04 maio 2010

"IGREJA ATRAVESSA UM MOMENTO DE PROFUNDA TRISTEZA E AMARGURA", diz Dom Lorenzo Baldisseri

O núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, presidiu a missa que abriu a 48ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, nesta terça-feira, 4, no Santuário Dom Bosco, em Brasília (DF). Em sua homilia, dom Lorenzo discorreu sobre a paz e sobre o momento atual vivido pela Igreja, por causa dos casos de pedofilia praticados por membros do clero.

“A Igreja hoje atravessa um momento de profunda tristeza e amargura, um Getsêmani, um suor de sangue com dor e sofrimento”, disse o núncio. “A Igreja figura nas páginas dos jornais e de outros meios de comunicação, fustigada, exposta ao público ludíbrio, pelas fraquezas de alguns de seus membros qualificados, os quais foram responsáveis de pecados e crimes gravíssimos, passiveis de juízo diante de Deus e dos tribunais”, continuou.

Para o núncio, este é um tempo de purificação e de penitência. “Acompanhamos com lucidez e clareza quanto acontece e os pastores e os Superiores maiores estão convidados a tomar de imediato as medidas adequadas, instruídas pela Santa Sé, para aplicar as penas correspondentes aos responsáveis dos crimes cometidos no território ou nas áreas de própria competência, todos solidários para fazer frente a qualquer tipo de especulação e instrumentalização e, sobretudo, unidos ao Santo Padre, atingindo em primeira pessoa, por uma campanha orquestrada e perversa, volta a desacreditar a Igreja e aos seus membros mais elevados em hierarquia. Roguemos a Deus!”, afirmou.

A missa teve a participação especial de 13 novos bispos, nomeados desde a última assembleia. “Sintam-se bem acolhidos e recebidos com um abraço fraternal, no início do vosso pastoreio nas diferentes Dioceses do Brasil”, sublinhou dom Lorenzo. “Sei que estais ainda experimentando o temor e o tremor da primeira notícia e sabeis que a graça de Deus é grande e sereis recompensados pela vossa generosa disponibilidade para servir a Igreja”.

A Assembleia, que reúne mais de 300 bispos, continua até o dia 13 e tratará de vários temas como a Palavra de Deus, Comunidades Eclesiais de Base, Questão Agrária, Programa de Direitos Humanos e pedofilia. A Assembleia deverá aprovar também uma declaração sobre o momento político.



 

03 maio 2010

MENSAGEM PARA REFLEXÃO: A Fábula das três árvores


 Havia, numa cidade, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.

A primeira, olhando as estrelas, disse:

- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada.

A segunda olhou para o riacho e suspirou:

- Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas.

A terceira árvore olhou o vale e disse:

- Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto, mas tanto, que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus.

Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam.

Mas lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos… Que pena!

A primeira árvore acabou sendo transformada num coxo de animais, coberto de feno. A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias. E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.

E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes: “- Para que isso?”

Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu bebê recém nascido naquele coxo de animais. E, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.

A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, e, no meio de uma tempestade, quando o estavam quase afundando, o homem levantou e disse ao mar revolto: “Sossegai”. Num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra.

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela, pois fora condenado à morte, mesmo sendo inocente.

Logo, sentiu-se horrível e cruel. Mas no domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de Seu Filho Jesus Cristo ao olharem para ela.

Fonte: http://www.recadosvituais.com.br/

NÃO FORAM PADRES QUE SE TORNARAM PEDÓFILOS, MAS PEDÓFILOS QUE SE TORNARAM PADRES

Muito se fala da Igreja Católica nos tempos atuais, por causa dos casos de pedofilia cometidos por Presbíteros (Padres). Infelizmente as pessoas não medem as consequencias em condenar uma Instituição, ao invés de olharem primeiro para a pessoa que está cometendo o delito. O Padre Juarez de Castro, Secretário Geral de Comunicação da Arquidiocese de São Paulo, falou muito bem no Programa do Ratinho no SBT há cerca de um (01) mês atrás: "Não foram os Padres que se tornaram pedófilos, e sim pedófilos que se tornaram Padres". Devido ao grande número de acontecimentos, as pessoas procuram olhar somente para a Igreja Católica com um olhar humilhador taxando-a de perversa, com base nisto tive o cuidado de pesquisar minunciosamente, obtendo êxito, a procura de alguma coisa que mostrasse a todos que a Igreja Católica Apostólica Romana, dirigida pelo seu chefe visível, Sua Santidade o Papa Bento XVI, não está omissa diante destes fatos tão estarrecedores. Na íntegra todos vocês podem conferir uma entrevista realizada no 15 de março do corrente ano com o Mons. Charles J. Sciclua, Promotor de Justiça da Congregação para a Doutrina da Fé e Fiscal do Tribunal da Santa sé, e que tem como tarefa investigar os delitos que a Igreja considera mais graves (em latim "delicta graviora").

