e comportamentos de risco’; ‘5º-Saúde e equilíbrio do homem’; ‘6º-Dignidade e qualidade de vida’; e, por fim, ‘7º-O sentido do entardecer da vida’.
Dentro de cada um dos encontros supracitados, inúmeros assuntos serão abordados, todos relecionados à defesa da vida. É possível citar, por exemplo, os sub-itens ‘responsabilidade consigo mesmo, com a família e com a sociedade’, ‘compromisso com a vida’, ‘aborto, gravidez de risco, eugenia’, ‘sexualidade e afetividade’, ‘pais como participantes da paternidade de Deus’, ‘drogas lícitas e ilícitas’, ‘promiscuidade’, ‘consumismo’, ‘eutanásia’, dentre outros.
De acordo com o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família, padre Rafael Fornasier, o subsídio propõe os sete roteiros de encontros apenas como sugestões. “Pode-se adaptar o material a cada realidade, bem como acrescentar outros temas afins”, explica.
Vários bispos colaboraram na elaboração do subsídio. Dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão E. P. para Vida e Família escreve uma mensagem sugerindo a criação de Comissões de Respeito, Promoção e Defesa da Vida nas dioceses e, quando possível, nas paróquias. A apresentação da publicação foi feita pelo bispo auxiliar do Rio e membro da Comissão Episcopal Pastoral para Vida e Família, dom Antônio Augusto. O arcebispo de Belém, dom Alberto Taveira foi o autor da introdução.
Sob a coordenação do padre Rafael Fornasier, vários organismos também colaboraram na produção do “Hora da Vida”. Colaboraram: a Pastoral Familiar do Regional Norte 2 da CNBB; o Centro de Bioética da Amazônia (CBAm); a Comissão de Defesa da Vida da Arquidiocese de Belém; a Comunidade de Nazaré (BA).
Assim como o subsídio “Hora da Família”, o “Hora da Vida” pode ser adquirido junto aos casasi coordenadores da Pastoral Familiar de todo o Brasil, ou diretamente na SECREN (Secretariado Nacional da Pastoral Familiar) pelo telefone: (61) 34432900; por e-mail: secren@cnpf.org.br
Semana Nacional da Vida e Dia do Nascituro
Com o tema “Vida, Ecologia Humana e Meio Ambiente”, a Igreja no Brasil realiza a Semana Nacional da Vida, nos dias 1 a 7 de outubro, culminando com o Dia do Nascituro, no dia 8. Neste período, as dioceses são convidadas a desenvolver atividades em torno do tema, focando sempre o direito a vida e a preservação da dignidade humana.
A Semana Nacional da Vida foi instituída em 2005 pela 43ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O Dia do Nascituro é um dia em homenagem ao novo ser humano, à criança que ainda vive dentro da barriga da mãe. A data celebra o direito à proteção de sua vida e saúde, à alimentação, ao respeito e a um nascimento sadio. O objetivo é suscitar nas consciências, nas famílias e na sociedade, o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos
Fonte: CNBB

04 outubro 2010

Semana Nacional da Vida 2010 fala sobre “Vida, Ecologia Humana e Meio Ambiente”

Na sexta-feira, dia 1, iniciou as celebrações, em todo o país, da Semana Nacional da Vida 2010, que se estende até o próximo dia 7. Instituída em 2005, durante a 43ª Assembleia Geral da CNBB, esse evento propõem que as dioceses desenvolvam atividades que visem a luta em favor da vida, em suas múltiplas dimensões e de diversas formas. Este ano, o tema discutido é “Vida, Ecologia Humana e Meio Ambiente”.
“A declaração sobre exigências éticas em defesa da vida, fruto da Assembleia Geral da CNBB, conclama toda a Igreja a refletir, em profundidade, através de celebrações, cursos, encontros e seminários, sobre o valor da vida em todas as suas dimensões” disse o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família da CNBB e arcebispo de Londrina (PR), dom Orlando Brandes.
Segundo a Comissão Nacional da Pastoral Familiar, responsável pela Semana Nacional da Vida, o tema foi escolhido a partir das reflexões da Carta Encíclica Centesimus Annus, escrita pelo papa João Paulo II. Neste documento, é citada a importância da ecologia humana. O papa Bento XVI, também refletiu sobre o assunto, na mensagem para o dia Mundial da Paz, em 2007. “A destruição do meio ambiente, um uso impróprio ou egoísta do mesmo e a apropriação violenta dos recursos da terra, são fruto de um conceito desumano de desenvolvimento”, escreveu o Papa.
Após a Semana Nacional da Vida, no dia 8 de outubro, é celebrado ainda o Dia do Nascituro. “A vida humana começa na fecundação, na concepção, no encontro do óvulo com o espermatozóide. O prodígio da vida é admirável, causa assombro, gratidão e reverência. Uma vez concebido, o ser humano tem direito à vida, aos cuidados de todos. Este ser humano tem o direito de nascer”, afirma dom Orlando, em artigo publicado no site da Pastoral Familiar.
O presidente do Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo) e bispo de Santo André (SP), dom Nelson Westrupp, fez um convite aos fieis para a celebração da Semana Nacional da Vida e do Dia do Nascituro. “Cada Comunidade, cada Pastoral, cada Movimento, cada Associação, cada Organismo, enfim, todos são convidados a entrar no movimento em defesa da vida, participando de debates e reflexões, pondo a própria criatividade a serviço da vida”, declarou dom Nelson.
Outras informações a respeito da Semana Nacional da Vida e do Dia do Nascituro acesse o site da Pastoral Familiar, no endereço: www.cnpf.org.br.
Fonte: CNBB