– O senhor tem fama de rigoroso, e no entanto se acusa sistematicamente a Igreja Católica de ser tolerante com os chamados “padres pederastas”.

–Mons. Scicluna: Pode ser que no passado, talvez por um mal-entendido sentido de defesa do bom nome da instituição, alguns bispos, na prática, tenham sido muito indulgentes com este triste fenômeno. Eu digo na prática porque, no âmbito dos princípios, a condenação por esta tipologia de delito sempre foi firme e inequívoca. Pelo que diz respeito apenas ao século passado, basta recordar a famosa instrução Crimen Sollecitationes, de 1922

– Mas não era de 1962?

–Mons. Scicluna: Não, a primeira edição remonta-se ao pontificado de Pio XI. Mais tarde, com o beato João XXIII, o Santo Ofício ocupou-se de uma nova edição para os padres conciliares, mas a tiragem foi só de duas mil cópias, que não bastaram para a distribuição, adiada sine die. De todas as formas, tratava-se de normas de procedimento nos casos de solicitudes durante a confissão e de outros delitos mais graves de tipo sexual, como o abuso sexual de menores.

– No entanto, eram normas em que se recomendava o segredo…

–Mons. Scicluna: Uma má tradução ao inglês desse texto deu motivo a que se pensasse que a Santa Sé impunha o segredo para ocultar os atos. Mas não era assim. O segredo de instrução servia para proteger a boa fama de todas as pessoas envolvidas, em primeiro lugar as vítimas, e depois os clérigos acusados, que têm o direito – como qualquer outra pessoa – à inocência presumida até que se demonstre o contrário. A Igreja não gosta da postura de conceber a justiça como um espetáculo. A normativa sobre os abusos sexuais nunca foi interpretada como proibição de denúncia às autoridades civis.

– No entanto, esse documento é sempre citado para acusar o pontífice atual de ter sido – como prefeito do antigo Santo Ofício – o responsável objetivo de uma política de acobertamento dos fatos por parte da Santa Sé.

–Mons. Scicluna: É uma acusação falsa e uma calúnia. A propósito, permito-me assinalar alguns dados. Entre 1975 e 1985, não aparece que se tenha submetido à atenção de nossa congregação algum aviso de casos de pederastia por parte de clérigos. De todas as formas, após a publicação do Código de Direito Canônico de 1983 houve um período de incerteza acerca do elenco de delicta graviora reservados à competência deste dicastério. Só com o motu proprio de 2001, o delito de pederastia voltou a ser de nossa exclusiva competência. Desde aquele momento, o cardeal Ratzinger demonstrou sabedoria e firmeza na hora de tratar esses casos. Mais ainda. Deu prova de grande valor, enfrentando alguns casos muito difíceis e espinhosos, sine acceptione personarum. Portanto, acusar o pontífice de ocultação é, repito, falso e calunioso.

– Que acontece se um sacerdote é acusado de um dos delitos mais graves (delictum gravius)?

–Mons. Scicluna: Se a acusação é verossímil, o bispo tem a obrigação de investigar tanto a credibilidade da denúncia como o objeto da mesma. E se o resultado da investigação prévia é atendível, já não tem a faculdade de dispor em matéria e deve referir o caso a nossa congregação, onde será tratado pelo departamento disciplinar.

– Quem forma parte deste departamento?

–Mons. Scicluna: Junto a mim, que por ser um dos superiores do dicastério devo me ocupar de outras questões, há também um chefe de departamento, o padre Pedro Miguel Funes Díaz, sete eclesiásticos e um penalista leigo que acompanham esses procedimentos. Outros oficiais da congregação dão sua valiosa contribuição segundo seus diversos idiomas e competências.

– Diz-se que esse departamento trabalha pouco e com lentidão…

–Mons. Scicluna: É uma observação injusta. Em 2003 e 2004, uma avalanche de casos cobriu nossas mesas. Muitos procediam dos Estados Unidos e se referiam ao passado. Nos últimos anos, graças a Deus, o fenômeno tem-se reduzido muito. E, portanto, tentamos tratar os casos novos em tempo real.

– Quantos trataram até agora?

–Mons. Scicluna: Nos últimos nove anos (2001-2010), analisamos as acusações relativas a cerca de 3.000 casos de sacerdotes diocesanos e religiosos concernentes a delitos cometidos nos últimos 50 anos.

– Quer dizer, três mil casos de sacerdotes pederastas?

–Mons. Scicluna: Não é correto definir assim. Podemos dizer que em cerca de 60% desses casos, trata-se mais de atos de “efebofilia”, ou seja, devidos à atração sexual por adolescentes do mesmo sexo. Outros cerca de 30% se tratam de relações sexuais. 10% são atos de pedofilia verdadeira e própria, isto é, determinados pela atração sexual por crianças impúberes. Os casos de sacerdotes acusados de pedofilia verdadeira e própria são, então, cerca de 300, em nove anos. São sempre muitos, é inquestionável, mas há de se reconhecer que o fenômeno não está tão difundido como se pretende.

– Dos três mil acusados, quanto foram processados e condenados?

–Mons. Scicluna: Podemos dizer que em 20% dos casos houve processo penal ou administrativo, verdadeiro e próprio, que normalmente ocorreu nas dioceses de procedência – sempre sob nossa supervisão – e, só raramente, aqui em Roma. Fazendo assim se agiliza o procedimento. Em 60% dos casos, sobretudo devido à idade avançada dos acusados, não houve processo, mas se ditaram contra eles normas administrativas e disciplinares, como a obrigação de não celebrar missas com os fiéis, de não confessar, de levar uma vida retirada e de oração. Há que reafirmar que nestes casos, entre os quais houve alguns de grande impacto, dos que se ocuparam os meios de comunicação, não se trata de absolvições. Não houve uma condenação formal, mas se uma pessoa foi obrigada ao silêncio e à oração, será por algo.

– Resta analisar 20% dos casos…

–Mons. Scicluna: Em 10% dos casos, particularmente graves e com provas, o Santo Padre assumiu a dolorosa responsabilidade de autorizar um decreto de demissão do estado clerical. Trata-se de um procedimento gravíssimo, empreendido administrativamente, mas inevitável. Nos restantes 10% dos casos, os próprios clérigos acusados pediram a dispensa das obrigações derivadas do sacerdócio, que foi aceita com prontidão. Os sacerdotes implicados nestes últimos casos tinham em seu poder material de pornografia pederasta e por isso foram condenados pelas autoridades civis.

– Qual é a procedência destes três mil casos?

–Mons. Scicluna: Sobretudo dos Estados Unidos, que entre 2003-2004 representavam ao redor de 80% da totalidade dos casos. Até 2009, a porcentagem norte-americana diminuiu, passando a ser a fatia de 25% dos 223 novos casos assinalados em todo o mundo. Nos últimos anos (2007-2009), efetivamente, a média anual dos casos assinalados à Congregação em todo o mundo foi de 250 casos. Muitos países registram só um ou dois casos. Aumenta, portanto, a diversidade e o número dos países de procedência dos casos, mas o fenômeno é muito limitado. Há de se ter em conta que são 400.000 no total os sacerdotes diocesanos e religiosos no mundo. Essa estatística não corresponde com a percepção criada quando casos tão tristes ocupam as primeiras páginas dos jornais.

– Dizia há pouco que os processos, próprios e verdadeiros, englobam 20% dos três mil casos examinados nos últimos anos. Todos resultaram na condenação dos acusados?

–Mons. Scicluna: Muitos processos já celebrados se resolveram com a condenação do acusado. Mas tampouco faltaram outros em que o sacerdote foi declarado inocente ou em que as acusações não foram consideradas ou suficientemente provadas. De qualquer modo, em todos os casos, analisam-se sempre não apenas a culpabilidade ou não culpabilidade do clérigo acusado, mas também o discernimento sobre sua idoneidade ao ministério público.

– Uma acusação recorrente às hierarquias eclesiásticas é que não denunciam também às autoridades civis os delitos de pedofilia.

–Mons. Scicluna: Em alguns países de cultura jurídica anglosaxã, mas também na França, os bispos que sabem, fora do segredo sacramental da confissão, que seus sacerdotes cometeram delitos estão obrigados a denunciá-los às autoridades judiciais. Trata-se de um dever pesado, porque estes bispos estão obrigados a realizar um gesto como o de um pai que denuncia seu filho. Apesar de tudo, nossa indicação nestes casos é respeitar a lei.