26 setembro 2010

Semana Nacional da Vida

Semana Nacional da Vida: de 1 a 7 de Outubro / Dia do Nascituro 08 de outubro
Porque a Semana Nacional da Vida e Dia do Nascituro
A Semana da Vida é uma ocasião especial para colocar em evidência o valor e a beleza desse Dom precioso que de Deus recebemos. De modo especial para salientar o valor sagrado da vida humana e da sua dignidade, sem nos esquecermos de todas as demais dimensões que esta abrange. Diante de tantas ameaças que atualmente a vida vem sofrendo é nossa missão reafirmar sua importância inestimável. Ela é o fundamento sobre o qual se apoiam todos os demais valores.
Mas quem é o Nascituro?
É aquele ser humano que está no ventre materno antes que a Mãe lhe dê à luz. Este possui o direito de ser respeitado na sua integridade. Tem dignidade como a de qualquer pessoa já nascida.
Por que o tema: “Vida, Ecologia Humana e Meio Ambiente”
A carta encíclica do Papa João Paulo II, Centesimus Annus, nos números 38 e 39, traz uma proposta que foi um pouco esquecida. O Papa fala da necessidade de uma ecologia humana. Nós demoramos 200 anos para entender que não é possível utilizar todo o poder técnico de que dispomos para depredar a natureza, porque a natureza tem a sua própria finalidade, que deve ser respeitada. Respeitar as águas dos rios, as florestas, as espécies animais, o ar, é fundamental. Do mesmo modo, nós devemos entender que é necessário respeitar limites quando se trata da existência humana. A ecologia humana significa uma atenção para preservar a dignidade. Para preservar especificamente o humano do homem. Para que o homem não vire um animal, onde se devora um ao outro.
Bento XVI na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2007, recordou que “a destruição do meio ambiente, um uso impróprio ou egoísta do mesmo e a apropriação violenta dos recursos da terra... são fruto de um conceito desumano de desenvolvimento. Com efeito, um desenvolvimento que se limitasse ao aspecto técnico-econômico, esquecendo a dimensão moral-religiosa, não seria um desenvolvimento humano integral e terminaria, ao ser unilateral, por incentivar as capacidades destruidoras do homem" (n. 9).
Ao enfrentar os desafios apresentados pela tutela do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável, somos chamados a promover e a "salvaguardar as condições morais para uma autêntica “ecologia humana” (Centesimus annus, 38). Isto, por sua vez, exige um relacionamento responsável não somente com a criação, mas inclusive com o nosso próximo, de perto e de longe, no espaço e no tempo, mas também com o Criador.
Por que motivo a vida é um bem?
No homem, criado à imagem e semelhança de Deus, reflete-se, em cada fase da sua existência, “o rosto do seu Filho Unigênito... Este amor ilimitado e quase incompreensível de Deus pelo homem revela até que ponto a pessoa humana seja digna de ser amada por si mesma, independentemente de qualquer outra consideração: inteligência, beleza, saúde, juventude, integridade, etc. Numa palavra, a vida humana é sempre um bem, porque “ela é, no mundo, manifestação de Deus, sinal da sua presença, vestígio da sua glória” (cf. Evangelium vitae, 34; Dignitas Personae, 8).
A vida ameaçada pelas forças do mal (Ap 12,4)
João Paulo II, profeta da vida, escreveu na Carta às Famílias, que nos encontramos defronte a uma enorme ameaça contra a vida: não apenas dos simples indivíduos, mas também de toda a civilização. A afirmação de que esta civilização se tornou, sob alguns aspectos, “civilização da morte”, recebe assim uma inquietante confirmação. E não será porventura um evento profético o fato de o nascimento de Cristo ter sido acompanhado do perigo para a sua existência? Sim, também a vida d'Aquele que é ao mesmo tempo filho do homem e filho de Deus, esteve ameaçada, esteve em perigo desde o início, e só por milagre evitou a morte.
Nos últimos decênios, todavia, notam-se alguns sintomas reconfortantes de umdespertar das consciências: isto verifica-se tanto no mundo do pensamento como na própria opinião pública. Especialmente nos jovens, cresce uma nova consciência do respeito pela vida desde a concepção até o seu declínio natural; difundem-se as comissões de bioética e de defesa da vida, os movimentos pró-vida (pro life). É um fermento de esperança para o futuro da família e da inteira humanidade (cf. n. 21). “É urgente uma grande oração pela vida, que atravesse o mundo inteiro” (Evangelium Vitae, 100)
Durante a "Semana Nacional da vida" acontecerão nas diversas dioceses e comunidades do Brasil várias iniciativas em favor da vida, organizadas por paróquias, associações e grupos de trabalho da Igreja Católica, mas também de outras confissões cristãs ou não cristãs, pois, “o Evangelho da vida não é exclusivamente para os crentes: destina-se a todos” (EV 101).
Gostou do assunto? Quer saber mais? Então acesse o link da Pastoral Familiar e veja mais sobre o assunto.

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