– E nos casos em que os bispos não estão obrigados pela lei?

–Mons. Scicluna: Neste casos, não impomos aos bispos que denunciem os próprios sacerdotes. Nós os alentamos a se dirigir às vítimas para convidá-las a elas mesmas denunciarem estes sacerdotes dos quais foram vítimas. Ademais, os convidamos a proporcionar toda a assistência espiritual, mas não só espiritual, a estas vítimas. Em um recente caso referente a um sacerdote condenado por um tribunal civil italiano, esta Congregação sugeriu precisamente aos denunciantes, que se tinham dirigido a nós para um processo canônico, que comunicassem também às autoridades civis, no interesse das vítimas e para evitar outros crimes.

– Está prevista a prescrição pelos delicta graviora?

–Mons. Scicluna: Tocou num ponto crítico. No passado, quer dizer, antes de 1889, a prescrição da ação penal era uma norma alheia ao direito canônico. Para os delitos mais graves, só com o motu proprio de 2001 se introduziu uma prescrição de dez anos. Sobre a base destas normas, nos casos de abuso sexual, o decênio começa no dia em que o menor completa 18 anos.

– É suficiente?

–Mons. Scicluna: A prática indica que a norma de dez anos não é adequada para estes tipos de caso e seria desejável voltar ao sistema precedente, em que os delicta graviora não prescreviam. A 07 de novembro de 2002, o venerável servo de Deus João Paulo II concedeu a este dicastério a faculdade de revogar a prescrição caso por caso, perante um pedido motivado por parte do bispo, e a revogação normalmente se concede.

(Entrevista de Gianni Cardinali. Tradução de Alexandre Ribeiro)

Diante de todo exposto, será possível que pessoas ainda voltem a condenar a Igreja Católica? Lutemos, nós cristãos, para que isso não aconteça e rezemos por todos esses fatos ocorridos para o que o Deus Uno e Trino nos proteja e nos ilumine contra todas as adversidades e ciladas que queiram nos atingir.


*Por Ademilson Medeiros de Azevedo
Coordenador de Catequese do Zonal 5 da Diocese de Caicó
Secretaria da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição

02 maio 2010

O AMOR É A BASE DE TUDO E NELE TUDO TEM VALOR

É amando como Jesus que a terra se une ao céu


O ser humano egoísta, fechado em si mesmo, procura a própria glória. Jesus, cumprindo a vontade do Pai, dá glória a Deus e mostra que o projeto divino é ser plenamente humano: as pessoas o escutarão vivendo o amor que tem como único ponto de referência a vida e ação de Jesus. Para realizar esse projeto, que é, ao mesmo tempo, divino e humano, os cristãos são convidados a reforçar constantemente suas opções, a fim de superar, vitoriosos, as tribulações, mantendo-se unidos na fé e no amor.

Em Jesus, Deus se tornou um de nós, tornando possível a intimidade do Pai com as pessoas. Jesus dera o exemplo. Pouco antes, lavara os pés dos discípulos, mostrando o que é amar. “Como eu os amei.” O amor é gratuito. Ele não pede amor para Ele, mas para os irmãos.

O Amor é ativo. Deve ser manifestado em gestos. Dessa forma, a revelação de Jesus se prolonga no amor das pessoas na comunidade: “Nisso conhecerão que vocês são meus discípulos, se tiverem amor uns para com os outros.”

O mundo, diante do amor, que é uma maneira de Cristo estar presente, acreditará n'Ele. Esse mandamento, característico de Jesus, é, antes de tudo, um novo modo de vida, um novo objetivo.

Para Cristo, e também para a Igreja, o amor é a base de tudo e nele tudo tem valor, enquanto que, sem ele, nada é agradável a Deus. Esse amor de que Jesus fala não é senão o amor divino que nos foi dado pelo Espírito Santo.

Percebido no Batismo, ele nos insere na Trindade, fazendo-nos filhos de Deus. É amando como Jesus que a terra se une ao céu. E é por meio desse amor que a realidade divina vive na terra, dando-nos a certeza de que o paraíso se constrói aqui, como uma antecipação da graça definitiva no céu.

Somos cristãos à medida que amamos e expressamos esse amor como Jesus: fazendo a vontade do Pai, construindo seu Reino, deixando cair por terra à mentira que nos impede de dar ao mundo a resposta que Deus deseja. Nunca deixemos de amar, particularmente os que nos perseguem, caluniam e injuriam. Mais do que amar por fora, devemos amar em gestos concretos de tolerância, de amor e de recuperação dos que insistem em não amar. Amar a Deus no próximo e nos que são pedra em nossos sapatos é a gênese da vida cristã, ensinada pelo Ressuscitado!

Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo emérito de Juiz de Fora (MG)

Fonte: http://www.cancaonova.com/
 

REUNIÃO E APROFUNDAMENTO DE CASAIS DO ECC


Na manhã deste domingo (02), casais do ECC – Encontro de Casais com Cristo de Jardim do Seridó se reuniram no Centro Pastoral para mais uma reunião e aprofundamento espiritual.

Na ocasião, contamos com a presença de integrantes da Pastoral da Criança em Jardim do Seridó, que inclusive, muitos deles fazem parte do ECC, e mostrou um pouco do trabalho da pastoral em nossa cidade  através de slides, ações realizadas no decorrer de 2009/2010 com as crianças e famílias assistidas en nossa cidade.


A Pastoral da Criança é um organismo social da CNBB fundada pela médica sanitarista Drª Zilda Arns em 1983 com o objetivo de diminuir a mortalidade infantil, e que deu certo. Acabou se expandindo não só em todo Brasil, como também há vários outros países, a qual desenvolve ações de saúde, nutrição, educação, cidadania e espiritualidade de forma ecumênica nas comunidades pobres. As atividades visam promover o desenvolvimento integral das crianças, desde a concepção aos seis anos de idade, e a melhoria da qualidade de vida das famílias.

Em seguida, Pe. Amaurilo falou sobre os trabalhos do MÊS MARIANO, destacando a grande importância de Maria “Mãe de Jesus” para toda a humanidade. A Equipe Dirigente definiu com todo o grupo, algumas decisões para realização do Dia das Mães e São João do ECC.

“A Espiritualidade é a tônica do Encontro de Casais com Cristo. O ECC busca dar sua contribuição para que as famílias vivam melhor seu casamento, auxiliando-as no relacionamento marido e mulher e no relacionamento com seus filhos.” (Pe. Afonso Pastore)

















01 maio 2010

CNBB: MENSAGEM PARA O DIA DO TRABALHO

P. Nº 0324/10

MENSAGEM DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL PARA O DIA DO TRABALHO – 1º DE MAIO

“Por meio do seu trabalho o ser humano se une e serve
os seus irmãos, pode exercitar uma caridade autêntica
e colaborar no acabamento da criação divina”
(Concílio Vaticano II, GS 67,2).

Ao celebrar o Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, a CNBB reafirma seu compromisso de colaborar na construção de uma sociedade politicamente democrática, economicamente justa, ecologicamente sustentável e culturalmente plural. Afirmam os bispos na Conferência de Aparecida: “Com sua voz, a Igreja unida à de outras instituições nacionais e mundiais, tem ajudado a dar orientações prudentes e a promover a justiça, os direitos humanos e a reconciliação dos povos” (Documento de Aparecida, 98).

A Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010 denunciou os desvios decorrentes de um modelo econômico voltado para o lucro e para o acúmulo de bens, sem considerar o valor da pessoa humana e sem estar a serviço do bem comum. Entre os desvios encontra-se a prioridade do capital sobre a pessoa humana e, em decorrência disso, do trabalho.

No Brasil e em outros países, o mundo do trabalho continua dividido em categorias: a dos integrados, em número reduzido, com bons salários e vínculo aos círculos mundiais da produção; os semi-integrados, trabalhadores em situação de risco, aqueles que trabalham precariamente e de forma intermitente; e os excluídos, trabalhadores que estão fora da sociedade salarial ou dos vínculos de proteção dos direitos sociais, os desempregados, sub-empregados. Há que se lembrar também dos aposentados e aposentadas, nem sempre reconhecidos pelo bem que fizeram e ainda podem fazer pelo País, e convivendo, tantas vezes, com graves perdas salariais. O direito de todos ao trabalho e a inclusão universal na rede de proteção social tornam-se objetivos obrigatórios para todos os que buscam construir uma sociedade justa e solidária.

Em sua saudação neste 1º de maio, a CNBB faz ressoar as aspirações dos trabalhadores e trabalhadoras pelo reconhecimento de seus direitos, e expressa seu apoio em favor da consolidação e ampliação dos direitos trabalhistas em nosso país. Entre esses direitos, destacamos, sobretudo, o combate ao trabalho escravo pela aprovação da PEC 438/0; a reforma agrária e o limite da propriedade da terra; o incentivo à agricultura familiar e camponesa nos contornos de cada bioma brasileiro; a diminuição da jornada de trabalho sem redução de salários; a ampliação dos fundos solidários e a construção do marco da economia solidária; a implementação de uma política de emprego para a juventude; a correção das perdas nas aposentadorias e a indexação justa de seus benefícios; a universalização da proteção social previdenciária para todo o mundo do trabalho, de sorte que o Brasil possa incluir totalmente a força de trabalho no seguro social.

A CNBB convida todos os trabalhadores e trabalhadoras, que participam da obra criadora de Deus pela dignidade de seu trabalho, a manterem viva a fé em Jesus Cristo, na busca de relações justas e solidárias no mundo do trabalho e no conjunto da sociedade brasileira.

Que Nossa Senhora Aparecida e São José Operário acompanhem todas as pessoas que, pelo seu trabalho, constroem condições dignas para sua família, buscam o bem comum e protegem a vida em nosso Planeta.

Brasília, 01 de maio de 2010

Fonte: CNBB

A IGREJA HOJE CELEBRA: SÃO JOSÉ OPERÁRIO

A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta festa, isso na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais gritavam alegremente: "Viva Cristo Trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!" O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.

O santíssimo São José, protetor da Igreja Universal, assumiu este compromisso de não deixar que nenhum trabalhador de fé – do campo, indústria, autônomo ou não, mulher ou homem – esqueça-se de que ao seu lado estão Jesus e Maria. A Igreja, nesta festa do trabalho, autorizada pelo Papa Pio XII deu um lindo parecer sobre todo esforço humano que gera, dá a luz e faz crescer obras produzidas pelo homem: "Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da eqüitativa repartição de direitos e deveres."

São José, que na Bíblia é reconhecido como um homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na santificação de suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: "Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa... O Senhor é Cristo" (Col 3,23-24).

São José Operário, rogai por nós!


QUANTOS SOMOS? NOVOS NÚMEROS DO RECENTE ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA IGREJA


Anuário Estatístico da Igreja, que foi apresentado pelo Vaticano à imprensa revelou que, enquanto o número de sacerdotes aumentou (2000-2008) em menos de 1%, o número de diáconos permanentes cresceu mais de 33% em todo o mundo. Os diáconos permanentes são o grupo mais forte em evolução ao longo do tempo: de cerca de 28 mil em 2000, aumentou para 37 mil em 2008, com variação significativa de 33,7%. Na América do Norte o aumento é sustentado: em 2000 havia mais de 18 mil diáconos permanentes, enquanto em 2008 este número aumentou para 24 mil.

Os dados são do “Vaticano Publishing House”, que publicou uma nova edição do Anuário da Igreja, que recolhe estatísticas sobre os principais aspectos relativos ao trabalho da Igreja Católica em vários países ao longo do período 2000-2008.

Os números revelam também que, ao longo destes nove anos, a presença de católicos no mundo passou de 1 bilhão e 45 milhões no ano 2000, para 1 bilhão e 166 milhões em 2008, com uma variação relativa de 11,54%. No entanto, a leitura de dados na África, mostra que há um aumento de 33%, enquanto na Europa, a situação permanece substancialmente estável (+ 1,17%), na Ásia o aumento é de 15,61%, na Oceania (+11,39%) e América (+ 10,93). No entanto, os católicos europeus passaram de 26,81% no ano 2000, para 24,31% em 2008. Na América e na Oceania são estáveis, com um pequeno aumento na Ásia.

Quanto ao número de bispos no mundo passou de 4.541 em 2000-2002, para 5.002, em 2008; um aumento de 10,15%. O padre, tanto diocesano e religioso, mostra um ligeiro crescimento ao longo destes nove anos (um aumento de 0,98% a nível mundial), de 405.178 em 2000, para 409.166, em 2008. O aumento de padres na África e Ásia são, respectivamente, de 33,1 e 23,8,%. A América se mantém estável, enquanto a Europa e Oceania caíram 7% e 4%.

Sacerdotes diocesanos aumentaram 3,10%, de 265.781 em 2000, para 274.007, em 2008. Em contraste, os sacerdotes religiosos estão em declínio constante (-3,04%), tornando-se 135.159 em 2008. Os sacerdotes diminuem claramente só na Europa: em 2000 mais de 51% do total mundial em 2008 diminuiu para 47%. No entanto, a Ásia e África juntas em 2000 representaram 17,5% do total, em 2008, a taxa foi de 21,9%. A América aumentou ligeiramente a sua quota de cerca de 30%.

Os religiosos não-sacerdotes,por sua vez, em 2000 eram 55.057; em 2008 caíram para 54.641. Comparando os dados por continente, na Europa é percebida uma redução acentuada (-16,57%) e Oceania (-22,06%), permanecendo cada vez maior na América e na Ásia (+32,00%) e África ( 10,47%).

As religiosas são quase o dobro dos sacerdotes e 14 vezes mais o número de religiosos no mundo, mas estão atualmente em declínio. Elas passaram de 800 mil em 2000, para 740 mil em 2008. Em termos de distribuição geográfica, 41% residem na Europa, 27, 47% na América; 21,77% na Ásia, e 1,28% na Oceania. Globalmente, as irmãs têm aumentado na África (21%) e Ásia (16%).

O Anuário Estatístico da Igreja também mostra a evolução do número de estudantes de filosofia e teologia nos seminários diocesanos e religiosos. Em todo o mundo, eles aumentaram, passando de 110.583 em 2000, para mais de 117.024 em 2008. Enquanto na África e Ásia aumentam candidatos ao sacerdócio, na América e na Europa permanecem baixos.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/


 

AS ACUSAÇÕES CONTRA A IGREJA PARTEM DOS VALORES QUE ELA ESTABELECEU NO MUNDO


Por parte de sacerdotes católicos, atinge um clímax inacreditável. Decididos a não deixar morrer a fogueira que acenderam, vários órgãos de comunicação social têm se dedicado a investigar o passado, à procura de novas alegações que envolvam o Vigário de Cristo na Terra, o Papa Bento XVI, no que, aliás, têm falhado rotundamente”: Assim começa o opúsculo “A Igreja é imaculada e indefectível”, de autoria do Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, que – baseado em numerosos e renomados autores e fontes- analisa a campanha publicitária levada a cabo por ocasião dos abusos a menores cometidos por alguns membros do clero.

Ao indagar as profundas causas destes abusos, Monsenhor João Clá reflete a respeito da cultura circundante e, rapidamente, convoca o leitor a fazer uma revisão do que era o mundo antes da chegada do cristianismo:

“Naquele ambiente pagão, a situação da mulher era terrível. Em geral, quase sem direitos, (…) A família greco-romana era totalitária sob certos aspectos. Assim, o Direito Romano, dava um poder ditatorial ao ‘pater familias’. O pai tinha direito de rejeitar seu filho recém-nascido, ou vendê-lo como escravo. Também podia condenar à pena de morte sua esposa, um filho, uma filha, ou qualquer outro morador de sua casa, executando-se sem demora a sentença; as autoridades do Estado não interferiam (…) A escravidão era uma instituição tão corrente no mundo antigo que os escravos costumavam constituir a maioria da população”, afirma o monsenhor.

A praga da pedofilia no mundo pagão

No mesmo sentido, Mons. João Clá recorda que a pedofilia era um vício bastante extenso nesta época: “Aquilo que a imprensa de hoje denomina de pedofilia era largamente praticado no mundo antigo, ao amparo da lei, por influência das religiões pagãs. Na Grécia, ocorria como prática legal a corrupção sexual de meninos, mais propriamente chamada de pederastia. Todo homem adulto que não fosse escravo tinha o direito de praticá-la”.

Pois foi neste mundo e neste contexto que irrompeu o cristianismo: “A mensagem de Jesus Cristo veio desequilibrar o carcomido mundo antigo. (Essa mensagem) censurava a libertinagem e a crueldade, e exaltava a liberdade para praticar o bem, a castidade, a virgindade, a inocência, a fidelidade conjugal, o amor aos inimigos, a caridade, a abnegação, a bondade para com os mais fracos, a dignidade de todos os seres humanos, criados à imagem e semelhança de Deus”, expressa Monsenhor João Clá.

Entretanto, e diante dos progressos que o cristianismo realizava no mundo antigo, “o paganismo necessitou, pois, lançar mão de outra arma, para tentar reverter o jogo: a difamação e a calúnia. Como observam os Apologistas cristãos daqueles primeiros séculos, os pagãos passaram a acusar os cristãos exatamente dos delitos que o paganismo cometia”. Uma das acusações era justamente a pedofilia.

Por que acusar somente a Igreja?

Entretanto, a Igreja terminou vencendo a oposição do mundo pagão e inspirou com profundidade uma civilização que alcançou seu apogeu nos séculos XII e XIII. Não obstante, de tanto em tanto a Igreja é vítima de novas investidas: “Um dos procedimentos preferidos continua a ser o de acusar a Igreja precisamente dos delitos que o próprio mundo não se envergonha de cometer. Quais são os maiores destruidores da inocência infantil hoje em dia? Quem promove uma pornografia irrefreável, que não respeita nem idade, nem dignidade, e que incita a todo tipo de crime sexual? Quais os que, de todos os modos, pressionam as escolas para iniciarem as crianças em práticas imorais? Quem impulsiona as mudanças das leis de maneira a abolir a influência cristã e a substituí-la pela do velho paganismo?”, se pergunta Mons. João Clá.

É sabido que a maior parte dos crimes de pederastia é cometida dentro da própria casa, por parentes ou conhecidos das mães das vítimas. “Curiosamente, nunca se viu algum adversário da Igreja pedir um estudo sério sobre a relação entre a desagregação da família, causa principal da existência de milhões de padrastos, e os crimes de pedofilia”, expressa Monsenhor João Clá.

“Apenas de passagem, note-se que a massa dos pedófilos é constituída por homens casados. Também é de notar que todas as religiões têm membros seus envolvidos em casos de pedofilia, e algumas em proporções gigantescas. Por que, então, levantar uma campanha internacional somente contra a Igreja Católica?”

As acusações feitas hoje contra a Igreja partem, pois, dos próprios valores que ela mesma estabeleceu no mundo, com o que os próprios contraditores assim manifestam a santidade da Igreja. Contudo, os ataques não se limitam aos sacerdotes corruptos, mas buscam implicar o conjunto da instituição eclesiástica, com o que se demonstra realmente haver uma campanha de descrédito em curso: “Médicos, professores, enfermeiros e outros profissionais aparecem em alto número entre os perpetradores de crimes de pedofilia, mas quem vai chegar ao absurdo de acusar todos os membros dessas categorias e a denegrir uma classe inteira pelos crimes de uma minoria?” questiona Mons. João Clá.

“De cada perseguição, a Igreja sai fortalecida” declara finalmente o monsenhor. Essa confiança na imperturbabilidade da Igreja descansa em uma convicção de origem divina: “Para destacar a perenidade da Igreja Católica Apostólica Romana, Santo Agostinho nos deixou esta sábia reflexão: “A Igreja vacilará, se vacilar seu fundamento. Mas pode Cristo vacilar? Visto que Cristo não vacila, a Igreja permanecerá.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/



BAIRRO BELA VISTA CELEBRA ÚLTIMA NOVENA DO SEU PADROEIRO SÃO JOSÉ OPERÁRIO


Nesta noite de sexta-feira (30), aconteceu a última novena da festa de São José Operário no Bairro Bela Vista, em Jardim do Seridó.

A noite teve como tema: São José, homem justo e fiel (Mt 1, 18-25), e foi dedicada a todos os Setores Missionários, onde contamos com a presença de coordenadores e representantes de vários setores da cidade.

Apesar do calor, os fiéis lotaram a igreja com muito entusiasmo e devoção e participaram ativamente da celebração.

Em todas as novenas, o Coral Maria José Campos esteve à frente dos cânticos juntamente com o coral infantil, composto por crianças do bairro abrilhantando todas as novenas da festa.

Na ocasião, estavam presentes o Pároco, Pe. Amaurilo, as irmãs dos pobres de Santa Catarina de Sena, as irmãs de Belém da cidade de Caicó, Pe. Jocimar Domiciano, Vigário Paroquial da cidade de Parelhas, que também já foi vigário na paróquia de Jardim do Seridó, além de Pe. Rômulo, Pároco na Paróquia de Sant'Ana de Santana do Seridó e vigário paroquial da Paróquia de São Sebastião de  Parelhas, como também nosso contrerrâneo. Padre Rômulo, fez uma belíssima homilia, destacando a importância de São José, homem justo e fiel, um patriarca modelo onde a igreja apresenta-o a todos os cristãos como modelo e protetor.

Logo após a celebração, teve início a movimentação social, onde aconteceu o grande Leilão dos Setores Missionários e funcionamento do bazar com muitas delícias e novidades.

Neste sábado (01), dia de São José Operário e dia do trabalho, às 16:00 horas, haverá a Missa Solene da Festa, e em seguida procissão pelo Bairro Bela Vista com o seguinte itinerário: Capela de São José, e Ruas: Pedro Lucas, Azemir Ramos, Juvêncio Sampaio e Regina Rebeca.


Venham todos! Particpem!

















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